sábado, 19 de março de 2011

A vida é feita de momentos

Não quero e nunca quis usar desse espaço na internet como um diário. Longe de mim isso. Primeiro porque fui ensinado que diário são para meninas (quando foram feitos para todos) e segundo porque prefiro não expor minha vida 100%. Mas bem que eu poderia poder ter esse tal de diário.
Na quinta série, minha professora Débora, de Religião, nos falou que ela tinha um diário quando menor e nos aconselhou e ter um, porque à medida que crescemos começamos a rir dos nosso próprios erros, mancadas, gafes, amores e dores. Então desde lá venho escrevendo uma coisa ou outra, e podem estar certos de que riu muito com que escrevo. Feito esse comentário, digamos que esse site seja um semanário, resumo do que vivi e aprendi ou gosto de comentar. Algo que completa o que não consigo dizer com sons.
Já registrei cada aspectos da minha vida aqui, lembram? Comecei a fazer fonoaudiologia, mas hoje estudo teatro que é algo que me encanta e dou aulas de inglês que, para minha surpresa, me deixam muito feliz. Todos correm dessa profissão de ser professor, mas sabe, tenho descoberto como é legal isso, ainda mais quando as salas contribuem e querem estar com você aprendendo e se divertindo.
Continuo estudando inglês e conhecendo muita gente, e nossa, como estou feliz as pessoas me procuram, querem ser minhas amigas e amigos e conversar, falar merda, sair e se divertir, coisas assim do tipo são coisas que nos mostram como é importante sermos simpáticos e verdadeiros, unindo os dois alcançamos tantas coisas.
Ontem mesmo, na Lapa de SP, meus amigos do teatro levaram um violão e a voz e estávamos uns cantando numa calçada dali, nos divertindo, isso é felicidade né? Dinheiro é bom e ajuda muuuuuuuuito, mas nada melhor do que estar com quem nos ama e com quem amamos para dividir momentos da vida, afinal vida só temos uma é ela feita de momento. Nosso maior bem não é o dinheiro, mas sim, o TEMPO.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Grécia - Teatro - Édipo Rei

       Tivemos nossa terceira aula sobre história do Teatro, tentamos passar superficialmente por tudo que se revela na história da Grécia antiga. O que é bem impossível, visto de são séculos de histórias contadas em média de 4 horas numa sala de aula com vinte alunos pela manhã (sono).
Eu, sendo um grande admirador da história como já sabem, tentei prestar a atenção e rever o que sabia, tirando proveito e aprendendo o que não sabia. Para nossa mente é válida a interação que temos nas aulas e o que aprendemos com a opinião dos outros sobre pontos, por vezes, obscuros dos fatos ocorridos no passado.
        Dentre várias divisões a história grega pode ser dividida em Pré-Homérica, Homérica, Arcaica, Clássico e Helenística. Sendo a Última uma mistura entre gregos e macedônios após a morte de Alexandre, o Grande. É de valia aprofundar-se um pouco mais no contexto de Aristóteles, Sófocles, Heródoto, Eurípedes, entre outra "celebridades" da época, Afinal é no meio de uma sociedade em funcionamento que ideias e ideais tomam corpo e desenvolvem-se. Como Toda Sociedade, os Gregos tiveram momentos de auge e de queda, culminando com o domínio romano, pouco antes do nascimento de Cristo. Vale lembrar que eles sempre quiseram mostrar seu poder, assim como ainda acontece hoje com algumas nações.
            Mas, mais do que resumidamente, não podemos negar que foi ali, naquela península europeia, que diversas manifestação políticas e artísticas (seja no campo arquitetônico, histórico, filosófico e etc) tiveram importâncias tão grandes que nos deixaram legados usado hoje e retomados em eras e escolas literárias conforme o passar do tempo.




Teatro Grego

O teatro na Grécia surgiu como ritos em honra de Dionísio, deus do vinho.
Nos primeiros tempos o elemento dominante era o canto e a dança do coro.
A tragédia é constituída por uma parte falada e por outra cantada. Para Aristóteles o herói trágico não deve ser inteiramente bom, nem completamente mau, para que ele inspire terror e piedade dos espectadores.
Téspis de Icária é conhecido como o primeiro ator, interpretando uma personagem (o Deus Dionísio). Foi ele quem venceu o 1º Festival Dionisíaco em 535 a.C..

O primeiro teatro grego tinha capacidade para 30 mil espectadores. Era em forma semicircular, o palco era erguido a 3m do chão e o acesso era feito por rampas laterais. O coro ficava em baixo entre o público e o palco e havia uma plataforma acima do palco, para os deuses.
Para o ator tornar-se mais visível usavam-se longas túnicas brilhantes, grandes máscaras e coturnos (plataformas altas e madeira como sapato). A voz era muito importante visto o tamanho e distâncias do teatro grego.


A comédia grega também surgiu de ritos a Dionísio, porém pode ser dividida em comédia antiga e nova. A primeira (458 a 404 a.C.) tem como maior representante Aristófanes que tratava de assuntos como a política, a religião, a moral pública, os conflitos sociais, a paz e a guerra; a segunda (340 a 260 a.C.) traz o autor Menandro, já se voltando a vida privada, para o amor, as intrigas sentimentais, os prazeres da vida e a intimidade dos cidadãos.





Édipo Rei

Passando por uma Sebo ainda ontem, comprei um exemplar da peça grega e hoje, na média de uma hora, com concentração e silêncio a li. Não é à toa que é considerada uma das melhores peças da história. Uma história bem desenvolvida mostra opiniões fortes na época que ciência e politeísmo tentavam andar juntos. Édipo foi predestinado a matar o pai e casar e ter filhos com a própria mãe. Sabendo disso sua mãe o entrega para a morte, mas um camponês o salva e sendo criado como filho de rei de Corínto, ao descobrir seu destino, foge. Mata o Pai, rei de Tebas, e casa-se com a mãe, tornando-se rei. Uma peste na cidade porém só poderia ser vencida, segundo o oráculo, quando o assassino do antigo rei, Laios (pai de Édipo), fosse descoberto e julgado. Édipo promete descobrir a verdade, e depois de ser acusado por um sábio, tenta descobrir a verdade, sua origem. Julga-se eternamente culpado por ter cumprido seu destino, preferindo ter morrido ainda quando bebê... Minha conclusão: Realmente ele se f*de*. Fiquei com dó de Édipo, coitado... Enfim, uma peça que vale a pena ler :)

terça-feira, 15 de março de 2011

Corpo e Interpretação

Andar corretamente não é fácil não. ''Tarso, MetaTarso e Falanges" Ecoavam na  minha mente enquanto andar com gravidade zero dentro de uma sala de estudo. As velocidade foi aumentando e quando vi, já não era dono de meus ombros, mas sim o ar. Depois de uma bronca voltei a rigidez e leveza originais e melhorei o andar. Isso custou-me os pés no final de semana.
Para a aula de interpretação após um pouco de lúdico com objetivos de concentração pudemos nos expressar com o corpo em uma pequena cena. Depois com a fala.
Falando de mim, usei do estereótipo, o que foi um erro tremendo, mas em compensação por vezes vivi a personagem, o que era o objetivo. Falando dos outros, houve aqueles com que ri, com que me emocionei e com aqueles que nada senti. Em resumo foi um dia que valeu a pena e ah... vou mudar de profissão e virar padre... Afinal, essa profissão me persegue. Até gosto, me lembra do "O Crime do Padre Amaro".

terça-feira, 8 de março de 2011

E como vão as aulas de teatro Jeff?

Cheguei na Sala lá por 20 e pouco de fevereiro. Graças A internet conhecia um ou outro já, mas rostos novos era inevitáveis. Fechei minha mente e não quis saber de nada para evitar julgamentos prévios das pessoas naquela roda. Nem todos ali o fizeram e já começaram a dar rótulos. Por mais que não quisessem.
Na segunda aula, estudamos a influência pré-histórica nos primordios do teatro e vimos que rituais fizeram parte dessa construção. Ali, pouco a pouco, elementos teatrais se mostraram presentes em meio a ritos e mitos. Heróis surgiram, Semi-Deuses enfim. E vimos como tanta coisa criada lá atrás, mais de 3 mil anos até influenciam nosso cotidiano hoje. Qual história que não tem um herói, ou inicio meio e fim? Aula bem interessante, tanto que minha colega desenhou muito e outra dormiu, mas de atenção não pdoemos reclamar, somos exemplares. Todos.
Na primeira aula de corpo [Isso mesmo aula de corpo] Aprendemos a relaxar, e juro que entrei em extase, é dificil alinhar corpo e alma em um relaxamento, mas é possível. Conhecemos nosso corpo por partes e o corpo do outro também, pegando, isso sim, massageando, e com todo respeito acima de tudo. Dançamos para nos mexer ver um pouco da gente na música, o que sabemos ou não fazer. Nossa segunda aula [três aulas depois] e inclusive a última que tive até o momento exploramos ainda mais nossos movimentos, nossas articulações. Depois exploramos nossos planos de atuação. Desde deitados no Chão até encontrarmos o céu. MEUUUU, a Bárbara me ensinou a plantar bananeira (estou em fase de apredizado ainda), lembrei até de um passo de Break Dance quando tentei aprender. A Tata veio com uma pergunta bem legal, somos mais fortes ou mais flexíveis. Em relação a meu corpo acho que sou bem mais forte do que flexível, mesmo que sem muita força.
A segunda aula de história, exploramos ainda mais essa coisa antiga, essa coisa de mito e ainda fizemos uma leitura dramática bem interessante, não minto que nem tudo me agradou, dou-me essa liberdade de critica pois eu fiquei encabulado em um certo momento, mas isso é normal.
Tive apenas uma aula de interpretação até o presente momento, mas foi bem intenso com exercícios variados e uma improvisação no final. Eu me senti horrível comigo mesmo, acho que exagerei, não entrei na personagem, fui mecânico e sai da aula lá em baixo, mas nada que não mude.
Enfim, Estou aprendendo aos poucos o que é ser ator. Não é só Oba Oba como muitos pensam, é muito mais transpiração do que talento, isso é FATO.

