quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Válvula

Todos nós, sem exceção, temos algo a que nos prender, a que dar nossa vida. Uns fazem isso pelo trabalho e acabam sendo tão metódicos consigo mesmo que perdem o direito de saber mesmo o que é um sorriso verdadeiro. Outros colocam esse amor em um idolo, que pode ser aquele astro do futebol ou mesmo uma cantora que nunca vai saber quem você é. Ah, tem aqueles que fazem isso por um país, e não se veem felizes até conhecerem o local ou morarem lá. Há mais de mil tipo, há os que fazem isos na família e dão até a sua última gota de suor para ver o sorriso do filho, do irmão, do pai e da mãe, esquecendo-se de si. E o eterno amigo? Aquele que põe a mão no fogo por você mesmo que sua mão saia cremada dali? Esse é o tipo de amigo bobo, porque, por mais que ele morresse por ti você nunca morreria por ele. Os amores? Também exitem os casais que matam e morrem por amor, aqueles que nunca desistem como em "Amor além da vida", infelizmente tem aqueles casais também ond esó um age assim, pena. Tem os loucos por estudo, nem sempre nerds, mas sempre informados.
Isso é a tal da valvula de escape, eu to tentando achar a minha, porque está dificil. E você, tem a sua?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Segunda Chance

Aprendi na arte da comunicação que nunca se inicia uma apresentação desculpando-se. Vou ser redundante aqui pedindo desculpas por desculpar-me, não tenho produzido um terço do que já fui capaz. Não sei por onde anda minha inspiração e já não tenho paciência para um desktop. Acontece que minha vida virou 120 graus e meu campo de visão aumentou. Digo isso baseado no mito da caverna de Aristóteles, mito o qual ele deixa claro que a verdade da vida é dura demais para nossos olhos, e vivemos de costas para a saída de uma caverna, onde nossa zona de conforto é viver na escuridão.
Ano passou eu me mexi muito e tentei virar e olhar o que tinha lá fora. Aristóteles não mentiu, pois só consegui virar 120º de maneira que minha tentaiva foi falha.
Mas dói, dói tanto aprender na vida. Às vezes, meio filosófico, eu penso porque Deus criou o homem se ele sabe de nossos problemas e que os teríamos, não faz muito sentido, e se você é darwinista ou algo do tipo eu me pergunto porque o acaso nos criou, para dar risadas?
As pessoas ao redor tem problemas e dificuldades diferentes das minhas, e vejo que elas encontram problemas piores, até. Aprendi nesse tempo inativo que felicidade não é não ter problemas, mas é saber lidar com eles. Eu estou triste, não pela minha família ou amigos, a família me dá uma base inigualável e os amigos me dão momentos bons. Estou meio sem inspiração pois estou sem norte, e eu me doei tanto para uma pessoa que perdi o gosto para a paixão. Brincaram comigo e eu amei mais que a mim, errei muito também: pressa. Ah, como eu queria que lesse isso, como. Mas e cansei de procurar, de tentar entender. Agora eu acho que eu entendo o que é gostar de alguém. Não vou falar amor não, porque eu ainda digo pra mim mesmo que eu ainda terei o que chamam por aí de amor. Gostar de alguém de verdade não envolve só o desejo da carne, envolve aquele gosto de saber que alguém está pensando em você, aquela sms no fim da tarde ou o telefonema, envolve aquele abraço que não tem fim, palavras, atos mais que tudo.
O tempo passou, mas eu fiquei no passado.
Desculpe-me se eu não escrevo bem como antes, sei que já fui um ótimo escritor. Hoje eu estou indiferente, sem opinião, adquiri esse defeito e tratá-lo não é tão fácil.
Queria dar-nos uma segunda chance

♪♪♪Por que você não atende as minhas ligações?
Sei que você tem lá suas razões
Olho milhões de vezes sua foto
Me pergunto em que ponto perdemos o foco
Por que você não atende se vê que sou eu?
Será que é teu jeito de dizer adeus?
Rodo mil histórias na minha cabeça
Daqui a 10 minutos talvez eu enlouqueça
Enlouqueça...
Fora
Seu silêncio me devora
Algo diz pra eu ir embora
Não entendo os seus sinais
Mas fica com você
A desculpa pra inventar
Quando resolver ligar
Posso não te querer mais
Olho pra pessoa em que você me transformou
E depois não quis mais
Abandonou♪♪♪
10 minutos - Ana Carolina



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não sei o que fazer

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Acordar

As vezes as pessoas passam o tempo sonhando de olhos bem abertos. Geralmente são as mais visionárias, de certo. Mas, me responda, o que adianta ser tão visionário em meio a sonhos num mundo onde o que mais é requerido são Ações?
Ás vezes um poeta tão bom só não é descoberto porque não escreve, um ótimo diretor não ganha dinheiro porque não teve coragem de abrir a empresa que sonhou sempre ou um médico de alto Q.I. esqueceu de pôr em prática o que aprendeu nos livros e nas séries americanas.
Sonhar não é um problema, o problema maior é esquecer de acordar enquanto é dia, enquanto o mundo corre lá fora e mais de 6 bilhões de pessoas tem mais ação do que você. Esse é o problema.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

My inspiration's gone

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

My Turn / Minha vez

Queria escrever aqui em inglês desta vez, mesmo que erros eu cometesse. Estou farto de cometê-los, certamente. Mas o que mas está me fazendo aprender são os erros. Nem tantos os que faço, mas os que já fiz.
Julguei pessoas por relacionamentos que às vezes nada tinham a ver comigo. Na real, acho que não as julguei, só as deixei no gelo. Como se isso fizesse diferença.
Hoje eu vejo uma coisa, que em "Bilhete" Se não me engano, de Mário Quintana, eu devia ter me inspirado antes. Sempre quis tudo muito rápido, todos os resultados. Até o amor, digamos assim. Não houve falhas, para mim foi só uma fase de algo bem maior. Para mim, tudo vai voltar a ser como era antes, mas há de haver tempo, tenho que respirar e amadurecer. Talvez seja por isso que velhos falem que queriam ter a minha idade, mas com a experiência deles, porque jovens só querem viver intensamente e esquecem do viver em si. Querem ser felizes sem problemas, mas esquecem que a felicidade não é a ausência de problemas, mas o saber lidar com eles.
Esse FDS foi tudo para mim, talvez eu tenha machucado alguns, talvez sim, mas sendo egoísta eu tive a coisa que eu procurava há meses. E entre nós, eu não lembro. Lembro de gestos, de rostos e pouco de vozes, duas ou três coisinhas, só, nada mais. Mas que foram as que eu queria ouvir, estranho ouvir algo que você não concorda, mas que eram tudo, tudo o que você precisava. E lhe digo mais, Essa conversa foi a melhor, pois me libertou do que eu achava em mim chato. Mas não foi a única, conversei com uma menina que me encantou, não só por sua semelhança com uma grande amiga, conversei com um menino que vamos assim dizer, tem passado por situações que eu já passei quando eu vi que eu estava sozinho. De uma maneira, eu acho que eu vi o futuro, e, do fundo do coração, ele me agrada.
Acho que nós jovens, pensamos de mais, ao menos eu, sempre penso de mais, eu não sei como cheguei naquela escada, o que disse ou como sai de lá, mas foi libertador. E, li há pouco, que todos amam, até quem não sabe amar, irônico, porque alguém sempre acaba machucado. Mas dor é sinal de vida, e vida é o que mais importa. Amor é só um? Talvez eu e muitos outros descubram isso na velhice, mas caso seja, quero que as coisas aconteçam sem pressa agora, devagarinho, "porque a vida é breve, e o amor mais breve ainda." Não tenho mais pressa, nem pra amigos, nem família e nem amor.
Obsessão é uma coisa que não mais tenho, e só o que me resta é dar tempo ao tempo mais um vez, porque tudo, tudo, tudo se ajeita. Eu ainda creio que tudo se ajeita.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Paper and Pencil

I've been messing around, walking through theses streets and only thinking. I did not realise that Thinking is not enough, I need to make it come real, Make my dreams jump out of the paper. I need to be happy, to carry all my goals and make than come true. Easy, no, it's not. But Impossible is possible once you can draw you own ways. I've got mine to draw, and the paper and a pencil are on the table, just waiting for me. Let's go for it.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Legado de Apolo

 Dionísio, o que você quer ser no futuro?  foi a pergunta da professora de religião, mas Dionísio não estava prestando atenção na aula e muito menos pensando em futuro.

 Não sei professora.  o garoto rico e rejeitado do colégio respondeu frustado. Ultimamente até seus professores mais chegados estavam se afastando daquele silêncio e pessimismo que estavam estampados na cara dele.

Dionísio tinha 14 anos e não pensava em nada que não estivesse relacionado às pessoas que ele invejava. Ele poderia ter tudo, mas não tinha amigos e não se preocupava com o futuro. Pra que preocupar-se com o futuro? Ele já está escrito, terminar a escola e fazer o curso de matemática na Universidade de Humboldt em Berlim na Alemanha, mas ele nunca falava sobre isso e quando perguntavam sobre seu futuro ele respondia que não sabia o que queria. Como eu disse, ele apenas se preocupava em invejar aquilo que não tinha.

 E você Pamela, o que ser na vida?  a professora perguntou para a garota mais inteligente da sala.

 Serei médica. Quero ser Pediatra. Adoro crianças!  Dionísio invejava a inteligência de Pamela.

A professora continuou a fazer as perguntas até que o sinal tocasse avisando que a aula ia terminar e os alunos poderiam ir para suas casas aproveitar a tarde da maneira que quisessem.

Depois de entrar no seu Meriva, com motorista particular, Dionísio refletiu sobre si, será que ele era mesmo um garoto estúpido e metido com todos e por isso não tinha amigos no colégio e quando, eventualmente, aparecia um, esse não durava uma semana.

 Gustavo?  este era o motorista de Dionísio, um pacato homem do campo que tinha uma longa experiência de vida e dava conselhos para Dionísio quando este pedia.

 Sim, senhor. No que posso ajudar?

 Eu sou um garoto metido?

 Senhor, por que está perguntando isso?

 É que não entendo a felicidade dos outros e eu acho que não sou feliz porque sou metido.

 A felicidade está em todas as pessoas, mas é preciso descobri-la.

 Não sei, às vezes você é feliz agora e amanhã já está com depressão, mas, às vezes você é infeliz pra sempre.