Inconsciência do Gostar

Ontem à noite, voltando para casa, ainda antes da meia-noite, fui bombardeado por pensamentos que não me deixaram ao menos piscar. Como eu sou injusto comigo mesmo por vezes. Por vezes cruel ou, de tanto me cobrar, acabo esqeucendo que tenho direito de curtir minha vida.
Estou cansado de incoerencia, tanto da minha parte (nem sempre), como por exemplo da minha irmã. Ela é demais, eu a amo. Já disse várias vezes que é como se ela fosse uma mãe para mim, mas cansei de bipolaridade da parte dela. Eu quero viver normalmente, cansei de julgamentos ou mesmo de perseguições; Minha vida está longe da perfeição, mas pare dentro de um metrô apra perceber quem é perfeito ali: ninguém.
Ai, e meu coração, essa é a pior parte. Ele não reage aos meus desejos. Lendo "A preparação do ator" estou percebendo como no inicio é complicado entender o que chamam de teoria teatral. Em um de seus capítulos ele deixa claro que criamos conscientemente as condições para que o sentimento surja incoscientemente do nosso interior. Não forçamos o sentimento vir. Eu nunca forcei meus sentimentos a vir, eles sempre se mostram por si só. Mas onde que está o gostar hein? Onde? Amor eu mesmo nem digo, esqueci o que é senti-lo pelo momento. Mas e o gostar?
A gente encontra alguém que vale a pena, que é o que muitos por aí afora sonham em conquistar e não sabemos mais dar valor.
Será que eu gosto mesmo é de sofrer? Não não. Meu amigo me perguntou se eu já me livrei do meu passado que falhou e eu respondi que sim, o problema é que as pessoas passam em nossa vida e deixam cicatrizes horríveis, por vezes maldições, tal como a besta do lobisomem, caso você sobreviva e tome uma cicatriz, você também será um. Nessa coisa de relacionamento não há tanta mudança quando você é inexperiente e novo. Você acaba se tornando um pouco daquilo com que sofreu.
Logne de mim querer banalizar o gostar, o ficar, o namorar, mas infelizmente não posso de maneira alguma forçar esse coração a bater forte, minha pele suar, minha voz gaguejar se eu vejo quem merecia que isso acontecesse.
Queria apenas me concentrar no meu trabalho e nos estudos, porque no final das contas eu fiquei feliz e muito bem nesse estado, o que esqueci é que quando estamos felizes conosco mesmo e não esperamos nada, pessoas começam a se aproximar do que chamamos coração...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Incoerente

É como se eu tivesse escolhido e me alegrasse por isso. No fundo não escolhi nada, e não estou bem, engano-me. É ruim estar só e poxa, culpar as pessoas por isso me faz mal. Eu sei que tem gente bem responsável por onde estou, mas que elas morram! Não pagam minhas contas, não estudam e nem trabalham para mim ou por mim, então por que preocupo-me tanto?


Por um momento ontem pensei que tudo ia ser difirente, que ia voltar a ser como era antes, mas com novos personagens na história, mas não, minha mente está horrível, não me reconheço. Fui incoerente, a coisa que mais abomino é a incoerência! Oh, meu Deus! Desisto, desisto e desisto talvez me transformaram numa pessoa que nem em si mesmo pensa mais.

Bons momentos e estupidez em união mal fazem àqueles que um dia foram considerados sábios.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Se sou feliz?

Ontem dormi antes da meia-noite, coisa que é raro acontecer. Talvez pelo excesso de informação que obtive e que me cansou em apenas um dia. Os tempos, não minto, não são fáceis, mas é o que não apro de repetir para mim mesmo: Sempre teremos problemas, sempre, mas para alcançarmos a felicidade temos que aprender a lidar com eles. Já dise várias vezes por aqui e sempre vou repeti-lo quando isso me levar a um estado de paz.
Minha família é constituía mesmo mesmo, de minha irmã e mãe. Elas são a base para tudo [ou já foram]. Sei que talvez eu esteja andando em paralelo aos trilhos corretos que regem regras sociais, mas querendo ou não, ando com o mesmo destino desses trilhos. Cansei de mentir para mim mesmo, e não vou mais sofrer por não poder fazer minhas próprias escolhas. Um exemplo básico de tudo é que esse ano eu comecei de uma maneira que surpreendeu a todos.
Deixei um bom emprego, começarei a dar aulas de inglês, não farei faculdade, mas sim um curso técnico-profissionalizante em Teatro, tomarei aulas de inglês avançado na Cultura Inglesa e se possível farei um pouco de teatro por lá mesmo. Quem vê isso não se surpreende tanto no que diz respeito a expressividade das escolhas, não é medicina e nem direito, mas não deixa de ser digno. Família não entende isso quando te criaram para ganhar dinheiro.

E, para quem leu alguma coisa aqui antigamente, sabe que eu meio que fiquei sem saber o que escrever quando meus pensamentos "artísticos" se voltaram para amar e quebrei a cara. Hoje eu digo que não me arrependo, mas que fui idiota e hoje percebo que o que eu sentia era muito por alguém que não merecia nem um décimo desse sentimento. Quando a vejo hoje por aí, vejo que não perdi muito não. Só é difícil aceitar o quanto eu deixei-me enganar, fora isso: a mágoa.
Mas sou novinho, me maltratei tanto e acabei ferrando boa parte de mim.
Talvez lendo isso você se pergunte se eu sou feliz ou preciso de Terapia (risos), mas posso assegurar-lhe que apesar de adolescente ainda, me sinto bem amadurecido com todos os altos e baixos da minha breve vida. Estou feliz dessa vez, estou andando por mim mesmo. Financeiramente nem tanto, mas nas decisões sabe? Antes eu fazia tudo o que me pediam, hoje eu respeito e ouço as opiniões de todos, mas não são elas que regem minhas escolhas, sou eu mesmo, meu cérebro. Isso me deixa feliz ao máximo, Ontem na abertura da aula de Teatro eu quase chorei, a lágrima veio, mas a tempo de disfarçar.
O que pode parecer me afligir um pouco é essa questão de não namorar, mas ao menos eu sei que sou capaz disso ainda. Sabe, tem gente que pensa que JeffVenturi é igual a sabor de pizza em rodízio, me acham legal ou bonito e pensam que já podem ficar, ainda bem que sei selecionar, mas isso aumentou bastante minha auto-estima, ao menos.
"Amor são duas solidões, protegendo-se uma à outra", acredito nisso e minha solidão me encabula por vezes, mas hei de encontrar uma outra solidão que me proteja ainda. "A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue", que assim seja.
Sim, sou feliz, porque hoje eu sou eu e ninguém mais.