 Menino, não fale isso! Já estamos chegando, vai querer o que para o almoço?

 Nada, mas mande algo para o Teseu, ele deve estar com fome.

Teseu era o cachorro de Dionísio, um buldogue inglês que recebia todas as mordomias que um ser humano de alta qualidade de vida recebia.

Os porquês estavam enchendo a cabeça de Dionísio cada vez mais, ele pensava no Porquê de Pamela ser tão inteligente e ele não, pensava no porquê de Tales ser popular e bonito e ele não. O que ele poderia fazer para as pessoas também olharem para ele?

Sua casa num condomínio fechado possuía cinco quartos e três salas. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos e seu pai sempre viaja e fica muito tempo fora, ou na Suíça ou na Alemanha por causa das negociações com sua empresa multinacional.

Seu quarto era ornamentado por vasos caros e antigos de seus avós e bisavós, Tinha uma coleção de DVD de filmes de diversos gêneros e ainda possuía um dos melhores computadores do mercado. Mas hoje ele não estava com cabeça para nada.

Ao entrar no seu quarto deixou a mochila de lado e foi direto para a sacada. Ele precisava respirar direito. Precisava pensar tudo o que nunca pensou, rever sua conduta até ali e mudar. Na frente de sua casa duas crianças brincavam felizes de pega-pega, ele nunca brincou disso.

Por dentro Dionísio gritava tão alto que sua pele branca começou a corar, seu sangue começou a latejar em suas veias e a raiva subia à sua cabeça na mesma velocidade que seu coração acelerava.

Ele correu para o quarto e começou a destruir tudo que via na sua frente, seu computador, seu espelho, seu travesseiro. Dionísio gritava e gritava de raiva, sem pensar atirou no chão, sem dó nem piedade um de seus vasos da família, mas qual não foi a surpresa de Dionísio quando de dentro do vaso uma corrente surgiu.

Dionísio esqueceu que estava com raiva e pegou aquilo que para ele era um tipo de amuleto nas mãos.

 É lindo!  exclamou.

A corrente com um símbolo de prata ao meio e um cordão emborrachado ao redor chamaria a atenção de qualquer um. O símbolo redondo era feito de prata, provavelmente pura.

 O que aconteceu por aqui?  era Gustavo na porta, mas Dionísio nem deu a mínima para ele.  Ah não, Dio! Você quebrou tudo. Vou chamar a empregada para arrumar essa bagunça, agora vê se dá uma saída pelo condomínio para deixar ela trabalhar em paz.

Dionísio não perdeu tempo para esconder aquela corrente e sair pelo condomínio para achar um lugar onde pudesse examinar melhor aquele objeto. Não demorou muito para encontrar uma árvore qualquer e observar cuidadosamente o círculo de prata.

 Isso deve ter sido de um de meus avós.  observou.  Deve ter sido importante para ele ter escondido. Vou usar, não sei o motivo, mas isso me deixa tranqüilo.

Mal sabia Dionísio o que aquele amuleto podia fazer.

O dia seguinte amanheceu escuro, com nuvens cinzas por todo o céu. Não chovia, mas estava frio. Dionísio não iria para a escola se não fosse a prova de Ciências que teria. Ele já amanheceu reclamando da vida e principalmente que seria impossível colar de Pamela ou Róger, já que sentariam ao lado do professor.

Quando chegou no colégio viu Luísa, a garota mais bela e mais cobiçada do Fundamental. Dionísio tinha uma queda imensa por ela. Ele estava com uma cara de chateado, a única coisa que o animava era a tal da corrente que ele levava no bolso transparente da mochila.

 Ei, o que é isso?  Tales perguntou para Dionísio apontando a corrente na mochila. Dionísio ficou surpreso, por que Tales queria saber aquilo? Ainda mais porque ele nunca falou com Tales. A resposta de Dio não foi das mais educadas.

 Não é da sua conta!  depois disso se virou e saiu. Tales o segurou pela mochila e pegou o amuleto no bolso da mochila.

 Ei, devolve isso.  Dionísio virou tão rápido e tomou o amuleto da mão de Tales que todos que estavam em volta pararam para olhar. Antes que Tales brigasse pelo objeto, Dio o colocou no pescoço. Qual não foi sua surpresa quando olhou dentro dos olhos de Tales e tudo pareceu parar.

Dionísio pensou ter mergulhado na imensidão dos negros olhos do garoto que ele invejava. Viu Tales num avião sobre a Torre de Belém, em Portugal. Viu Tales com uma linda mulher e duas crianças de olhos negros e viu Tales escrevendo algo que parecia ser um livro.

Da mesma forma que tudo isso surgiu, rapidamente, também desapareceu, e lá estava ele, Tales e todos os espectadores daquela cena que poderia tornar-se uma briga.

Tales ainda levantou a mão para Dio, mas de repente ficou pálido, virou-se e saiu. Mais pálido ainda, só Dionísio que saiu dali às pressas e ninguém entendeu o que aconteceu.



Dionísio sentou embaixo da primeira árvore que encontrou, apesar de não ter entendido muito do que aconteceu, gostou disso. Ele examinava com muito mais cuidado aquele objeto de prata em suas mãos e sabia que era algo diferente.

Sim! Era algo diferente, ele viu o futuro.

Dionísio não usou a corrente por uma semana, não por não ter gostado do que aconteceu, pois ele gostou, mas por medo de Tales suspeitar do que tinha acontecido, afinal de contas, Tales também ficou assustado com tudo. Mas, às vezes, o desejo de sentir prazer é mais forte do que o medo do perigo e ele levou o amuleto de volta para a escola, mas precisava de uma cobaia para testar o objeto. Seria Pamela. Mas como chegar perto de Pamela e falar diretamente com ela? Só havia uma maneira, usar do estudo para isso.

 Agora peguem seus livros de matemática e façam os exercícios 13 e 14 da página 121.  O professor falou.

 Pamela, eu poderia sentar com você? Eu esqueci meu livro em casa.  Dionísio pediu, não havia como Pamela dizer não.

Dionísio se abaixou pegou seu caderno e aproveitou para discretamente colocar a corrente que escondeu por baixo do uniforme. Sem um contato direto ele falou:

 Então você quer ser Arquiteta, não é mesmo?

 Não, mas vamos fazer a lição, não estou aqui para falar do meu futuro.  foi a resposta “amiga” de Pam.

 Não precisa ser ignorante.  Dio falou num tom de provocação.

 Eu não estou sendo ignorante!  Pamela falou num tom mais alto. Foi neste momento que Dio olhou diretamente nos olhos dela e aí você já sabe, ele se sentiu mergulhando naqueles olhos. Bom, Pamela seria mesmo uma médica, mas nunca casaria. Teria muitos amigos e colegas, mas nunca encontraria a felicidade que desejava.

Não precisa nem dizer que ele amou o amuleto cada vez mais e se acostumou a usá-lo. Sempre que podia via o futuro das pessoas. Helena seria mulher do Governador, Ricardo seria ator, Luísa seria bióloga e Rose seria garota de programa. Dionísio se divertia, mas toda vez que ele via o futuro de uma pessoa, mais ficava curioso com o seu e se perguntava porque ele não estava no futuro dos outros.

“Será que eu morri?” Era o que ele se perguntava. Dionísio temia que isso fosse verdade. Essa curiosidade foi crescendo cada vez mais, porém ele não sabia como poder ver seu próprio futuro com aquele objeto de seus descendentes. Até que teve uma idéia: o espelho.

Dionísio nunca parou para ter medo de seu futuro, mas daquela vez estava. Com seu cordão de prata no pescoço e apenas um shorts de praia ele parou de frente do espelho e olhou para seus próprios olhos. Aconteceu que quando ele “mergulhou” nos seus próprios olhos ele viu um homem diferente ali. Não era ele, pelo contrário era um homem alto, forte e belo, este estava com uma harpa na mão. Pela primeira vez Dio conseguiu falar durante suas visões e ele conversou com aquele homem.

 Q... Quem é você?  gaguejou Dionísio.

 Apolo e você?  o homem falou.

 Me chamo Dionísio.  Dio se beliscou para ver se era um sonho. Não era.

 E por que você procura saber o futuro?

 Como você sabe disso?  Dio perguntou.

 Nem sempre o futuro é bom, você quer saber o seu?  Dio estremeceu, será que iria morrer jovem mesmo ou aquilo era uma loucura ou um sonho.

 Me deixe em paz.  e foi assim que Dio voltou a si. Ele estava com muito medo de tudo e a primeira coisa que fez foi jogar o “maldito” amuleto pela janela do quarto. Quando se virou o amuleto estava em cima de sua cama. Isso parecia ser uma praga agora que Dio não estava mais gostando a idéia de futuro.

Algumas semanas passaram e Dio voltou a pensar em usar o amuleto. Ele falou para si: “Será a última vez”. Na escola, mais precisamente no pátio ele colocou a corrente e foi falar com Luísa. Ele estava com o coração batendo forte.

 Oi Dio, por que você faltou ontem?  algumas pessoas já estavam falando um pouco com Dio, umas delas era Luísa. Dio nem respondeu a pergunta e olhou diretamente nos olhos de Luísa, antes do tal “mergulho” alguém tocou no seu ombro, mas Dio já estava vendo uma cena. Luísa trabalhando num zoológico e sendo picada por um cobra, e ele viu o velório dela.

A pessoa que tocou Dio era Tales, Quando Dio olhou pra Tales viu ele levando um tiro na cabeça e caindo morto no chão. Dio estava amedrontado e aquilo não parava e agora não era mais necessário olhar dentro dos olhos de ninguém para ver ser futuro. Todos ali morriam, uns com facadas, outros com tiros, alguns tomando veneno outros sendo sufocados, tudo isso por um mesmo homem, o mesmo que soltou a jararaca que picou Luísa e deu o tiro em Tales e esfaqueou Pamela. Esse homem era Dionísio.

 NÃO!  exclamou Dio e saiu correndo e chorando para o banheiro que estava vazio. Olhou para o espelho e disse:  Me deixa em paz, eu só queria ser feliz, eu queria amigos, não vítimas de assassinatos que eu vou cometer, me livra disso.

Dio voltou a ver o homem com a harpa. Ele olhou para Dio e falou:

 Agora você pode ver o futuro Dio, você já sabe como vê-lo. Enterre isso e esqueça de tudo, você estará bem.

No mesmo dia Dionísio pediu para Gustavo levá-lo cemitério de sua mãe. Ali ele enterrou aquele amuleto e disse olhando para o túmulo de sua mãe:

 Mãe, talvez eu não tenha sido o filho que a senhora gostaria que eu fosse, mas agora eu serei o filho que você quer que eu seja, onde quer que você esteja, te amo.

Dionísio cresceu forte e maduro, fez amizades que durariam para o sempre, como Tales, Pamela e Luísa, com quem infelizmente nunca namorou, Dionísio viu que não há lado ruim na vida, nós é quem fazemos o lado bom parecer triste, pois só nós somos os responsáveis pelo nosso caráter que constrói a vida. E é claro que tudo que Dio viu com aquela corrente foi ilusão.

Dionísio aprendeu muito com tudo que aconteceu, o futuro não se constrói com memórias que ainda não vivemos, pois não há futuro, há somente o agora.













*Apolo é o deus grego do sol e da música, é o mais belo dos deuses e pode prever o futuro.


domingo, 26 de dezembro de 2010

Último Post de 2010

Re-li algumas coisas que escrevi nesse ano, tanto na internet quanto em minhas notas em caderno.
Não quero tomar minhas decisões sobre como foi esse ano. Foi bom, aprendi muito.
Obrigado a Deus por tudo, cada momento, cada segundo. Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Minha alma não é pequena espero eu.
E que venha 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010

I'm Tired

Eu vim cheio de ideias para colocar nesse post, mas elas já não existem mais. Eu estou triste, calma, essa é uma tristeza diferente. A pior, aquela que não é de momento, é aquela que nasceu com a gente, ela tá comigo falando alto agora.
Eu queria escrever um tanto claramente entre linhas, mas não sou capaz ainda. Por que o mundo prega tanto que o mais importante é aquilo que a pessoa é, que é o caráter, que são as ações, sendo que só julga o superficial. O mundo julga se você é rico ou se você é pobre, julga se você é bonito ou feio, julga se você gosta de funk ou rock, se curte namorar ou ficar. Nunca julga  os seus sentimentos.
Estou cansado disso. Não estou tendo as melhores ações, queria ser o melhor amigo, o melhor irmão, o melhor filho, mas não sou.
Meus sentimentos estão começando a transbordar nas minhas ações. e Agora já é tão tarde que se eu mudar minhas ações para melhor ninguém vai acreditar em mim.
Todas as opções que fiz da vida eu fiz por mim mesmo, escutei todos que deram opinião, mas nunca levei nada em consideração, nem bom e nem ruim. Meu histórico comprova isso.
Se hoje sou o que sou não foi por causa de família ou amiguinhos, sou porque escolhi ser quem sou, minha história me fez assim, eu escolhi o que escrever nas minhas páginas em branco da vida.
Se eu gosto de teatro por exemplo, não foi porque me falaram isso, fui em quem decidi, FATOS que aconteceram comigo levaram-me a gostar de teatro, é como se um dia algo bem mau e forte me fizesse odiar teatro, tudo pode acontecer.
Se eu gosto de escrever  é porque FATOS me fizeram gostar de escrever, Não é só por influencia que eu sou formado, eu tomo minhas decisões e decisões são tomadas em cima de FATOS ocorridos que nossa consciência toma suas decisões.
Se eu gosto de não gostar de ninguém, de não querer ficar com ninguém ou só com quem me faça bem é porque eu já vivi experiências que me dizem que isso é o melhor para mim e não é DOENÇA. e Não digo expiência só de 2010 como todo mundo adora gritar, mas experiências ao longo dos anos, desde pequeno, desde criança que me fizeram assim. E, infelizmente, quase ninguém me faz bem hoje em dia, não sei o porquê. É ai que entra o inicio da historia, meus medos não estão em mim, mas no mundo que não julga por meu carater, mas sim por minhas decisões, que ao seu ver, são superficiais.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sendo claro sobre o que eu quero

Não considero que eu tenha ido para o lado "ruim" ou "errado" da vida como muitos adoram apontar. Não considero que eu tenha errado tanto quanto adoram comentar.
Não vejo a hora de fazer a faculdade e a pós-graduação, isso é bem fato, mas sei muito bem que não será da maneira que eu sonho. Será sofrido, o retorno financeiro talvez não será dos mais altos do mundo, mas será honesto.
Bom, vamos aos fatos. Entrei na faculdade de Fonoaudiologia e 'desisti', Comecei a trabalhar em um hotel e saí, talvez pareça que não saí muito do lugar esse ano. Talvez, mas creio eu que foi o ano que eu mais andei. O problema do ser humano (ou de alguns deles) é o Ser muito metódico, querer que as coisas sigam uma linha reta enquanto o caminho é feito cheio de curvas.
Amadureci muito, talve eu tenha passado (ou esteja passando) de adolescente para adulto, minhas qualidades e defeitos se estabilizaram, o que chamo de caráter e estou cada dia mais aprimorando minhas habilidades.
Tenho uns objetivos a médios e longo prazos, dessa vez eu os colocarei aqui para quem ler ter ciência do que passar na minha cabeça.
Quero muito como qualquer um, ter meu apartamento ou casa e reformá-lo, mobiliá-lo com bons móveis e ter meu carro 0Km, por mais que popular. Quero ser formado na faculdade e ter ao menos uma especialização, Falar inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. Tocar violão e gaita e ir mais uma vez para Paris, além de ser ator Profissional e diplomado e aprender a dançar. Talvez esse seja o resumo daquilo que eu desejo. Sou bem materialista, é verdade, mas o mundo me fez assim.
Eu só quero alcançar um estado de estabilidade, como chamam por aí. Mas antes vem o investimento e o trabalho fica sempre.
Aprendi isso esse ano, viu como eu cresci? (rsrs) Bom, comecei a aprender italiano por mim mesmo e não é tão complicado, o que atrapalha é a similaridade com o espanhol, mesmo assim o tempo ajeita isso.

Mas como dizem "On a pas besoin de chercher si loin" (Não é necessário procurar muito longe)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Momento

E toda vez que eu ficar triste eu vou fechar meus olhos bem fortes e pensar em todos os momentos felizes que eu passei e vou seguir

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Em busca do amor

Ele não era triste e sabia disso, ele era alegre e possuía qualidades e habilidades adiquiridas que eram invejáveis. Podia não ter tudo da maneira que quisesse, sua anciedade podia matá-lo, mas ele aprenderia que tudo tem seu tempo.
Ele olhava pela janela e não via ninguém, só folhas levadas pelo vento e nada mais. Ele começou a reparar que seus amgios e amigas viam algo a mais do que ele, na realidade, ele começou a ver que eles viam uma epssoa em especial, que eles estavam sendo amados e amando bastante, mas ele não. O amor ele tinha, só não tinha quem amar, às vezes passava alguém pela sua janela, olhava e às vezes se aproveitava do amor do jovem, mas logo iam e com eles levavam algo do menino, até que um dia ele se cansou e fechou a janela, e foi aí que olhou no espelho e era ele quem ele devia mais amar, sorriu e olhou pelo vidro da janela. Aquelas pessoas que o roubaram estavam lá, e a chuva começou a cair, ele deitou na cama, ligou a tv e percebeu que assim era completo, na sua casinha com vista para rua e para uma arvore em seu quarto com chão de madeira.

domingo, 28 de novembro de 2010

E agora?

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mergulho

Ele queria estar embaixo do mar
Onde, com equipamentos, só ouviria
O som ofegante de seu respirar
Talvez o coração que pouco beteria

Ele só queria poder esquecer
Momentos bons que passou lá fora
Queria poder voltar a viver
Esquecer sofrimentos ao menos por agora

Ele se considerava um idiota
Por se prender àqueles instantes
De carícias entre sofás e estantes

Se pudesse viveria naquela ilhota
Ali talvez seria o mais importante
Vivendo só, sem ser amante

domingo, 21 de novembro de 2010

Pequeno Pássaro

Era uma vez um pássaro, Ele era pequeno e frágil, mas inteligente e habilidoso. Cantava sempre, muito, adorava cantar. Voava e conhecia várias árvores e tinha vários amigos pássaros, até que começou a encotrar dificuldades para voar e ver o mundo de cima. Começou a ter que olhar mais o chão, por onde pisava e queria desistir de ser um pássaro assim. Mas era inteligente para saber que só os fracos eram assim, e ele não era fraco.
Até que um dia encontrou um canto que o encantou, que o ajudou a querer voar de novo e ver o mundo de cima, de se sentir livre e não ter medo dos predadores por aí. Esse canto o fez querer ser melhor, e a pássara também.
Estavam os dois na ponta do galho da árvore para o pequeno pássaro pular e voltar a voar. A pássara disse "Você primeiro" e como a confiança dele era muito, ele pulou, mas antes mesmo que abrisse suas asas sentiu que a pequena pássara tinha cortado suas asas e ele caiu no chão mais uma vez, ao passo que a pássara ia, ia e ia cada vez mais longe. Ainda não sei se ele voltou a voar, mas fiquei sabendo que está por aí, pensando para onde essa pássara levou o que tinha de mais preciso... não suas asas... Seu coração.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pra sempre

Eu tava lá, de social, mochila nas costas, camisa de manga longa rosa desbotoada em ao menos dois botões. Não suado, mas cansado depois de um dia cheio, um dia o qual tudo o que eu precisava era não voltar para casa. Era olhar para o céu e contar estrelas.
Sentei no meioda cidade só esperando o tempo passar e pensei que você não ia mais chegar, pensei que teria mais um motivo para ficar mais mal.
Daí você apareceu, no inicio não enxergei muita coisa, você tava contra a luz, mas eu sabia que era você. E naquele dia você me prometeu que estaria comigo sempre que eu precisasse, seja meu abraço, meu ombro para chorar ou ideal para beber e rir quando eu passasse num teste bom.
Daí você sumiu, e eu continuo indo lá e olhando aquele lugar que era para ser nosso, mas hoje não é mais de ninguém. Pra mim, pouco importaria o lugar, contanto que o abraço continuasse lá.