"O amor, hum hum, não foi feito para mim
Todos esses ?para sempre?
Não são claros, são instáveis.
Chegam sem se mostrar
Como um traidor disfarçado
Machuca-me ou cansa-me, dependendo do dia"
L'amour - Carla Bruni

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A thought

They're all right, It's up to me to take over the situation as before

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Válvula

Todos nós, sem exceção, temos algo a que nos prender, a que dar nossa vida. Uns fazem isso pelo trabalho e acabam sendo tão metódicos consigo mesmo que perdem o direito de saber mesmo o que é um sorriso verdadeiro. Outros colocam esse amor em um idolo, que pode ser aquele astro do futebol ou mesmo uma cantora que nunca vai saber quem você é. Ah, tem aqueles que fazem isso por um país, e não se veem felizes até conhecerem o local ou morarem lá. Há mais de mil tipo, há os que fazem isos na família e dão até a sua última gota de suor para ver o sorriso do filho, do irmão, do pai e da mãe, esquecendo-se de si. E o eterno amigo? Aquele que põe a mão no fogo por você mesmo que sua mão saia cremada dali? Esse é o tipo de amigo bobo, porque, por mais que ele morresse por ti você nunca morreria por ele. Os amores? Também exitem os casais que matam e morrem por amor, aqueles que nunca desistem como em "Amor além da vida", infelizmente tem aqueles casais também ond esó um age assim, pena. Tem os loucos por estudo, nem sempre nerds, mas sempre informados.
Isso é a tal da valvula de escape, eu to tentando achar a minha, porque está dificil. E você, tem a sua?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Segunda Chance

Aprendi na arte da comunicação que nunca se inicia uma apresentação desculpando-se. Vou ser redundante aqui pedindo desculpas por desculpar-me, não tenho produzido um terço do que já fui capaz. Não sei por onde anda minha inspiração e já não tenho paciência para um desktop. Acontece que minha vida virou 120 graus e meu campo de visão aumentou. Digo isso baseado no mito da caverna de Aristóteles, mito o qual ele deixa claro que a verdade da vida é dura demais para nossos olhos, e vivemos de costas para a saída de uma caverna, onde nossa zona de conforto é viver na escuridão.
Ano passou eu me mexi muito e tentei virar e olhar o que tinha lá fora. Aristóteles não mentiu, pois só consegui virar 120º de maneira que minha tentaiva foi falha.
Mas dói, dói tanto aprender na vida. Às vezes, meio filosófico, eu penso porque Deus criou o homem se ele sabe de nossos problemas e que os teríamos, não faz muito sentido, e se você é darwinista ou algo do tipo eu me pergunto porque o acaso nos criou, para dar risadas?
As pessoas ao redor tem problemas e dificuldades diferentes das minhas, e vejo que elas encontram problemas piores, até. Aprendi nesse tempo inativo que felicidade não é não ter problemas, mas é saber lidar com eles. Eu estou triste, não pela minha família ou amigos, a família me dá uma base inigualável e os amigos me dão momentos bons. Estou meio sem inspiração pois estou sem norte, e eu me doei tanto para uma pessoa que perdi o gosto para a paixão. Brincaram comigo e eu amei mais que a mim, errei muito também: pressa. Ah, como eu queria que lesse isso, como. Mas e cansei de procurar, de tentar entender. Agora eu acho que eu entendo o que é gostar de alguém. Não vou falar amor não, porque eu ainda digo pra mim mesmo que eu ainda terei o que chamam por aí de amor. Gostar de alguém de verdade não envolve só o desejo da carne, envolve aquele gosto de saber que alguém está pensando em você, aquela sms no fim da tarde ou o telefonema, envolve aquele abraço que não tem fim, palavras, atos mais que tudo.
O tempo passou, mas eu fiquei no passado.
Desculpe-me se eu não escrevo bem como antes, sei que já fui um ótimo escritor. Hoje eu estou indiferente, sem opinião, adquiri esse defeito e tratá-lo não é tão fácil.
Queria dar-nos uma segunda chance

♪♪♪Por que você não atende as minhas ligações?
Sei que você tem lá suas razões
Olho milhões de vezes sua foto
Me pergunto em que ponto perdemos o foco
Por que você não atende se vê que sou eu?
Será que é teu jeito de dizer adeus?
Rodo mil histórias na minha cabeça
Daqui a 10 minutos talvez eu enlouqueça
Enlouqueça...
Fora
Seu silêncio me devora
Algo diz pra eu ir embora
Não entendo os seus sinais
Mas fica com você
A desculpa pra inventar
Quando resolver ligar
Posso não te querer mais
Olho pra pessoa em que você me transformou
E depois não quis mais
Abandonou♪♪♪
10 minutos - Ana Carolina



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não sei o que fazer

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Acordar

As vezes as pessoas passam o tempo sonhando de olhos bem abertos. Geralmente são as mais visionárias, de certo. Mas, me responda, o que adianta ser tão visionário em meio a sonhos num mundo onde o que mais é requerido são Ações?
Ás vezes um poeta tão bom só não é descoberto porque não escreve, um ótimo diretor não ganha dinheiro porque não teve coragem de abrir a empresa que sonhou sempre ou um médico de alto Q.I. esqueceu de pôr em prática o que aprendeu nos livros e nas séries americanas.
Sonhar não é um problema, o problema maior é esquecer de acordar enquanto é dia, enquanto o mundo corre lá fora e mais de 6 bilhões de pessoas tem mais ação do que você. Esse é o problema.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

My inspiration's gone

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

My Turn / Minha vez

Queria escrever aqui em inglês desta vez, mesmo que erros eu cometesse. Estou farto de cometê-los, certamente. Mas o que mas está me fazendo aprender são os erros. Nem tantos os que faço, mas os que já fiz.
Julguei pessoas por relacionamentos que às vezes nada tinham a ver comigo. Na real, acho que não as julguei, só as deixei no gelo. Como se isso fizesse diferença.
Hoje eu vejo uma coisa, que em "Bilhete" Se não me engano, de Mário Quintana, eu devia ter me inspirado antes. Sempre quis tudo muito rápido, todos os resultados. Até o amor, digamos assim. Não houve falhas, para mim foi só uma fase de algo bem maior. Para mim, tudo vai voltar a ser como era antes, mas há de haver tempo, tenho que respirar e amadurecer. Talvez seja por isso que velhos falem que queriam ter a minha idade, mas com a experiência deles, porque jovens só querem viver intensamente e esquecem do viver em si. Querem ser felizes sem problemas, mas esquecem que a felicidade não é a ausência de problemas, mas o saber lidar com eles.
Esse FDS foi tudo para mim, talvez eu tenha machucado alguns, talvez sim, mas sendo egoísta eu tive a coisa que eu procurava há meses. E entre nós, eu não lembro. Lembro de gestos, de rostos e pouco de vozes, duas ou três coisinhas, só, nada mais. Mas que foram as que eu queria ouvir, estranho ouvir algo que você não concorda, mas que eram tudo, tudo o que você precisava. E lhe digo mais, Essa conversa foi a melhor, pois me libertou do que eu achava em mim chato. Mas não foi a única, conversei com uma menina que me encantou, não só por sua semelhança com uma grande amiga, conversei com um menino que vamos assim dizer, tem passado por situações que eu já passei quando eu vi que eu estava sozinho. De uma maneira, eu acho que eu vi o futuro, e, do fundo do coração, ele me agrada.
Acho que nós jovens, pensamos de mais, ao menos eu, sempre penso de mais, eu não sei como cheguei naquela escada, o que disse ou como sai de lá, mas foi libertador. E, li há pouco, que todos amam, até quem não sabe amar, irônico, porque alguém sempre acaba machucado. Mas dor é sinal de vida, e vida é o que mais importa. Amor é só um? Talvez eu e muitos outros descubram isso na velhice, mas caso seja, quero que as coisas aconteçam sem pressa agora, devagarinho, "porque a vida é breve, e o amor mais breve ainda." Não tenho mais pressa, nem pra amigos, nem família e nem amor.
Obsessão é uma coisa que não mais tenho, e só o que me resta é dar tempo ao tempo mais um vez, porque tudo, tudo, tudo se ajeita. Eu ainda creio que tudo se ajeita.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Paper and Pencil

I've been messing around, walking through theses streets and only thinking. I did not realise that Thinking is not enough, I need to make it come real, Make my dreams jump out of the paper. I need to be happy, to carry all my goals and make than come true. Easy, no, it's not. But Impossible is possible once you can draw you own ways. I've got mine to draw, and the paper and a pencil are on the table, just waiting for me. Let's go for it.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Legado de Apolo

 Dionísio, o que você quer ser no futuro?  foi a pergunta da professora de religião, mas Dionísio não estava prestando atenção na aula e muito menos pensando em futuro.

 Não sei professora.  o garoto rico e rejeitado do colégio respondeu frustado. Ultimamente até seus professores mais chegados estavam se afastando daquele silêncio e pessimismo que estavam estampados na cara dele.

Dionísio tinha 14 anos e não pensava em nada que não estivesse relacionado às pessoas que ele invejava. Ele poderia ter tudo, mas não tinha amigos e não se preocupava com o futuro. Pra que preocupar-se com o futuro? Ele já está escrito, terminar a escola e fazer o curso de matemática na Universidade de Humboldt em Berlim na Alemanha, mas ele nunca falava sobre isso e quando perguntavam sobre seu futuro ele respondia que não sabia o que queria. Como eu disse, ele apenas se preocupava em invejar aquilo que não tinha.

 E você Pamela, o que ser na vida?  a professora perguntou para a garota mais inteligente da sala.

 Serei médica. Quero ser Pediatra. Adoro crianças!  Dionísio invejava a inteligência de Pamela.

A professora continuou a fazer as perguntas até que o sinal tocasse avisando que a aula ia terminar e os alunos poderiam ir para suas casas aproveitar a tarde da maneira que quisessem.

Depois de entrar no seu Meriva, com motorista particular, Dionísio refletiu sobre si, será que ele era mesmo um garoto estúpido e metido com todos e por isso não tinha amigos no colégio e quando, eventualmente, aparecia um, esse não durava uma semana.