AmOdeio Insônia

Odeio insônia, não por ela, mas pelas consequências no dia seguinte. Aprendi com um amigo que às vezes quando a gente fala com os outros, a gente acaba sendo até mais sincero com eles do que conosco mesmo. Ás vezes não sabemos como refletir ou pensar nas coisas e sabe? Eu acho que meditar deve ser bom porque é um estilo de fuga da reflexão.
A reflexão nos leva a loucura, nos tira da caverna de Aristóteles, ou do nosso baixo QI. Mas pense que fi a reflexão que levou os nomes de poetas e cientistas ao sucesso e à imortalidade.
Amo a insônia, pois ela faz eu pensar, posso ficar com os olhos roxos e cara de zumbi, mas me sinto "free"/livre para pensar, para sorrir, rir ou chorar. É estranho perceber o quanto eu já vivi em apenas 18 anos de vida. Se triplicar isso chegarei a minha velhice.
2010. Não é tão mau assim como eu estou imaginando. Tomei decisões grandes, tive meu primeiro trabalho registrado com grandes experiências, conheci muita gente, e gente que quero ter por muito tempo também na minha vida. Namorei um pouco, beijei muito, bebi e me diverti, participei de um coral, voltei a estudar inglês nma escola conceituada, entrei na facul e a deixei.
As pessoas passam por nossa vida e nos ensinam uma lição, isso é certeza, eu não queria acreditar nisso, mas é a pura verdade.
Eu não vou mentir também, quebrei minha cara e me sinto jogado na rua com a cara quebrada, muita gente passando ao redor e nem olham, mas eu não queria mesmo que elas olhassem, queria que só uma pessoa olhasse, uma pessoa importante para mim, podia ser minha mãe, minha irmã, uma inglesa aí ou um de meus amigos de verdade. Na real, já olharam e ajudaram e agora é minha vez de tentar me ajudar.
Eu me apego muito às pessoas e ainda penso demais, tomara que eu seja um dos gênios do século XXI e meu nome fique guardado nos livros de história.
Odeio insônia, odeio o mesmo tempo que a amo, pois é esse  resultado de uma noite mal dormida: Um escrita eficaz e boa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

I feel free

Hoje abri os olhos e vendo o teto pensei que seria um dia diferente. Diferente o suficiente apra mudr minha vida. Momentos, segundos ou pensamentos mudam o rumo de milhões, hoje o responsável por essa mudança fui eu.
Acordei com ideia fixa que posso alcançar a felicidade por outros caminhos que não o mais fácil, mas o que me dará mais prazer. Pensei em lágrimas que podem vir, mas lembrei de todas que já derramei, por raiva, dor, angústia. Me coloquei no meu próprio personagem, aquele que pensa mais em si e no presente do que nas consequências de amanhã.
Posso ser do tipo bem estouradinho e nervoso, gênio forte e capacidade nata para liderar. Mas mesmo com tantas discussões, pouquíssimas vezes passei por cima da opinião de minha mãe ou minha irmã. O gênio forte vem do caráter e da família, mas o respeito pelas opiniões existe. E, mesmo as poucas vezes que passei por cima de opiniões, eu fiquei remoendo na minha mente o porquê fiz isso.
Dessa vez, acordei e pensei que sou dono dos meus atos e a única pessoa responsável pelas consequências deles sou eu mesmo.
Fui no Senac-SP na lá, a mais ou menos 1h30 de casa, fiz minha inscrição para o curso técnico em Teatro. Liguei na cultura inglesa e vou terminar meu curso avançado de inglês tentando o CAE no final do semestre que vem. Darei aulas de inglês na semana e aos sábados. Farei meu melhor e se Deus quiser estudarei o suficiente para passar na USP em 2012 ou 2013, mas eu não desistirei agora, eu vou pra frente vou ter gosto de estudar, de ler, de chorar de cansaço. Terei orgulho de mim e de meus objetivos, os quais eu vou alcançar um por um!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Passos perdidos

Vivendo aprendi muita coisa, sei que ainda tenho muito o que aprender também. Um dia, uma pessoa especial me ensinou que devemos dar valor ao nossos amigos, correr atrás de nossos sonhos e fugir daqueles que nos fazem mal inconcientemente. Me ensinou também o sentido da palavra amar, o único problema foi não estar pronto para isso. A vida é constituída de sentimentos e aprendizados, e um dia você vai utiliza-los de alguma maneira, quando menos esperar!
Somos donos dos nossos atos, mas não dono dos nossos sentimentos...

(Rubem Alves)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Estaca zero



Essa coisa de Blog pode ser um diário virtual. E assim quero considerá-lo. Um diário que só eu leio e mais ninguém. E hoje, mais um dia se passa e eu volto a escrever aqui.

Às vezes me pergunto se é tão errado sonhar. Pode não ser, mas de acordo com alguns que conheço eu sonho alto de mais. Será que é sonhar alto de mais, ter meu quarto com vista pro mato, um quarto com chão de madeira, cama macia e um pouco de chuva lá fora num domingo de manhã com a pessoa que eu gosto do meu lado e nada mais?

Será que é sonhar alto poder subir em um palco e representar um Orfeu, um Romeu ou mesmo um Judeu? Receber aplausos e sorrisos de pessoas que talvez tenham tido um dia difícil e queriam algo para sorrir?

Será que errei tanto para não receber aprovação da minha mãe e da minha irmã para isso? Se eu menciono a palavra "ARTE" em casa, choram, me crucificam ou algo do tipo. Mal sabem o quanto eu que odeio chorar, choro por isso. Talvez uma palavra "VAI", me faria dar saltos até a lua. Mas para quê?
Pensam que tenho que ganhar dez mil por mês, viajar o mundo quando só me importo com meu quarto com chão de madeira e ir para Paris só mais uma vez.

Dos amigos não tenho o que reclamar, eles me dão o ombro quando eu pedir e não digo esses amigos da Paulista, dos quais poucos se salvam. Digo amigos que me têm desde que os conheci, digo o Uedson, a Mary, a Ná, a Thata, o Will e a Thaís por exemplo. Eu é que as vezes não os valorizo do jeito que teria que ser.

Meu coração? Isso é o que mais me dói. Pensei que estava tudo certo e teria alguém para me escutar de um jeito diferente, mas amar é armadilha. Amor é um piso fofo de pele de cordeiro com uma armadilha no meio, se você pisa você já era. Eu pisei. Também não sei o motivo. Ficar remoendo e remoendo corrói o pouco que sobrou e me dá medo de poder arrumar uma garota que preste.
Será que sonhei alto de mais mesmo?

Ver-me na estaca zero de novo me dá tanto ganas de continuar como parar e repensar se sou um fracasso. O garoto que teve mais apostas para o futuro se fudendo desse jeito. Eu queria que com as lágrimas as dores fossem embora, mas não vão.

Não tô mais remoendo o passado, nem me preocupando tanto com o futuro, um certo alguém me ensinou isso depois de eu tanto orar. Se hoje fosse meu último dia, eu até que agradeceria a Deus, entretanto o mais importante agora e limpar do rosto as lágrimas e seguir meus caminhos sem que nada mude.

Vou continuar sonhando com minha cama fofa, chão de madeira e vista pro mato, mesmo que acorde sem ninguém do lado e tendo que enfrentar jornadas de trabalho só para manter aparencias, afinal de contas, é isso que todos esperam de mim e já que não tenho mais tantas forças para sorrir e fazer os outros apreciarem a rte em cima de um palco, apesar dos apenas dezoitos anos, vou ser.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Corredor

Hoje eu corri como um louco pelas ruas sob a neblina da serra, corri rindo muito por causa da chuva que queria molhar meu diploma tão suado de francês. Corria e ria, e lembrava cada instante, cada segundo que passei rindo e correndo como já corri. Amei o momento, ria e ria, mas não ri quando olhei para o meu lado e lá você não mais estava, ou vocês que sejam. Vi que estava sozinho numa rua vazia, à noite numa cidade serrana, vi que isso não valia. Mas sabe, não desanimei não, afinal, a gente pode olhar para trás, mas para valer a pena é pra frente que temos que ir, virei a cabeça, corri e sorri.

domingo, 24 de outubro de 2010

O que a dor faz

Ontem me mataram
Hoje ressucitei
Amanhã matarei

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Os melhores momentos da minha vida até agora

Quando eu quase caí numa fonte perto do metrô conceição

28/11/10 Quando fui no bar verde e depois cantei no Brit Pop Choir da Cultura Inglesa

Quando abracei minha avó em 2006

Quando chorei na frente de toda a escola, fazendo meu discurso de despedida em 2009

Quando abracei meu amigo Igor quando eu tava mal

Quando olhei para a Laura deitado na grama em Stanbourough Park na Inglaterra

Qdo conversei com a Laura no Centro de watford

Quando recebi elogios pelo meu desempenho no teatro Macunaíma

Quando a Profº Loide me eloigiou por ter atuado bem no chá literario como  Bentinho de Dom Casmurro

Quando fiquei bêbado pela primeira vez

Quando vi a Torre Eiffel pela primeira vez, dentro do metrô de Paris Ouvindo Música Brasileira ao vivo tocada no acordeon

Quando viajei de Balsa no Canal da Mancha

Quando toquei Carla Bruni na Aula de Francês com a Anita e com a Patrícia

Quando li a Carta para a Anita e Patrícia na última aula de francês do Curso de Francês

Quando enganamos a Mary na primeira vez que ela andou de ônibus dizendo que tínhamos pegado o onibus errado

Quando bloqueei a Rute no volei duas vezes seguidas

Quando estava na casa da Vo na ná, com a ná, nê, thata e robson

Quando imitei um italiano no curso de teatro do Paulo Eiró

Quando fui no cinema com minha mãe e com minha irmã

Quando tomei Starbucks com a Mônica e acertei o dia do niver dela

Quando eu estava na Paulista no meu niver de 18 anos

Quando eu fico conversando com minha irmã de noite e depois ela num se lembra do que a gente conversa

Quando eu e o Muraro burlamos uma regra de um prédio para chegarmos na sacada

Quando em 30/09/11 E e a Helô ficamos conversando no Kroke na Lapa sobre mil coisas e fazendo leques de jornal



*Em vermelho estão os 3 melhores momentos, PS: estão em ordem aleatória

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Feliz novo Ano pra mim: 18 anos na real