 Gustavo?  este era o motorista de Dionísio, um pacato homem do campo que tinha uma longa experiência de vida e dava conselhos para Dionísio quando este pedia.

 Sim, senhor. No que posso ajudar?

 Eu sou um garoto metido?

 Senhor, por que está perguntando isso?

 É que não entendo a felicidade dos outros e eu acho que não sou feliz porque sou metido.

 A felicidade está em todas as pessoas, mas é preciso descobri-la.

 Não sei, às vezes você é feliz agora e amanhã já está com depressão, mas, às vezes você é infeliz pra sempre.

 Menino, não fale isso! Já estamos chegando, vai querer o que para o almoço?

 Nada, mas mande algo para o Teseu, ele deve estar com fome.

Teseu era o cachorro de Dionísio, um buldogue inglês que recebia todas as mordomias que um ser humano de alta qualidade de vida recebia.

Os porquês estavam enchendo a cabeça de Dionísio cada vez mais, ele pensava no Porquê de Pamela ser tão inteligente e ele não, pensava no porquê de Tales ser popular e bonito e ele não. O que ele poderia fazer para as pessoas também olharem para ele?

Sua casa num condomínio fechado possuía cinco quartos e três salas. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos e seu pai sempre viaja e fica muito tempo fora, ou na Suíça ou na Alemanha por causa das negociações com sua empresa multinacional.

Seu quarto era ornamentado por vasos caros e antigos de seus avós e bisavós, Tinha uma coleção de DVD de filmes de diversos gêneros e ainda possuía um dos melhores computadores do mercado. Mas hoje ele não estava com cabeça para nada.

Ao entrar no seu quarto deixou a mochila de lado e foi direto para a sacada. Ele precisava respirar direito. Precisava pensar tudo o que nunca pensou, rever sua conduta até ali e mudar. Na frente de sua casa duas crianças brincavam felizes de pega-pega, ele nunca brincou disso.

Por dentro Dionísio gritava tão alto que sua pele branca começou a corar, seu sangue começou a latejar em suas veias e a raiva subia à sua cabeça na mesma velocidade que seu coração acelerava.

Ele correu para o quarto e começou a destruir tudo que via na sua frente, seu computador, seu espelho, seu travesseiro. Dionísio gritava e gritava de raiva, sem pensar atirou no chão, sem dó nem piedade um de seus vasos da família, mas qual não foi a surpresa de Dionísio quando de dentro do vaso uma corrente surgiu.

Dionísio esqueceu que estava com raiva e pegou aquilo que para ele era um tipo de amuleto nas mãos.

 É lindo!  exclamou.

A corrente com um símbolo de prata ao meio e um cordão emborrachado ao redor chamaria a atenção de qualquer um. O símbolo redondo era feito de prata, provavelmente pura.

 O que aconteceu por aqui?  era Gustavo na porta, mas Dionísio nem deu a mínima para ele.  Ah não, Dio! Você quebrou tudo. Vou chamar a empregada para arrumar essa bagunça, agora vê se dá uma saída pelo condomínio para deixar ela trabalhar em paz.

Dionísio não perdeu tempo para esconder aquela corrente e sair pelo condomínio para achar um lugar onde pudesse examinar melhor aquele objeto. Não demorou muito para encontrar uma árvore qualquer e observar cuidadosamente o círculo de prata.

 Isso deve ter sido de um de meus avós.  observou.  Deve ter sido importante para ele ter escondido. Vou usar, não sei o motivo, mas isso me deixa tranqüilo.

Mal sabia Dionísio o que aquele amuleto podia fazer.

O dia seguinte amanheceu escuro, com nuvens cinzas por todo o céu. Não chovia, mas estava frio. Dionísio não iria para a escola se não fosse a prova de Ciências que teria. Ele já amanheceu reclamando da vida e principalmente que seria impossível colar de Pamela ou Róger, já que sentariam ao lado do professor.

Quando chegou no colégio viu Luísa, a garota mais bela e mais cobiçada do Fundamental. Dionísio tinha uma queda imensa por ela. Ele estava com uma cara de chateado, a única coisa que o animava era a tal da corrente que ele levava no bolso transparente da mochila.

 Ei, o que é isso?  Tales perguntou para Dionísio apontando a corrente na mochila. Dionísio ficou surpreso, por que Tales queria saber aquilo? Ainda mais porque ele nunca falou com Tales. A resposta de Dio não foi das mais educadas.

 Não é da sua conta!  depois disso se virou e saiu. Tales o segurou pela mochila e pegou o amuleto no bolso da mochila.

 Ei, devolve isso.  Dionísio virou tão rápido e tomou o amuleto da mão de Tales que todos que estavam em volta pararam para olhar. Antes que Tales brigasse pelo objeto, Dio o colocou no pescoço. Qual não foi sua surpresa quando olhou dentro dos olhos de Tales e tudo pareceu parar.

Dionísio pensou ter mergulhado na imensidão dos negros olhos do garoto que ele invejava. Viu Tales num avião sobre a Torre de Belém, em Portugal. Viu Tales com uma linda mulher e duas crianças de olhos negros e viu Tales escrevendo algo que parecia ser um livro.

Da mesma forma que tudo isso surgiu, rapidamente, também desapareceu, e lá estava ele, Tales e todos os espectadores daquela cena que poderia tornar-se uma briga.

Tales ainda levantou a mão para Dio, mas de repente ficou pálido, virou-se e saiu. Mais pálido ainda, só Dionísio que saiu dali às pressas e ninguém entendeu o que aconteceu.



Dionísio sentou embaixo da primeira árvore que encontrou, apesar de não ter entendido muito do que aconteceu, gostou disso. Ele examinava com muito mais cuidado aquele objeto de prata em suas mãos e sabia que era algo diferente.

Sim! Era algo diferente, ele viu o futuro.

Dionísio não usou a corrente por uma semana, não por não ter gostado do que aconteceu, pois ele gostou, mas por medo de Tales suspeitar do que tinha acontecido, afinal de contas, Tales também ficou assustado com tudo. Mas, às vezes, o desejo de sentir prazer é mais forte do que o medo do perigo e ele levou o amuleto de volta para a escola, mas precisava de uma cobaia para testar o objeto. Seria Pamela. Mas como chegar perto de Pamela e falar diretamente com ela? Só havia uma maneira, usar do estudo para isso.

 Agora peguem seus livros de matemática e façam os exercícios 13 e 14 da página 121.  O professor falou.

 Pamela, eu poderia sentar com você? Eu esqueci meu livro em casa.  Dionísio pediu, não havia como Pamela dizer não.

Dionísio se abaixou pegou seu caderno e aproveitou para discretamente colocar a corrente que escondeu por baixo do uniforme. Sem um contato direto ele falou:

 Então você quer ser Arquiteta, não é mesmo?

 Não, mas vamos fazer a lição, não estou aqui para falar do meu futuro.  foi a resposta “amiga” de Pam.

 Não precisa ser ignorante.  Dio falou num tom de provocação.

 Eu não estou sendo ignorante!  Pamela falou num tom mais alto. Foi neste momento que Dio olhou diretamente nos olhos dela e aí você já sabe, ele se sentiu mergulhando naqueles olhos. Bom, Pamela seria mesmo uma médica, mas nunca casaria. Teria muitos amigos e colegas, mas nunca encontraria a felicidade que desejava.

Não precisa nem dizer que ele amou o amuleto cada vez mais e se acostumou a usá-lo. Sempre que podia via o futuro das pessoas. Helena seria mulher do Governador, Ricardo seria ator, Luísa seria bióloga e Rose seria garota de programa. Dionísio se divertia, mas toda vez que ele via o futuro de uma pessoa, mais ficava curioso com o seu e se perguntava porque ele não estava no futuro dos outros.

“Será que eu morri?” Era o que ele se perguntava. Dionísio temia que isso fosse verdade. Essa curiosidade foi crescendo cada vez mais, porém ele não sabia como poder ver seu próprio futuro com aquele objeto de seus descendentes. Até que teve uma idéia: o espelho.

Dionísio nunca parou para ter medo de seu futuro, mas daquela vez estava. Com seu cordão de prata no pescoço e apenas um shorts de praia ele parou de frente do espelho e olhou para seus próprios olhos. Aconteceu que quando ele “mergulhou” nos seus próprios olhos ele viu um homem diferente ali. Não era ele, pelo contrário era um homem alto, forte e belo, este estava com uma harpa na mão. Pela primeira vez Dio conseguiu falar durante suas visões e ele conversou com aquele homem.

 Q... Quem é você?  gaguejou Dionísio.

 Apolo e você?  o homem falou.

 Me chamo Dionísio.  Dio se beliscou para ver se era um sonho. Não era.

 E por que você procura saber o futuro?

 Como você sabe disso?  Dio perguntou.

 Nem sempre o futuro é bom, você quer saber o seu?  Dio estremeceu, será que iria morrer jovem mesmo ou aquilo era uma loucura ou um sonho.