Ultimos momentos vivendo como menor de idade. Momentos vividos até agora de uma maneira, muito normal, pouco atribulada, sem muitos problemas, não daria um enredo muito bom em um cinema. Uma história qualquer de poucos problemas, em geral curriqueiros.
São dezoito anos que não podem ser contados em um dia, são tantos anos que nem me lembro direito do que passei, ninguém se lembra. Concordamos ao menos que é uma vida completa, que poderia ter fim, afinal ao menos 1/5 dela já foi vivida.
Eu tenho meus sonhos, já alcancei v´rios, mas vários objetivos mesmo. Sou um cara quase trilingue, despojado, serio, bonito ou a menos aquele cara que parece que tem o tal do "futuro"
Não, pra mim já chega essa bosta de futuro, essa bosta de coisas tristes que vem na minha cabeça. Sou serio, apra já epnsar em casa e carro em estabilidade. Eu penso agora em apenas escrever minha historia, seja com uma caneta falha em linha tortas, ou um papel solúvel à chuva. Eu ESCREVO minha história, poruqe ela só pertence À mim e a ninguém mais.
Eu escuto o que eu quero, eu é quem faço e tomo minhas decisões. Sou eu quem ri e que chora, sou eu quem penso e por vezes implora. SOU e mais ninguém e eu SOU quem eu quero que eu seja.
Eu sou tristeza, sou felicidade, sou ator, suo ator. Sim eu Suo também, e meu suor é feito de esforço.
O futuro que se dane, afinal ele é a ilusão que o homem escolheu. O ontem já passou e não volta, que quando o amanhã chegar ele não será mais futuro, e sim um presente que acabou de passar. Futuro é ilusão. Planejar sem acionar o botão de partida é burrice.
Chega de burrice par aumc ara que já tem 18 anos.
EU AMO, EU ODEIO, EU SINTO, EU DIGO EUEUEUEUEUEU, PORQUE eu sou EU e não sou mais ninguém. Cada um que viva a sua história. A minha pode não aprecer enredo de cinema, mas ainda vai ser, ainda será. Porque eu sou forte, e sei quem eu sou e posso SER. EU sou JEFFERSON, ou simplismente um Francês que não nasceu na França ao qual chamam de JEFF.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Re-pensando

2010 tem se revelado um ano bem negro para mim. Não que isso seja muito ruim, pois os rabiscos de um giz branco são melhores observados com um fundo negro. É isso que venho fazendo, o fundo da história pode estar obscuro, mas a história está clara, sendo escrita em um branco vivo.

domingo, 19 de setembro de 2010

Uma visão panorâmica em 17 anos

Era uma vez um criança que passava o dia assistindo Pokémon e inventando histórias com seus bonecos-heróis, Essa criança se tornou adolescente e descobriu que podia se comunicar com pessoas do mundo todo usando palavras que não eram de seus idioma e se apaixonaou por isso. Ao longo dos anos, descobriu o Brasil e alguns lugares por aí, se apaixonou por isso também. Descobriu que não nasceu para exercer funções na área da saúde, mas que podia ajudar as pessoas de uma outra maneira. Descobriu amigos de verdade e foi descoberto por amigos que pensava que eram de verdade, mas que na realidade eram de cera e derreteram com o fervor e o calor do dia-a-dia apertado entre trabalho e estudo.

esse mesmo garoto já está se tornando um adulto (se já não é) e descobrindo que gosta de festa, gosta de ser responsável, gosta de amar e ser amado por todos ao seu redor, gosta de passar um domingo frio assistindo um filme na TV (legendado ao menos), tomando leite com nescau e ao lado dos amigos e amigas.

Um garoto que por vezes pode ser afobado, mas é só escutar uma música da Carla Bruni que se acalma. Um garoto que quer sumir às vezes, mas que também não para de falar. Um garoto que alguns chamam de Francês outras vezes de Jeff, um garoto que sou EU.



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O poder do silêncio

Para um poeta não é tão fácil escrever, para um ator a atuação além de arte é desafio. Para sonhadores é complicado diferenciar o que é solidão de calmaria, não só para sonhadores, mas para muitos outros, como eu.
Estou vivendo bem ultimamente. Estou a tentar enxergar horizontes sem tirar os pés do chão, paro para pensar no "nunca pensei que" e vejo que realmente o que chamamos de futuro é imprevisível. Lembro de cada situação que passei quando era criança e não tinha ciência alguma de como seria o hoje.
Há um ano afligia-me com as escolhas de faculdade, curso, trabalho e etc, e acabei meio que quebrando a cara, só meio que, pois aprendi muito, mas aprender hoje dói muito né?
Hoje não sei se tenho medo ou se sou o mais corajoso, talvez o que atrapalhe meus sentimentos seja só muita calmaria... ou muita solidão

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E se você ganhasse na Mega-Sena?

Meus sonhos sempre disse que são muitos, mesmo assim sempre vou ter a última esperança para que alguns deles sejam realizados.
Atualmente cortei alguns sonhos para que eu não me iluda, e acho que estou certo. Antes tinha uma lista com quase trinta coisas que levam anos para se aprender, como piano e alemão, por exemplo, mas acabei aceitando que nessa vida ou juventude esses sonhos ainda não são possíveis.
Tudo bem, mas e se eu ganhasse na Mega-Sena. Digo, uns 50 milhões ou mais. Algo bem grande mesmo? O que eu faria?
Além de estabilizar minha vida e da minha família eu iria investir em uma arte que sinceramente amaria ser tanto ator, diretor, produtor, etc >> Cinema.
Acho que com essa grana algumas produções médias e grandes poderiam ser feitas em parceria com grandes produtoras e atores. É claro que não perderia a chance de me auto-promover numa circunstância dessa, mas devagar, pois investiria em mil aulas de teatro e tudo que nele se encaixa para não fazer feio ao lado de bons atores nas minhas produções. Gostaria de tirar os Enredos de livros, tais como o "crime do Padre Amaro" ou "Dom Casmurro" e também enredos meus e de gente que merece oportunidade no Mercado da mídia.
Acho que isso me faria feliz, iria tomar alguns anos da minha vida e me colocar no mercado que eu sempre sonhei que é o das artes cênicas em geral.
Esqueci de mencionar alguns detalhes. Talvez eu teria algum lucro ou dinheiro como retorno das produções. Investiria em uma ou duas produções estrangeiras, ao menos uma na França (e é claro que gostaria de atuar em tal filme), e quem sabe outra no México ou Espanha (que são cinemas que eu curto).
Acho que seria uma ótima opção. Caso mais dinheiro tivesse, investiria na costrução de um teatro para nosso próprio grupo de teatro que é claro, já teria em mente, um pessoal que estudou teatro comigo no Paulo Eiró e que tem muito talento.
Seria o suficiente para trazer, talento e fama ao mesmo tempo a mim e algumas outras pessoas. Agora é só torcer para essa bolada vir.
E você o que faria com algumas dezenas de milhões na sua conta?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Orgulho e Preconceito

Desculpe-me nossa amiga Britânica Jane Austen, de quem roubei o título de seu livro (Pride and Prujudice) para pôr aqui no título de meu post, mas foi necessário. Vim falar sobre esse dois assuntos em especial o segundo. O livro de Jane tinha um foco mais romântico realista em suas linhas, nessas poucas que escrevo tem um som mais familiar realista.
Sempre convivi com esses dois sentimentos tanto comigo como contra mim. É claro que me sentia orgulhoso de ser considerado o melhor da sala, o nerd, mas me punha para baixo para não parecer arrogante. Tive preconceitos com pobres, ricos, gays e lésbicas, diferentes, pops e rocks, músicas e danças.
Acham que nunca foram foram orgulhosos comigo sem pedir desculpas, pisar em mim por serem  melhores em algo? Acham que nunca foram preconceituosos comigo por ter olho puxado, não saber futebol ou ser o "nerd" (rsrs).
Tudo já aconteceu e na pequena experiência que tenho estou aprendendo muito sobre Orgulho e sobre Preconceito.
Lição 1 - Orgulho é bom, mas bem dosado, é bom ser orgulhosos de tentar ser o melhor no que se faz, é bom ter um pouco de orgulho para pedir desculpas e ceder, é bom! Faz bem quando ele é dosado.
Lição 2 - Preconceito não é de nenhuma forma bom, já diz, "pré-conceito" = um conceito pré-definido, antes mesmo de conehcer o assunto ou pessoa pela qual a tem.
Ás vezes a gente assuta quando vê uma coisa diferente da nossa realidade, ou acham mesmo que um paupérrimo não acharia estranho um ricasso em sua favela ou vice-versa? acham mesmo que um punk aceitaria de bom um gay no seu grupo ou ainda um brasileiro sendo ótimamente aceito no Nepal sem nada falar em nepalês e nem em inglês?
As vezes um choque assusta, mas como os choques literais, passam rápido e pronto. O problema caro amigo, é se esse choque permanecer, aí digo que você está em mal lençois perante sua mente, ou ao menos deveria estar.
Agora que estou trabalhando em um hotel, estou vendo como é enriquecedor trabalhar com as diferenças entre pessoas, os simples, os ricos, os estudados, enfim, é rico trabalahr assim. Por vezes você para e olha e vê como as diferenças também atrapalham seu crescimento ou de sua comunidade, do Brasil, sei lá, e aí você deprime. Logo mais, você se dá conta que assim é a vida, assim vai ser e não adianta ser banhado por Orgulhos e Preconceitos que a única pessoa que saí perdendo é você. A única pessoa que sofre é você.

OBS.: Perdão se meus posts são longos, é só assim que consigo ser explicativo :)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Uma história de Paulistano

Era dia e Teodoro estava no trabalho na fashion e cara Avenida Ibirapuera em São Paulo, trabalhava no setor de comunição interna e Endomarketing de uma multionacional alemã instalada no Brasil há quase cinco décadas. Tinha dias corridos, já que era um dos responsáveis pelos temas das pautas na revista interna e ainda tinha que ter certeza que todos receberam os comunicados internos (que eram muitos), sem contar os eventos onde tinha que ser o "cabeça" tanto os de diretoria realizados em hotéis de luxo, como os eventos para funcionários, que eram mais simples em nível e mais complexos em gastos e planejamento.
Tinha apenas 28 anos, porém era formado em Publicidade e terminara Relações Públicas, sem contar o MBA em comunicação institucional. Morou um ano na Alemanha, onde aprendera a língua saxã, mas dominava muito bem o inglês, o espanhol e o francês, além de sua língua materna, o português.
Era noivo havia um ano e os gastos com casamento, carro e casa, além dos móveis e viagem de lua de mel, enchiam-lhe a cabeça. Estava mal, dormindo pouco e trabalhando muito. O salário era bom, disso ele não reclamava, sempre tirando seus 7 mil por mês.
Balada, quase nunca ia, e se ia não costumava dançar, não tinha tempo para isso. Entedia muito de história e geografia e não deixava de saber de matemática. Tinha que dar atenção aos amigos que eram todos de bolhas diferentes, aqueles da faculdade, aqueles do Ensino Médio (três apenas com quem mantivera contato),  um ou outro da igreja (a qual não frequentava há anos), e ainda aqueles que conhecera na internet quando adolescente e mantivera contato. É, caro leitor, a vida de Teodoro não foi tão fácil, não mesmo, e não estava sendo, sempre sob pressão, mas ele cria que as coisas mudariam. Já mudaram na realidade. Nunca pensou que ia ser fác...

A maça caiu da macieira e acordou Teodoro, lá estava ele dormindo embaixo daquela árvore, o violão estava ao lado junto com o livro de inglês. Acordou meio zonzo e viu que o sonho não valia a pena, para que viver para o dinheiro, estava muito melhor daquele jeito ali, 17 anos, estudando teatro na federal da pequena cidade, tocando violão embaixo de uma árvore com os amigos de vez em quando, e aprendendo sobre cultura brasileira e inglesa como gostava. Para que exagerar em tudo? Para que duas faculdades, MBA, experiência fora, idiomas e altos cargos com responsabilidades imensas que faziam-lhe perder a vida? Não, não, Teodoro sabia a essência da vida, e sabia que ela seria curta demais para arrependimentos futuros. Ele sabia, será que eu sei? Será que você sabe?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Me odeie, mas...

Me odeie, mas seja honesto comigo. Ponto.

Por esses dias descobri o que mais acho insuportável em uma pessoa. Não é vê-la olhar para mim com desdenho, com humilhação em seus olhos ou ironia em suas palavras, é claro que tudo isso chateia, mas no geral não é isso. Não ligo que gostem de mim ou não contanto que sejam honestos comigo, contanto que sejam íntegros, contanto que conservem uma moral perante minha pessoa.
Pensem comigo, sigam essa linha. Honestidade é um comportamento, e sério assim podemos dizer, já que condiz com todos os campos do conehcimento humano ou divino. A divindade é honesto, pelo menos há de ser. O mundo não é desonesto, mas as pessoas que o compõe. Se as pessoas de uma comunidade pequena (refiro-me a de grupos a cidades) forem honestas entre si, paz existirá além é calro de desenvolvimento, agora caso não forem, pregresso será exclusividade de alguns.
No lado pessoal imagine seu relacionamento com outras pessoas. Caso você seja um idiota sem moral, suas mentiras não te afetarão, mas você conseguiria colocar a cabeça no travesseiro lembrando que você já roubou alguém, mentiu, ou mais generalizando foi desonesto com alguém? Pense nisso e vi o quanta desonestidade já rolou contra pessoas ao meu redor e porque eu pensei, passei mal e vi que desonestidade é fod*.
Talvez, pior ainda seja aquela desonestidade contra si próprio. Sobre mim, Jeff Venturi (J.R.C), digo que já fui desonesto comigo mesmo e ando sendo algumas vezes e apesar d esofrer um pouquinho com isso não é algo que me mata, mas quando vejo injustiça com os outros eu fico mal. Se sou desonesto com outros? Não posso julgar a mim mesmo, mas diria que não, acho que isso só me prejudicaria. E você, é honesto?

sábado, 28 de agosto de 2010

Possibilidades

Estou assustado com esse mundo, estou assustado comigo. Informações chegam rapidamente e confundem minha mente. Erro e nem sei se é erro. Sou fraco e não consigo ter uma vida de pobre que pobe não quer ser e acorda as 5h e dorme só 0h pois estuda e trabalha o dia todo. Vou perder sorrisos, amigos, vida e saúde assim. Rico? se eu fosse amaria ser, não sou, mas não faço questão de ser, apenas ter o que me é suficiente e um pouquinho mais, isso mata? Só quero viver feliz e em paz? Possível ou não?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

L'amour, ça ne vaut rien! > O amor não vale nada

Calma, não estou querendo dizer nada com essa frase. É apenas uma das partes da música "Amour" da Carla Bruni. De fato, todo mundo quer dizer isso tem hora. Eu tive meus momentos e não vou mentir que foram meio chatos para mim, mas essa coisa de gostar de alguém é simples. É a lei do "quando um não quer dois não brigam", em suma, ou você gosta de alguém e é correspondido ou é rejeitado. Você gsota e fica ou não necessariamente nessa ordem e as coisas vão acontecendo.
Li num blog de um amigo em comum com outros amigos um post curto, mas bem jeitoso que tudo tem seu lado bom. (Blog de CaioScheleger). Não me recordo se já postei aqui a lei de Pollyanna, livro de Eleanor H. Porter publicado em 1913, a história de uma menina em cadeira de rodas que apenas enxergava o lado bom das coisas, por mais que fossem ruins.
O amor ou paixão ou qualquer coisa que você considere como tal tinha que ser obrigado a funcionar da mesma maneira. Mas o ser humano é tão passioanl que mata e morre por amor, vive e vegeta por ele.
Sinceramente, vou ver como Pollyanna viu as situações a ela colocadas. No meu caso e acho que no de muita gente, é bom pensar que se as coisas não deram certo é porque se dessem tal paixão/amor só poderia atrapalhar nossas vidas, se não deu certo é porque não somos bons suficiente um para o outro, justo como dois pedaçoes do quebra-cabeça que não tem encaixe ou um pé maior que o número do calçado. O lado ruim? Sonhos e pesadelos e pensamentos que ficam, mas também que vão. Afinal de contas, uma coisa todos sabem, na maioria dos casos o tempo é o único capaz de solucionar problemas.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Por que falar outros idiomas?

Estou quase optando para aprender italiano, mas estudou um pouco receoso e por isso decidi escrever aqui o porquê quero e é necessário aprender vários idiomas. Primeiro porque sou brasileiro! (rsrsrs) em todos os bons sentidos, o brasileiro é o povo mais hospitaleiro do mundo e está sempre tentando ajudar os estrangeiros a se comunicarem. nad amelhor então do que saber se comunicar no mesmo idioma que seu hóspede. Segundo que infelizmente o português não é um idioma visado no mundo.
Outros motivos nos levam a querer aprender idiomas. Inglês é primordial, e dos melhores possíveis, às vezes pode não ser requisito para entrar em um empresa, mas é para crescer lá dentro. Na hotelaria que é a área que estou trabalhando é o mínimo que temos que ter. O Espanhol é bem aceito, visto que somos a América Latina e 90% dos países aqui falam espanhol. Pode ser um idioma compreensível, mesmo assim o português não o substitui.
O francês, depois do inglês, é o idioma mais ensinado ao redor do mundo, a França é uma grande potencia mundial, além de referencia em diversos campos do conhecimento. Tradicional em seu estilo é um país que não questiona o uso do inglês em seu território, mas também não deixa de olhar feio para quem não sabe seu idioma. culpa de Napoleão, rsrsrs.
Alemão, a língua de Hittler, é um idioma considerado por muitos, feio ou difícil, mas sabendo ser sério e responsável no seu trabalho, oportunidades em empresas alemãs não vão faltar quando se fala o idioma.
Italiano entre as G-6 dos idiomas é a mais inibida, mas uma língua cativante, atraente, mesmo que por vezes pouco útil quando aprendida por ser aprendida, mas se a tem os horizontes aumentam, disso não a há dúvida.
Chinês é o idioma do futuro, mas sinceramente me irrita um pouco quando a escuto, prefiro essa coisa Latina e Saxônica.
Por que eu falo? O inglês porque é essencial, mas também é o único que posso usar se um dia for para a Turquia ou para a Grécia. É comunicável. Francês porque amo a cultura francesa e ele me abre portas. Espanhol ainda não falo quase nada, mas estou para aprender, mesmo que isso demore uns 2 anos. Digo o mesmo para o Alemão. Chinês não aprenderei, e italiano, vou dar um jeito e aprender

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O novo adulto

Estudar e investir enquanto novo. Isso é o que todos falam. Bom, estão certos. Mas é difícil entender isso quando novos somos. Cursos profissionalizantes, Faculdade, MBA, especialização, quem sabe experiência no exterior, conhecimento em informática, Excel avançado por favor, inglês já não é suficiente, há que saber mais do que isso, experiência de trabalho comprovada em carteira e além de tudo isso há que ser pró-ativo, boa fluência escrita e oral além de uma ótima relação inter-pessoal e atendimento ao cliente em excelência. Ufa, sobrevivemos a primeira etapa do que é ser um novo adulto. Esse da segunda década do século XXI. Para se alcançar isso levam-se no mínimo uns 6 anos ou mais após o término do Ensino Médio.
Após essa etapa vem a Etapa do trabalho sem cessar, é aquela que não é necessário ficar estudando e trabalhando ao mesmo tempo, porque você já é o competente perante seu contratante e tem capacidade de gerar recursos para sua respectiva empresa. Legal, mas aí vem a responsabilidade, A de trabalhar direto e sem parar. Seus recursos também aumentam se for sábio o suficiente para saber economizar, vai conseguir estabilizar a vida mais facilmente, mas sua responsabilidade aumenta e você ganha postos invejáveis e não pode parecer o cara legal que gostaria de ser, pois está a procura de gerar recursos. Ok, isso pode até mudar um pouco, mas mesmo assim suas responsabilidades são as maiores.
Daí paralelamente a essa vida profissional você oficializa seu namoro, noivado e vai casar. Comprou o apartamento ou casa e mandou dar um up nele, comprou os móveis e mandou uma decoradora ou decorador de inteirores dar um up também em sua residência. O carro você já tem. Está certo que você se apertou um pouco agora, mas já está estável vamos assim dizer.
Casou numa bela festa em um hotel ou sítio da região, fez uma lua de mel (Ah essa pode variar de Grécia ou França, Fernado de Noronha ou Buenos Aires até Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul). voltou.
Nasceu seu primeiro bebê. Se você é homem ainda está nas alturas, pois imagine uma mulher nesses mesmos sapatos? Considerando sua posição de pai responsável monta uma poupança para seus 1 ou 2 filhos (que é o considerável para o mundo caro de hoje). Uma vez na vida viaja, passeia quando dá, os filhos crescem e te enchem o saco, saem de casa e trilham esse mesmo caminho de um jeito diferente.
Todos sempre tentaram ao menos ter essa vidinha, mas é uma vidinha até rentável. O difícil é aceitar que isso é e será dessa maneira ao menos que ganhe a loteria ou morra antes do tempo.
Ser um adulto a partir de agora não é fácil, exige esforço, mas também não é impossível. Tornar-se um classe média para a próxima década também não é tão complicado, mas exige esforço.
Vai topar o desafio ou vai ficar pensando na vida como eu pareço estar? (rsrsrsrs).