 Me deixe em paz.  e foi assim que Dio voltou a si. Ele estava com muito medo de tudo e a primeira coisa que fez foi jogar o “maldito” amuleto pela janela do quarto. Quando se virou o amuleto estava em cima de sua cama. Isso parecia ser uma praga agora que Dio não estava mais gostando a idéia de futuro.

Algumas semanas passaram e Dio voltou a pensar em usar o amuleto. Ele falou para si: “Será a última vez”. Na escola, mais precisamente no pátio ele colocou a corrente e foi falar com Luísa. Ele estava com o coração batendo forte.

 Oi Dio, por que você faltou ontem?  algumas pessoas já estavam falando um pouco com Dio, umas delas era Luísa. Dio nem respondeu a pergunta e olhou diretamente nos olhos de Luísa, antes do tal “mergulho” alguém tocou no seu ombro, mas Dio já estava vendo uma cena. Luísa trabalhando num zoológico e sendo picada por um cobra, e ele viu o velório dela.

A pessoa que tocou Dio era Tales, Quando Dio olhou pra Tales viu ele levando um tiro na cabeça e caindo morto no chão. Dio estava amedrontado e aquilo não parava e agora não era mais necessário olhar dentro dos olhos de ninguém para ver ser futuro. Todos ali morriam, uns com facadas, outros com tiros, alguns tomando veneno outros sendo sufocados, tudo isso por um mesmo homem, o mesmo que soltou a jararaca que picou Luísa e deu o tiro em Tales e esfaqueou Pamela. Esse homem era Dionísio.

 NÃO!  exclamou Dio e saiu correndo e chorando para o banheiro que estava vazio. Olhou para o espelho e disse:  Me deixa em paz, eu só queria ser feliz, eu queria amigos, não vítimas de assassinatos que eu vou cometer, me livra disso.

Dio voltou a ver o homem com a harpa. Ele olhou para Dio e falou:

 Agora você pode ver o futuro Dio, você já sabe como vê-lo. Enterre isso e esqueça de tudo, você estará bem.

No mesmo dia Dionísio pediu para Gustavo levá-lo cemitério de sua mãe. Ali ele enterrou aquele amuleto e disse olhando para o túmulo de sua mãe:

 Mãe, talvez eu não tenha sido o filho que a senhora gostaria que eu fosse, mas agora eu serei o filho que você quer que eu seja, onde quer que você esteja, te amo.

Dionísio cresceu forte e maduro, fez amizades que durariam para o sempre, como Tales, Pamela e Luísa, com quem infelizmente nunca namorou, Dionísio viu que não há lado ruim na vida, nós é quem fazemos o lado bom parecer triste, pois só nós somos os responsáveis pelo nosso caráter que constrói a vida. E é claro que tudo que Dio viu com aquela corrente foi ilusão.

Dionísio aprendeu muito com tudo que aconteceu, o futuro não se constrói com memórias que ainda não vivemos, pois não há futuro, há somente o agora.













*Apolo é o deus grego do sol e da música, é o mais belo dos deuses e pode prever o futuro.


domingo, 26 de dezembro de 2010

Último Post de 2010

Re-li algumas coisas que escrevi nesse ano, tanto na internet quanto em minhas notas em caderno.
Não quero tomar minhas decisões sobre como foi esse ano. Foi bom, aprendi muito.
Obrigado a Deus por tudo, cada momento, cada segundo. Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Minha alma não é pequena espero eu.
E que venha 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010

I'm Tired

Eu vim cheio de ideias para colocar nesse post, mas elas já não existem mais. Eu estou triste, calma, essa é uma tristeza diferente. A pior, aquela que não é de momento, é aquela que nasceu com a gente, ela tá comigo falando alto agora.
Eu queria escrever um tanto claramente entre linhas, mas não sou capaz ainda. Por que o mundo prega tanto que o mais importante é aquilo que a pessoa é, que é o caráter, que são as ações, sendo que só julga o superficial. O mundo julga se você é rico ou se você é pobre, julga se você é bonito ou feio, julga se você gosta de funk ou rock, se curte namorar ou ficar. Nunca julga  os seus sentimentos.
Estou cansado disso. Não estou tendo as melhores ações, queria ser o melhor amigo, o melhor irmão, o melhor filho, mas não sou.
Meus sentimentos estão começando a transbordar nas minhas ações. e Agora já é tão tarde que se eu mudar minhas ações para melhor ninguém vai acreditar em mim.
Todas as opções que fiz da vida eu fiz por mim mesmo, escutei todos que deram opinião, mas nunca levei nada em consideração, nem bom e nem ruim. Meu histórico comprova isso.
Se hoje sou o que sou não foi por causa de família ou amiguinhos, sou porque escolhi ser quem sou, minha história me fez assim, eu escolhi o que escrever nas minhas páginas em branco da vida.
Se eu gosto de teatro por exemplo, não foi porque me falaram isso, fui em quem decidi, FATOS que aconteceram comigo levaram-me a gostar de teatro, é como se um dia algo bem mau e forte me fizesse odiar teatro, tudo pode acontecer.
Se eu gosto de escrever  é porque FATOS me fizeram gostar de escrever, Não é só por influencia que eu sou formado, eu tomo minhas decisões e decisões são tomadas em cima de FATOS ocorridos que nossa consciência toma suas decisões.
Se eu gosto de não gostar de ninguém, de não querer ficar com ninguém ou só com quem me faça bem é porque eu já vivi experiências que me dizem que isso é o melhor para mim e não é DOENÇA. e Não digo expiência só de 2010 como todo mundo adora gritar, mas experiências ao longo dos anos, desde pequeno, desde criança que me fizeram assim. E, infelizmente, quase ninguém me faz bem hoje em dia, não sei o porquê. É ai que entra o inicio da historia, meus medos não estão em mim, mas no mundo que não julga por meu carater, mas sim por minhas decisões, que ao seu ver, são superficiais.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sendo claro sobre o que eu quero

Não considero que eu tenha ido para o lado "ruim" ou "errado" da vida como muitos adoram apontar. Não considero que eu tenha errado tanto quanto adoram comentar.
Não vejo a hora de fazer a faculdade e a pós-graduação, isso é bem fato, mas sei muito bem que não será da maneira que eu sonho. Será sofrido, o retorno financeiro talvez não será dos mais altos do mundo, mas será honesto.
Bom, vamos aos fatos. Entrei na faculdade de Fonoaudiologia e 'desisti', Comecei a trabalhar em um hotel e saí, talvez pareça que não saí muito do lugar esse ano. Talvez, mas creio eu que foi o ano que eu mais andei. O problema do ser humano (ou de alguns deles) é o Ser muito metódico, querer que as coisas sigam uma linha reta enquanto o caminho é feito cheio de curvas.
Amadureci muito, talve eu tenha passado (ou esteja passando) de adolescente para adulto, minhas qualidades e defeitos se estabilizaram, o que chamo de caráter e estou cada dia mais aprimorando minhas habilidades.
Tenho uns objetivos a médios e longo prazos, dessa vez eu os colocarei aqui para quem ler ter ciência do que passar na minha cabeça.
Quero muito como qualquer um, ter meu apartamento ou casa e reformá-lo, mobiliá-lo com bons móveis e ter meu carro 0Km, por mais que popular. Quero ser formado na faculdade e ter ao menos uma especialização, Falar inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. Tocar violão e gaita e ir mais uma vez para Paris, além de ser ator Profissional e diplomado e aprender a dançar. Talvez esse seja o resumo daquilo que eu desejo. Sou bem materialista, é verdade, mas o mundo me fez assim.
Eu só quero alcançar um estado de estabilidade, como chamam por aí. Mas antes vem o investimento e o trabalho fica sempre.
Aprendi isso esse ano, viu como eu cresci? (rsrs) Bom, comecei a aprender italiano por mim mesmo e não é tão complicado, o que atrapalha é a similaridade com o espanhol, mesmo assim o tempo ajeita isso.

Mas como dizem "On a pas besoin de chercher si loin" (Não é necessário procurar muito longe)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Momento

E toda vez que eu ficar triste eu vou fechar meus olhos bem fortes e pensar em todos os momentos felizes que eu passei e vou seguir

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Em busca do amor

Ele não era triste e sabia disso, ele era alegre e possuía qualidades e habilidades adiquiridas que eram invejáveis. Podia não ter tudo da maneira que quisesse, sua anciedade podia matá-lo, mas ele aprenderia que tudo tem seu tempo.
Ele olhava pela janela e não via ninguém, só folhas levadas pelo vento e nada mais. Ele começou a reparar que seus amgios e amigas viam algo a mais do que ele, na realidade, ele começou a ver que eles viam uma epssoa em especial, que eles estavam sendo amados e amando bastante, mas ele não. O amor ele tinha, só não tinha quem amar, às vezes passava alguém pela sua janela, olhava e às vezes se aproveitava do amor do jovem, mas logo iam e com eles levavam algo do menino, até que um dia ele se cansou e fechou a janela, e foi aí que olhou no espelho e era ele quem ele devia mais amar, sorriu e olhou pelo vidro da janela. Aquelas pessoas que o roubaram estavam lá, e a chuva começou a cair, ele deitou na cama, ligou a tv e percebeu que assim era completo, na sua casinha com vista para rua e para uma arvore em seu quarto com chão de madeira.

domingo, 28 de novembro de 2010

E agora?

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mergulho

Ele queria estar embaixo do mar
Onde, com equipamentos, só ouviria
O som ofegante de seu respirar
Talvez o coração que pouco beteria

Ele só queria poder esquecer
Momentos bons que passou lá fora
Queria poder voltar a viver
Esquecer sofrimentos ao menos por agora

Ele se considerava um idiota
Por se prender àqueles instantes
De carícias entre sofás e estantes

Se pudesse viveria naquela ilhota
Ali talvez seria o mais importante
Vivendo só, sem ser amante

domingo, 21 de novembro de 2010

Pequeno Pássaro

Era uma vez um pássaro, Ele era pequeno e frágil, mas inteligente e habilidoso. Cantava sempre, muito, adorava cantar. Voava e conhecia várias árvores e tinha vários amigos pássaros, até que começou a encotrar dificuldades para voar e ver o mundo de cima. Começou a ter que olhar mais o chão, por onde pisava e queria desistir de ser um pássaro assim. Mas era inteligente para saber que só os fracos eram assim, e ele não era fraco.
Até que um dia encontrou um canto que o encantou, que o ajudou a querer voar de novo e ver o mundo de cima, de se sentir livre e não ter medo dos predadores por aí. Esse canto o fez querer ser melhor, e a pássara também.
Estavam os dois na ponta do galho da árvore para o pequeno pássaro pular e voltar a voar. A pássara disse "Você primeiro" e como a confiança dele era muito, ele pulou, mas antes mesmo que abrisse suas asas sentiu que a pequena pássara tinha cortado suas asas e ele caiu no chão mais uma vez, ao passo que a pássara ia, ia e ia cada vez mais longe. Ainda não sei se ele voltou a voar, mas fiquei sabendo que está por aí, pensando para onde essa pássara levou o que tinha de mais preciso... não suas asas... Seu coração.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pra sempre

Eu tava lá, de social, mochila nas costas, camisa de manga longa rosa desbotoada em ao menos dois botões. Não suado, mas cansado depois de um dia cheio, um dia o qual tudo o que eu precisava era não voltar para casa. Era olhar para o céu e contar estrelas.
Sentei no meioda cidade só esperando o tempo passar e pensei que você não ia mais chegar, pensei que teria mais um motivo para ficar mais mal.
Daí você apareceu, no inicio não enxergei muita coisa, você tava contra a luz, mas eu sabia que era você. E naquele dia você me prometeu que estaria comigo sempre que eu precisasse, seja meu abraço, meu ombro para chorar ou ideal para beber e rir quando eu passasse num teste bom.
Daí você sumiu, e eu continuo indo lá e olhando aquele lugar que era para ser nosso, mas hoje não é mais de ninguém. Pra mim, pouco importaria o lugar, contanto que o abraço continuasse lá.

AmOdeio Insônia

Odeio insônia, não por ela, mas pelas consequências no dia seguinte. Aprendi com um amigo que às vezes quando a gente fala com os outros, a gente acaba sendo até mais sincero com eles do que conosco mesmo. Ás vezes não sabemos como refletir ou pensar nas coisas e sabe? Eu acho que meditar deve ser bom porque é um estilo de fuga da reflexão.
A reflexão nos leva a loucura, nos tira da caverna de Aristóteles, ou do nosso baixo QI. Mas pense que fi a reflexão que levou os nomes de poetas e cientistas ao sucesso e à imortalidade.
Amo a insônia, pois ela faz eu pensar, posso ficar com os olhos roxos e cara de zumbi, mas me sinto "free"/livre para pensar, para sorrir, rir ou chorar. É estranho perceber o quanto eu já vivi em apenas 18 anos de vida. Se triplicar isso chegarei a minha velhice.
2010. Não é tão mau assim como eu estou imaginando. Tomei decisões grandes, tive meu primeiro trabalho registrado com grandes experiências, conheci muita gente, e gente que quero ter por muito tempo também na minha vida. Namorei um pouco, beijei muito, bebi e me diverti, participei de um coral, voltei a estudar inglês nma escola conceituada, entrei na facul e a deixei.
As pessoas passam por nossa vida e nos ensinam uma lição, isso é certeza, eu não queria acreditar nisso, mas é a pura verdade.
Eu não vou mentir também, quebrei minha cara e me sinto jogado na rua com a cara quebrada, muita gente passando ao redor e nem olham, mas eu não queria mesmo que elas olhassem, queria que só uma pessoa olhasse, uma pessoa importante para mim, podia ser minha mãe, minha irmã, uma inglesa aí ou um de meus amigos de verdade. Na real, já olharam e ajudaram e agora é minha vez de tentar me ajudar.
Eu me apego muito às pessoas e ainda penso demais, tomara que eu seja um dos gênios do século XXI e meu nome fique guardado nos livros de história.
Odeio insônia, odeio o mesmo tempo que a amo, pois é esse  resultado de uma noite mal dormida: Um escrita eficaz e boa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

I feel free

Hoje abri os olhos e vendo o teto pensei que seria um dia diferente. Diferente o suficiente apra mudr minha vida. Momentos, segundos ou pensamentos mudam o rumo de milhões, hoje o responsável por essa mudança fui eu.
Acordei com ideia fixa que posso alcançar a felicidade por outros caminhos que não o mais fácil, mas o que me dará mais prazer. Pensei em lágrimas que podem vir, mas lembrei de todas que já derramei, por raiva, dor, angústia. Me coloquei no meu próprio personagem, aquele que pensa mais em si e no presente do que nas consequências de amanhã.
Posso ser do tipo bem estouradinho e nervoso, gênio forte e capacidade nata para liderar. Mas mesmo com tantas discussões, pouquíssimas vezes passei por cima da opinião de minha mãe ou minha irmã. O gênio forte vem do caráter e da família, mas o respeito pelas opiniões existe. E, mesmo as poucas vezes que passei por cima de opiniões, eu fiquei remoendo na minha mente o porquê fiz isso.
Dessa vez, acordei e pensei que sou dono dos meus atos e a única pessoa responsável pelas consequências deles sou eu mesmo.
Fui no Senac-SP na lá, a mais ou menos 1h30 de casa, fiz minha inscrição para o curso técnico em Teatro. Liguei na cultura inglesa e vou terminar meu curso avançado de inglês tentando o CAE no final do semestre que vem. Darei aulas de inglês na semana e aos sábados. Farei meu melhor e se Deus quiser estudarei o suficiente para passar na USP em 2012 ou 2013, mas eu não desistirei agora, eu vou pra frente vou ter gosto de estudar, de ler, de chorar de cansaço. Terei orgulho de mim e de meus objetivos, os quais eu vou alcançar um por um!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Passos perdidos

Vivendo aprendi muita coisa, sei que ainda tenho muito o que aprender também. Um dia, uma pessoa especial me ensinou que devemos dar valor ao nossos amigos, correr atrás de nossos sonhos e fugir daqueles que nos fazem mal inconcientemente. Me ensinou também o sentido da palavra amar, o único problema foi não estar pronto para isso. A vida é constituída de sentimentos e aprendizados, e um dia você vai utiliza-los de alguma maneira, quando menos esperar!
Somos donos dos nossos atos, mas não dono dos nossos sentimentos...

(Rubem Alves)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Estaca zero



Essa coisa de Blog pode ser um diário virtual. E assim quero considerá-lo. Um diário que só eu leio e mais ninguém. E hoje, mais um dia se passa e eu volto a escrever aqui.

Às vezes me pergunto se é tão errado sonhar. Pode não ser, mas de acordo com alguns que conheço eu sonho alto de mais. Será que é sonhar alto de mais, ter meu quarto com vista pro mato, um quarto com chão de madeira, cama macia e um pouco de chuva lá fora num domingo de manhã com a pessoa que eu gosto do meu lado e nada mais?

Será que é sonhar alto poder subir em um palco e representar um Orfeu, um Romeu ou mesmo um Judeu? Receber aplausos e sorrisos de pessoas que talvez tenham tido um dia difícil e queriam algo para sorrir?

Será que errei tanto para não receber aprovação da minha mãe e da minha irmã para isso? Se eu menciono a palavra "ARTE" em casa, choram, me crucificam ou algo do tipo. Mal sabem o quanto eu que odeio chorar, choro por isso. Talvez uma palavra "VAI", me faria dar saltos até a lua. Mas para quê?
Pensam que tenho que ganhar dez mil por mês, viajar o mundo quando só me importo com meu quarto com chão de madeira e ir para Paris só mais uma vez.