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

1 mês trabalhando

Estou escrevendo do trabalho. Impressionante, não? Sim, um pouco, mas certamente tive meus motivos apra vir aqui. Estou amando trabalhar em um hotel. Mesmo assim a cabeça de um jovem de 17 anos é pequena demais para entender coisas que são necessárias entender, como por exemplo: Como entender que uns tem tanto e com minha idade já têm casa e carro próprio e só tem que se preocupar em terminar a faculdade paga pelos pais e trabalhar para pagar despesas muitas vezes desnecessárias?Pergunta meio revoltada, concordam?
Eu sou do tipo que tem que trabalhar uma vida toda para conseguir todos esses objetivos e suar frio para que eles dêem certo. É certo que a primeira opção é sonho de todos os jovens e a segunda a realidade da maioria. Não reclamo de trabalhar não. Está sendo uma maravilha, experiência única. Um hotel em desenvolvimento, experienciando um relacionamento com o cliente e crescendo em mente.
É certo que ainda dá aquele aperto no coração quando olho para trás e vejo que não sou mais criança, mas dá sede de trabalhar e correr atrás dos objetivos. Infelizmente 95% envolvem dinheiro, o que nos torna um pouco ambiciosos.
Ainda me perco pensando em inúmeras possibilidades de trabalho que tenho pelo caminho, num futuro próximo, mas isso não impede de me dedicar onde estou. Vale a pena sabe, cada minuto, e o tempo voa.
Tudo bem que se perde um pouco do que nós jovens chamamos de "vida social", mas nada que diminua o amor que tenho pela minha família, meus amigos, pela música, pelo teatro, pelo violão, pelo inglês e pelo francês. Acho tempo para tudo.
Tenho que analisar o que vai ser mais importante para mim nesse jornada que possuo pela frente e correr atrás de recursos para sanar as necessidades materiais de um homem, né? Casa, carro, amor... Enfim, volto a comentar mais sobre essa vida depois, incluindo minha volta aos estudos de inglês na Cultura Inglesa.
Boa Leitura do blog :)

domingo, 25 de julho de 2010

Sinais

Hoje tive um dos sonhos amis esquisitos da minha história. Geralmente esqueço os sonhos, mas esse acho que vou lembrar.
Primeiro estava em um ônibus com minha mãe e irmã indo apra itapecerica da serra. O ônibus só aprou dois pontos depois e xinguei o motorista, minha mãe e irmã decidiram não ir mais comigo. Estrassado atravessei a rua sem ser na faixa de pedestres e peguei um ônibus. Logo depois vi que na realidade er aum metrô ou um trem e havia duas estação até o centro de itapcerica, lá um colega meu com quem pouco falei ate hoje veio me perguntar sobre teatro, daí disse para ele que é algo que varia muito mesmo, às vezes pode-se ganahr pouco e às vezes muito, mas o que mais importa é o que ganhamos exercendo tal profissão. O metrô parou ele saiu e eu encontrei outro amigo com o uniforme da esola. Acordei.
Acontece que ontem fiz uma lista dos cursos e faculdades possíveis para um pobretão como eu, e acabou que ano que vem só me é possível cursar ou hotelaria na Liberdade durante dois anos no período da manhã ou Teatro por três anos de manhã no Campo Limpo.
Hotelaria serveria mais, mas a porra do teatro ainda fica na minha mente, por que? Eu quero odiar isso, mas não dá, não dá... Só me fodo...
Será que esse sonho foi um sinal?

sábado, 24 de julho de 2010

Pas Plus et tous les jours - Não mais e todos os dias

"O importante é ser feliz, aprendrer com os erros e errar mais um pouco"

Ontem bebi um vinho de "primeira", tanto que me custou cinco reais e em cinco minutos tonto já estava. Lembro de tudo o que tenho que lembrar e sei que me diverti muito. Não digo que toda noite poderia ser assim porque preciso trabalahr no outro dia e daí já se viu a dor de cabeça.
"Alegre" fiquei só no fim da festa e mesmo assim pouco, como suspeitei desde o princípio não me dava conta da língua e do nada estava falando ou inglês ou espanhol ou francês.
Bom, acho que o pessoal gostou de mim também. Lembra que eu disse que estava me tornando muito sério? Pois então, ontem deixei isso de lado e me diverti pacas. Acho que diverti todos também.
Estou começando a desconfiar da frase "As coisas acontecem do jeito que tem que acontecer", talvez essa seja a maior desculpa do ser humano para nunca se magoar muito, talvez as coisas simplismente acontecem, mas não necessariamente porque tem que acontecer.
Talvez eu tenha me ferrado com algumas coisas ou dito algumas coisas que devia não ter dito, mas está ótimo assim. Agora é só viver mais um pouco, como no perfil do meu orkut: Faça o dia de hoje melhor do que o de ontem e pior do que amanhã, só assim se vive intensamente!

terça-feira, 20 de julho de 2010

O cobrador de Impostos

As pessoas costumavam e costumam falar que eu me cobre muito em relação a tudo o que faço e como ajo. É díficil não ser assim, devido à diversos motivos, mas se me perguntassem hoje quais meus defeitos isso estaria incluído. É bom sim se cobrar pelas coisas que acontecem, mas não podemos viver em função dessas coisas. Uma das coisas que mais me irrita é não conseguir ir do inicio ao fim em determiandas coisas (por isso faço o máximo apra chegar no fim das coisas).
Por exemplo, finalmente voltarei a estudar inglês, mas ainda são três anos e meio pela frente e se... (eu não conseguir terminar). Sabe? Coisas desse tiupo me incomodam, e acho que também à algumas pessoas. Eu já estou feliz por ter pulado quatro anos de curso, mas deveria estar bem mais. Estou feliz porque irei conehcer novas pessoa, ideais e ideias, mas assim essa questão do terminar fica em mente. Eu tenho que parar com isso e prezar mais a história de que temos que cultivar o caminho. Mas como eu disse em algum post anterior, se não disse vou dizer agora. Nãoq euro mais ficar escrevendo coisas tristes, mas mais reflexões e se algo triste surgir será em uma reflexão louca como a de baixo em francês (rsrs).
O que disse sobre esse "cobrador de impostos" que eu sou não é uma coisa triste não, na real, é, mas é uma daquelas coisas que eu poderei rir sobre. É algo que pode ser tornar cada vez melhor. Se tirarmos a parte futurista da coisa e curtir o momento, esse "defeito" se torna rapidamente uma qualidade, pois é nos cobrando que ganhaos certa responsabilidade. Afinal não serei um neurótico com o futuro nem um relaxado que só diz "tanto faz" pra as coisas.
Sobre minha rotina pessoal euq euria postar que o trabalho está bem legal e estou aprendendo muito, vou voltar a estudar inglês e no mesmo horário que uma amiga minha que amo de paixão, ela até tem um Blog também, mas há tempos não escreve lá. Sobre o violão eu retomo minhas palavras e falo que desanimei me cobrando por não tocar tão bem violão, não conseguir uma "música perfeita", sem contar que quero comprar um violão bom e não estou podendo, mas já estou me acalmando e sei que tocar muito bem mesmo exige muita prática e alguns anos (eu só tenho 5 meses de estudo).
A faculdade ainda me aflige, saí de fono e ano que vem pretendo voltar em algum outro curso, mas não sei qual, como e onde. Só espero que dê certo, mas não vou me preoucpar com isso agora, senão, volto a ser o perfeccionista futurista que odeio ser.

É bom rir de si mesmo e dos tombos que se leva, de querer esquecer os micos, mas não parar de rir ao lembrá-los. É bom elvar a vida a sério, mas saber ser um sutil bem-humarado a cada passo na estrada. É bom se cobrar o suficiente, mas se gastar com momentos de alegria e bohêmia que apareçam. É bom viver :)

domingo, 18 de julho de 2010

Quand il devient une étoile (Quando ele se torna uma estrela)

Oui, C'est moi. J'en vois aussi. La maison. Petite, mais bonne et belle. Je vois le froid qui n'est pas visible aux autres. Je vois le vent, même s'il veut se câcher. Oui, c'est froid maintenant, Je m'habille bien, pour ne pas être malade après bavarder avec le vent que je vois, je ne vois que lui! Oui il est beau, il danse entre les arbres, il rentre chez moi et il sort. Je vois plus, C'est le feu de ma cheminée, Le vent, qui maintenant devient petit fait le feu bouger. Je vois quelques amis autour de moi, Vins! Vins! Les plus bons, on les bois tous. On rie, on pleure, on parle du passé, du present et du futur. on prend un verre plus. On mange et on chante. Je vois la petit maison, elle s'en va et moi je volle, je sais la signification de ça, Je meurs! Oh mon Dieu, je meurs, je ne veux pas ça, Je veux des fils, des amis, de famille, des chiens et des chats, j'en veux, c'est pas le ciel qui me plaît même ainsi, C'est pas ça, Laisse-moi y rester. Là-bas, à la petite maison, tout près de la cheminée, avec des amis en buvant les vins, Avec eux, en rient, en pleurant, en bavardant. Dieu, Est-que tu m'écoute? Est-ce que tout est vrai? Oui, c'est vrai, sinon je ne vollerai pas, oui c'est ciel. J'ai été bon quand en terre. L'infer exist mon Dieu? SVP répond-moi. Je veux seul une autre chance, je veux mes amis, je les aime, je veux ma famille, je la respect, je veux ma maison elle est confortable. Quoi? Parle je t'écoute. Non, non, je ne vais jamais oublier la vie que j'ai eu. Mais, quoi? La maison avec les amis, ils étaient un tas d'amis... ou non? Combien étaient-ils même? Trois je pense, ou deux? La maison était petite, mais oú? Ne faîtes pas ça, Tout, mais pas oublier, j'en veux pas oublier. C'est froid, le feu s'est fini, Je vois la terre loin, non, c'est pas le terre. Je suis une étoile maintenat, qui ai-je été? Rien, je ne rappele qu'une petite maison, le froid et une cheminée. Maintenant, je ne sais pas....