Dos amigos não tenho o que reclamar, eles me dão o ombro quando eu pedir e não digo esses amigos da Paulista, dos quais poucos se salvam. Digo amigos que me têm desde que os conheci, digo o Uedson, a Mary, a Ná, a Thata, o Will e a Thaís por exemplo. Eu é que as vezes não os valorizo do jeito que teria que ser.

Meu coração? Isso é o que mais me dói. Pensei que estava tudo certo e teria alguém para me escutar de um jeito diferente, mas amar é armadilha. Amor é um piso fofo de pele de cordeiro com uma armadilha no meio, se você pisa você já era. Eu pisei. Também não sei o motivo. Ficar remoendo e remoendo corrói o pouco que sobrou e me dá medo de poder arrumar uma garota que preste.
Será que sonhei alto de mais mesmo?

Ver-me na estaca zero de novo me dá tanto ganas de continuar como parar e repensar se sou um fracasso. O garoto que teve mais apostas para o futuro se fudendo desse jeito. Eu queria que com as lágrimas as dores fossem embora, mas não vão.

Não tô mais remoendo o passado, nem me preocupando tanto com o futuro, um certo alguém me ensinou isso depois de eu tanto orar. Se hoje fosse meu último dia, eu até que agradeceria a Deus, entretanto o mais importante agora e limpar do rosto as lágrimas e seguir meus caminhos sem que nada mude.

Vou continuar sonhando com minha cama fofa, chão de madeira e vista pro mato, mesmo que acorde sem ninguém do lado e tendo que enfrentar jornadas de trabalho só para manter aparencias, afinal de contas, é isso que todos esperam de mim e já que não tenho mais tantas forças para sorrir e fazer os outros apreciarem a rte em cima de um palco, apesar dos apenas dezoitos anos, vou ser.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Corredor

Hoje eu corri como um louco pelas ruas sob a neblina da serra, corri rindo muito por causa da chuva que queria molhar meu diploma tão suado de francês. Corria e ria, e lembrava cada instante, cada segundo que passei rindo e correndo como já corri. Amei o momento, ria e ria, mas não ri quando olhei para o meu lado e lá você não mais estava, ou vocês que sejam. Vi que estava sozinho numa rua vazia, à noite numa cidade serrana, vi que isso não valia. Mas sabe, não desanimei não, afinal, a gente pode olhar para trás, mas para valer a pena é pra frente que temos que ir, virei a cabeça, corri e sorri.

domingo, 24 de outubro de 2010

O que a dor faz

Ontem me mataram
Hoje ressucitei
Amanhã matarei

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Os melhores momentos da minha vida até agora

Quando eu quase caí numa fonte perto do metrô conceição

28/11/10 Quando fui no bar verde e depois cantei no Brit Pop Choir da Cultura Inglesa

Quando abracei minha avó em 2006

Quando chorei na frente de toda a escola, fazendo meu discurso de despedida em 2009

Quando abracei meu amigo Igor quando eu tava mal

Quando olhei para a Laura deitado na grama em Stanbourough Park na Inglaterra

Qdo conversei com a Laura no Centro de watford

Quando recebi elogios pelo meu desempenho no teatro Macunaíma

Quando a Profº Loide me eloigiou por ter atuado bem no chá literario como  Bentinho de Dom Casmurro

Quando fiquei bêbado pela primeira vez

Quando vi a Torre Eiffel pela primeira vez, dentro do metrô de Paris Ouvindo Música Brasileira ao vivo tocada no acordeon

Quando viajei de Balsa no Canal da Mancha

Quando toquei Carla Bruni na Aula de Francês com a Anita e com a Patrícia

Quando li a Carta para a Anita e Patrícia na última aula de francês do Curso de Francês

Quando enganamos a Mary na primeira vez que ela andou de ônibus dizendo que tínhamos pegado o onibus errado

Quando bloqueei a Rute no volei duas vezes seguidas

Quando estava na casa da Vo na ná, com a ná, nê, thata e robson

Quando imitei um italiano no curso de teatro do Paulo Eiró

Quando fui no cinema com minha mãe e com minha irmã

Quando tomei Starbucks com a Mônica e acertei o dia do niver dela

Quando eu estava na Paulista no meu niver de 18 anos

Quando eu fico conversando com minha irmã de noite e depois ela num se lembra do que a gente conversa

Quando eu e o Muraro burlamos uma regra de um prédio para chegarmos na sacada

Quando em 30/09/11 E e a Helô ficamos conversando no Kroke na Lapa sobre mil coisas e fazendo leques de jornal



*Em vermelho estão os 3 melhores momentos, PS: estão em ordem aleatória

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Feliz novo Ano pra mim: 18 anos na real

Ultimos momentos vivendo como menor de idade. Momentos vividos até agora de uma maneira, muito normal, pouco atribulada, sem muitos problemas, não daria um enredo muito bom em um cinema. Uma história qualquer de poucos problemas, em geral curriqueiros.
São dezoito anos que não podem ser contados em um dia, são tantos anos que nem me lembro direito do que passei, ninguém se lembra. Concordamos ao menos que é uma vida completa, que poderia ter fim, afinal ao menos 1/5 dela já foi vivida.
Eu tenho meus sonhos, já alcancei v´rios, mas vários objetivos mesmo. Sou um cara quase trilingue, despojado, serio, bonito ou a menos aquele cara que parece que tem o tal do "futuro"
Não, pra mim já chega essa bosta de futuro, essa bosta de coisas tristes que vem na minha cabeça. Sou serio, apra já epnsar em casa e carro em estabilidade. Eu penso agora em apenas escrever minha historia, seja com uma caneta falha em linha tortas, ou um papel solúvel à chuva. Eu ESCREVO minha história, poruqe ela só pertence À mim e a ninguém mais.
Eu escuto o que eu quero, eu é quem faço e tomo minhas decisões. Sou eu quem ri e que chora, sou eu quem penso e por vezes implora. SOU e mais ninguém e eu SOU quem eu quero que eu seja.
Eu sou tristeza, sou felicidade, sou ator, suo ator. Sim eu Suo também, e meu suor é feito de esforço.
O futuro que se dane, afinal ele é a ilusão que o homem escolheu. O ontem já passou e não volta, que quando o amanhã chegar ele não será mais futuro, e sim um presente que acabou de passar. Futuro é ilusão. Planejar sem acionar o botão de partida é burrice.
Chega de burrice par aumc ara que já tem 18 anos.
EU AMO, EU ODEIO, EU SINTO, EU DIGO EUEUEUEUEUEU, PORQUE eu sou EU e não sou mais ninguém. Cada um que viva a sua história. A minha pode não aprecer enredo de cinema, mas ainda vai ser, ainda será. Porque eu sou forte, e sei quem eu sou e posso SER. EU sou JEFFERSON, ou simplismente um Francês que não nasceu na França ao qual chamam de JEFF.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Re-pensando

2010 tem se revelado um ano bem negro para mim. Não que isso seja muito ruim, pois os rabiscos de um giz branco são melhores observados com um fundo negro. É isso que venho fazendo, o fundo da história pode estar obscuro, mas a história está clara, sendo escrita em um branco vivo.

domingo, 19 de setembro de 2010

Uma visão panorâmica em 17 anos

Era uma vez um criança que passava o dia assistindo Pokémon e inventando histórias com seus bonecos-heróis, Essa criança se tornou adolescente e descobriu que podia se comunicar com pessoas do mundo todo usando palavras que não eram de seus idioma e se apaixonaou por isso. Ao longo dos anos, descobriu o Brasil e alguns lugares por aí, se apaixonou por isso também. Descobriu que não nasceu para exercer funções na área da saúde, mas que podia ajudar as pessoas de uma outra maneira. Descobriu amigos de verdade e foi descoberto por amigos que pensava que eram de verdade, mas que na realidade eram de cera e derreteram com o fervor e o calor do dia-a-dia apertado entre trabalho e estudo.

esse mesmo garoto já está se tornando um adulto (se já não é) e descobrindo que gosta de festa, gosta de ser responsável, gosta de amar e ser amado por todos ao seu redor, gosta de passar um domingo frio assistindo um filme na TV (legendado ao menos), tomando leite com nescau e ao lado dos amigos e amigas.

Um garoto que por vezes pode ser afobado, mas é só escutar uma música da Carla Bruni que se acalma. Um garoto que quer sumir às vezes, mas que também não para de falar. Um garoto que alguns chamam de Francês outras vezes de Jeff, um garoto que sou EU.



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O poder do silêncio

Para um poeta não é tão fácil escrever, para um ator a atuação além de arte é desafio. Para sonhadores é complicado diferenciar o que é solidão de calmaria, não só para sonhadores, mas para muitos outros, como eu.
Estou vivendo bem ultimamente. Estou a tentar enxergar horizontes sem tirar os pés do chão, paro para pensar no "nunca pensei que" e vejo que realmente o que chamamos de futuro é imprevisível. Lembro de cada situação que passei quando era criança e não tinha ciência alguma de como seria o hoje.
Há um ano afligia-me com as escolhas de faculdade, curso, trabalho e etc, e acabei meio que quebrando a cara, só meio que, pois aprendi muito, mas aprender hoje dói muito né?
Hoje não sei se tenho medo ou se sou o mais corajoso, talvez o que atrapalhe meus sentimentos seja só muita calmaria... ou muita solidão

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E se você ganhasse na Mega-Sena?