Desculpem mas tive que escrever esse monólogo em francês, visto que estava ouvindo "j'y suis jamais allé" do filme Amélie Poulain (rsrs)

sábado, 10 de julho de 2010

Boas Novas

As coisas estão começando a ficar nos locais que deveriam estar. nada acontece por acaso, não acredito nisso. Agora ando escrevendo muito, como nunca antes, mas na maioria das vezes em papel. Acontece que decidi só postar coisas legais, engraçadas e do tipo. Nada que me ponha para baixo. Não que não irei postar coisas que acho desagradáveis ou não ser autentico aqui. Só que vou saber ser mais moderado ao escrever, afinal esse Blog foi criado apra expor meus pensamentos e ideias e se elas estão ou não de acordo com o que quero não podem inteferir em sua respectiva publicação.
Estou feliz por ter conseguido meu primeiro emprego e estar me dedicando ao inglês e francês. É uma pena parar a faculdade por enquanto, mas nada que me amedronte. Faculdade será um passo adiado por enquanto, mas ainda a terei.
Meus sonhos de teatro, de fama poderão vir também, ninguém sabe o dia de amanhã, mas deixe-me viver para viver e curtir cada dia por vez. Ontem, por exemplo, estive no rodeio de Itaepcerica da Serra no Show da dupla Maria Cecília & Rodolfo, médio, mas foi bom. Queria muito ir segunda, mas terei de trabalahr e terei outras oportunidade de sair com meus amigos. Amanhã vou no cinema com eles, já fico feliz por causa disso.
Vou ver se volto a estudar inglês na cultura inglesa, a melhor escola por aqui. Vou dedicar-me para que isso aconteça. Viu? As dúvidas foram feitas e respondidas e agora estão começando a serem sanadas da maneira que devem ser sanadas. Em questão ao francÊs só tenho que voltar a escrever no meu outro Blog, ele está meio abandonado XP...
Até o próximo post, com bons pensamentos, reflexões e mais histórias desses passos que estão sendo dados.

Obrigado Deus por deixar-nos [O Homem] escrever, sem isso eu seria um homem das cavernas ao pé da letra!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Back to the start

Estou nadando rumo à superfície, eu preciso agir rápido, caso contrário meu ar se acaba e eu ainda aqui sob a àgua. Nada me impede de dar os passos que eu sempre quis dar. Nada me impede de seguir e parar com algumas coisas que estão começando a me deixar mal.
Eu sei o nome para isso, descobri esses dias. Falaram-me que é falta de experiência, imaturidade. Não pude ser tão imaturo comigo nos últimos tempos, pude?
Escolhas precipitadas, caminhos desviados, preguiça, tudo isso tomou conta de mim até que eu acordasse. Na real, não tudo isso, não mesmo; Acho que só uma coisa atrapalhou: Essa coisa de perfeccionismo. É em muitas entrevistas de emprego o povo fala isso, xdxd, só porque é algo "simples". Simples para eles, porque para mim não. Eu sempre tenho que ser o melhor naquilo em que atuo, por isso essa cobrança toda. O pior é que essa cobrança vem dos outros e de mim também.
Será que eu ainda não percebi que homens e mulheres de sucesso existem pelos atos deles e pelo que fazem? o nosso presidente nem termino o fundamental e é o presidente, só o português mal falado ele fala e é o Presidente. Ana Hickman é uma mulher de muito sucesso tanto financeiro quanto pessoal e para isso também não tem faculdade. O Luan Santana, gostem ou não, está em todas e tem só 19 anos e sem faculdade. Eu tenho que me acalmar e correr atrás de coisas que me agradam muito, não será a minha faculdade que vai ditar meu sucesso, minha fama se um dia ela vier!!! Será meu trabalho, meus atos, minhas oportunidades! Nada mais do que isso! 
O que me adianta só ver e só observar se posso fazer?
"Nós somos os únicos responsáveis por nossa felicidade" Então deixe-me correr atrás da minha. As coisas ainda estão zuadas na minha cabeça, mas nada que não possa ser arrumado.
Eu tenho que parar de pensar que ninguém erra e que nenhum profissional possa errar, isso é mentira. Fora a divindade ninguém mais erra e olha que ela ainda pensou ter errado em ter criado o Homem querendo mandar o dilúvio (será que acertou mesmo?).
Agora já falei demais é agora é hora de agir demais...

domingo, 4 de julho de 2010

Esse meu orgulho

Será que eu errei? Será que fui muito precipitado ao escolher fonoaudiologia? Bom, não vou ser de rodeios nesse post.
Até agora sei mais ou menos o porquê escolhi essa profissão, eu gosto de tantas outras coisas e vivi a fantasia pensando que ensino superior para mim seria apenas estudo para preparar-me para o mercado de trabalho, esqueci que eu já teria de estar no mercado de trabalho.
Fui ignorante pensando que teria o dinheiro para sonhar: Teatro... história... diplomacia... e no final das contas, por raiva, pressao e burrice minha escolhi a área da saúde. Não sei por que nao escolhi hotelaria que eu gostava tanto... Ainda dá tempo, mas eu tenho que pensar e começar a trabalhar... Só isso de inicio.

Esse sim é um post "descarrego"
Estou aliviado

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cortes para uma bela vestimenta

Como eu reclamo de boca cheia às vezes ou sempre. Mas sabe, não é o reclamar que incomoda. O que me incomoda um pouquinho na realidade é essa coisa que dizem que amadurecimento é. Tenho certeza que foi esse o motivo o qual levou J. M. Barrie escreveu Peter Pan ou Jesus disse que deveríamos ser como as crianças são. Outro exemplo foi Antoine de Saint-Exupéry dizendo que todo mundo cresce, mas alguns nem se lembram de como eram quando criança.

Será que para amadurecer eu tenho que cortar muitas coisas que tenho em mente? Se eu fosse rico ou tivesse bastante dinheiro, talvez não, mas pensando melhor não posso me basear nessas estratégias, visto que “amor ao dinheiro” é o pior pecado segundo a bíblia. Acredite você ou não em Deus, acho que deves concordar com isso, o dinheiro e o poder sempre geram piores erros.

Talvez por isso eu deva estar escrevendo e tentando cortar varias metas, para não cair nesse erro de amar só o material e assim gerar mais erros e cair em mais armadilhas. Eu tinha várias metas para alcançar, tudo materialmente falando. Depois, não muito mais, outro dia, já eram menos que cinco e agora... São menos que cinco e não mais que duas ou três. Na real, todos os objetivos que inicialmente estavam comigo ainda estão, mas bem mais contidos. Sabe o que eu estou achando mais engraçado nisso tudo? Esse meu comportamento. Antes eu era louco por esse tipo de conversa. Onde você quer estar em dez anos? Quais seus objetivos? Que faculdade você quer cursar? Fala idiomas? Gosta de arte? Enfim, amava tudo isso. Acho que ainda amo, mas eu mesmo evito esse tipo de conversa.

Estou começando a me dar valor, e tento me manter mais “maduro” e o mais importante é que eu quero manter essa energia positiva em mim, de ir para frente, por mais que apenas um passo de cada vez possa ser dado, antes eu preferia dar pulos. E falo em alegria também, porque não me lembro, infelizmente, a última vez que tive um momento muito bom mesmo. Na realidade me lembro sim, alguns poucos momentos. Acho que o momento mais feliz da minha vida até hoje foi numa “capela” de despedida do ensino médio. É como se fosse uma reunião aberta para toda a escola ver nossa despedida do 3º ano. Falei um monólogo e dei flores a todos, chorei de alegria e de tristeza, sentimento esse que vai ser difícil encontrar de novo. Isso foi ano passado.

Já peço desculpas pelo tanto que eu escrevi até agora, mas eu estou precisando disso. Escrever. Estou precisando de momentos assim de novo, não de choro, mas de risos. Por isso que apesar desses cortes eu estou tentando me achar feliz. Afinal, se só triste eu ficar vou afastar a felicidade de mim. Se eu for feliz no pouco, no muito eu também serei.

Tem uns amigos meus que precisam ser citados aqui, São mais do que amigos de verdade, não importa onde estejam ou se faz tempo já que não nos falamos. Acho melhor não citar nomes, porque eles saberão que são eles se um dia chegarem a lerem isso. São quatro. Perdoem-me os outros, mas esses quatro foram os que mais marcaram minha vida. Um garoto e uma garota que moram no Rio de Janeiro, o garoto só o conheço pela net, mas é um amigo que quero ter sempre. A garota ainda vai ser uma ótima promotora ou seja lá o que ela for, ela vai ser a melhor, estudou comigo no primeiro ano e nunca me deixou mesmo que longe. Meu amigo que mora perto da minha casa e passa horas conversando comigo ou falando de faculdade, estudos, garotas e violão e uma amiga minha que eu quero matar... De beijos e abraços. Todo mundo pensava que eu era apaixonado por ela no ensino médio e ela só sabia falar “cala a boca, Jeff”, mas nós éramos apaixonados sim, amigos apaixonados, pois amigos como a gente não tinham. Talvez ela não saiba tudo de mim e nem eu dela, mas nossas almas se apóiam mesmo que por ligação. Ela sumiu, faz mais de meses que não a vejo, não sei o porquê, mas a vida é assim, feita de escolhas e elas nos levam para caminhos diferentes.

Antes que me crucifiquem eu estou falando aqui de amigos, não de amor e nem de família, essas são outras partes de mim.

Esses cortes me deixaram um pouco sem horizonte, mas não vão me deixar sem chão. Hoje só penso em trabalhar, estudar e quem sabe fazer um curso de inglês de novo, por mais que eu volte um ou dois módulos, quero pegar o tal diploma TOEFL ou IELTS General Training, acho muito importante para minha carreira. Nessa semana decidi que com o último dinheiro que me resta vou comprar patins e tentar fazer disso um esporte e um hobbie, porque do jeito que eu estou mal fisicamente e sedentário se eu não fizer nada vou apodrecer. Depois de tudo isso eu penso em mais, vou conseguir comprar meu violão e meu notebook e se Deus quiser ir para mais um intercâmbio, dessa vez no Canadá ou mais uma vez na França. Foram essas as últimas coisas que exclui sem contar o curso de Francês para pegar o diploma DALF C1. Até lá vou ter que me virar e me acostumar com essa ideia, que como vêem não entrou direito em minha cabeça. Caso contrário não as citaria aqui.

Espero que compreendam essa frase: “Cortes sempre são feitos, mas só para embelezar a vestimenta. Os meus estão sendo feitos e o terno vai ficar ótimo” (risos).