Meus sonhos sempre disse que são muitos, mesmo assim sempre vou ter a última esperança para que alguns deles sejam realizados.
Atualmente cortei alguns sonhos para que eu não me iluda, e acho que estou certo. Antes tinha uma lista com quase trinta coisas que levam anos para se aprender, como piano e alemão, por exemplo, mas acabei aceitando que nessa vida ou juventude esses sonhos ainda não são possíveis.
Tudo bem, mas e se eu ganhasse na Mega-Sena. Digo, uns 50 milhões ou mais. Algo bem grande mesmo? O que eu faria?
Além de estabilizar minha vida e da minha família eu iria investir em uma arte que sinceramente amaria ser tanto ator, diretor, produtor, etc >> Cinema.
Acho que com essa grana algumas produções médias e grandes poderiam ser feitas em parceria com grandes produtoras e atores. É claro que não perderia a chance de me auto-promover numa circunstância dessa, mas devagar, pois investiria em mil aulas de teatro e tudo que nele se encaixa para não fazer feio ao lado de bons atores nas minhas produções. Gostaria de tirar os Enredos de livros, tais como o "crime do Padre Amaro" ou "Dom Casmurro" e também enredos meus e de gente que merece oportunidade no Mercado da mídia.
Acho que isso me faria feliz, iria tomar alguns anos da minha vida e me colocar no mercado que eu sempre sonhei que é o das artes cênicas em geral.
Esqueci de mencionar alguns detalhes. Talvez eu teria algum lucro ou dinheiro como retorno das produções. Investiria em uma ou duas produções estrangeiras, ao menos uma na França (e é claro que gostaria de atuar em tal filme), e quem sabe outra no México ou Espanha (que são cinemas que eu curto).
Acho que seria uma ótima opção. Caso mais dinheiro tivesse, investiria na costrução de um teatro para nosso próprio grupo de teatro que é claro, já teria em mente, um pessoal que estudou teatro comigo no Paulo Eiró e que tem muito talento.
Seria o suficiente para trazer, talento e fama ao mesmo tempo a mim e algumas outras pessoas. Agora é só torcer para essa bolada vir.
E você o que faria com algumas dezenas de milhões na sua conta?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Orgulho e Preconceito

Desculpe-me nossa amiga Britânica Jane Austen, de quem roubei o título de seu livro (Pride and Prujudice) para pôr aqui no título de meu post, mas foi necessário. Vim falar sobre esse dois assuntos em especial o segundo. O livro de Jane tinha um foco mais romântico realista em suas linhas, nessas poucas que escrevo tem um som mais familiar realista.
Sempre convivi com esses dois sentimentos tanto comigo como contra mim. É claro que me sentia orgulhoso de ser considerado o melhor da sala, o nerd, mas me punha para baixo para não parecer arrogante. Tive preconceitos com pobres, ricos, gays e lésbicas, diferentes, pops e rocks, músicas e danças.
Acham que nunca foram foram orgulhosos comigo sem pedir desculpas, pisar em mim por serem  melhores em algo? Acham que nunca foram preconceituosos comigo por ter olho puxado, não saber futebol ou ser o "nerd" (rsrs).
Tudo já aconteceu e na pequena experiência que tenho estou aprendendo muito sobre Orgulho e sobre Preconceito.
Lição 1 - Orgulho é bom, mas bem dosado, é bom ser orgulhosos de tentar ser o melhor no que se faz, é bom ter um pouco de orgulho para pedir desculpas e ceder, é bom! Faz bem quando ele é dosado.
Lição 2 - Preconceito não é de nenhuma forma bom, já diz, "pré-conceito" = um conceito pré-definido, antes mesmo de conehcer o assunto ou pessoa pela qual a tem.
Ás vezes a gente assuta quando vê uma coisa diferente da nossa realidade, ou acham mesmo que um paupérrimo não acharia estranho um ricasso em sua favela ou vice-versa? acham mesmo que um punk aceitaria de bom um gay no seu grupo ou ainda um brasileiro sendo ótimamente aceito no Nepal sem nada falar em nepalês e nem em inglês?
As vezes um choque assusta, mas como os choques literais, passam rápido e pronto. O problema caro amigo, é se esse choque permanecer, aí digo que você está em mal lençois perante sua mente, ou ao menos deveria estar.
Agora que estou trabalhando em um hotel, estou vendo como é enriquecedor trabalhar com as diferenças entre pessoas, os simples, os ricos, os estudados, enfim, é rico trabalahr assim. Por vezes você para e olha e vê como as diferenças também atrapalham seu crescimento ou de sua comunidade, do Brasil, sei lá, e aí você deprime. Logo mais, você se dá conta que assim é a vida, assim vai ser e não adianta ser banhado por Orgulhos e Preconceitos que a única pessoa que saí perdendo é você. A única pessoa que sofre é você.

OBS.: Perdão se meus posts são longos, é só assim que consigo ser explicativo :)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Uma história de Paulistano

Era dia e Teodoro estava no trabalho na fashion e cara Avenida Ibirapuera em São Paulo, trabalhava no setor de comunição interna e Endomarketing de uma multionacional alemã instalada no Brasil há quase cinco décadas. Tinha dias corridos, já que era um dos responsáveis pelos temas das pautas na revista interna e ainda tinha que ter certeza que todos receberam os comunicados internos (que eram muitos), sem contar os eventos onde tinha que ser o "cabeça" tanto os de diretoria realizados em hotéis de luxo, como os eventos para funcionários, que eram mais simples em nível e mais complexos em gastos e planejamento.
Tinha apenas 28 anos, porém era formado em Publicidade e terminara Relações Públicas, sem contar o MBA em comunicação institucional. Morou um ano na Alemanha, onde aprendera a língua saxã, mas dominava muito bem o inglês, o espanhol e o francês, além de sua língua materna, o português.
Era noivo havia um ano e os gastos com casamento, carro e casa, além dos móveis e viagem de lua de mel, enchiam-lhe a cabeça. Estava mal, dormindo pouco e trabalhando muito. O salário era bom, disso ele não reclamava, sempre tirando seus 7 mil por mês.
Balada, quase nunca ia, e se ia não costumava dançar, não tinha tempo para isso. Entedia muito de história e geografia e não deixava de saber de matemática. Tinha que dar atenção aos amigos que eram todos de bolhas diferentes, aqueles da faculdade, aqueles do Ensino Médio (três apenas com quem mantivera contato),  um ou outro da igreja (a qual não frequentava há anos), e ainda aqueles que conhecera na internet quando adolescente e mantivera contato. É, caro leitor, a vida de Teodoro não foi tão fácil, não mesmo, e não estava sendo, sempre sob pressão, mas ele cria que as coisas mudariam. Já mudaram na realidade. Nunca pensou que ia ser fác...

A maça caiu da macieira e acordou Teodoro, lá estava ele dormindo embaixo daquela árvore, o violão estava ao lado junto com o livro de inglês. Acordou meio zonzo e viu que o sonho não valia a pena, para que viver para o dinheiro, estava muito melhor daquele jeito ali, 17 anos, estudando teatro na federal da pequena cidade, tocando violão embaixo de uma árvore com os amigos de vez em quando, e aprendendo sobre cultura brasileira e inglesa como gostava. Para que exagerar em tudo? Para que duas faculdades, MBA, experiência fora, idiomas e altos cargos com responsabilidades imensas que faziam-lhe perder a vida? Não, não, Teodoro sabia a essência da vida, e sabia que ela seria curta demais para arrependimentos futuros. Ele sabia, será que eu sei? Será que você sabe?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Me odeie, mas...

Me odeie, mas seja honesto comigo. Ponto.

Por esses dias descobri o que mais acho insuportável em uma pessoa. Não é vê-la olhar para mim com desdenho, com humilhação em seus olhos ou ironia em suas palavras, é claro que tudo isso chateia, mas no geral não é isso. Não ligo que gostem de mim ou não contanto que sejam honestos comigo, contanto que sejam íntegros, contanto que conservem uma moral perante minha pessoa.
Pensem comigo, sigam essa linha. Honestidade é um comportamento, e sério assim podemos dizer, já que condiz com todos os campos do conehcimento humano ou divino. A divindade é honesto, pelo menos há de ser. O mundo não é desonesto, mas as pessoas que o compõe. Se as pessoas de uma comunidade pequena (refiro-me a de grupos a cidades) forem honestas entre si, paz existirá além é calro de desenvolvimento, agora caso não forem, pregresso será exclusividade de alguns.
No lado pessoal imagine seu relacionamento com outras pessoas. Caso você seja um idiota sem moral, suas mentiras não te afetarão, mas você conseguiria colocar a cabeça no travesseiro lembrando que você já roubou alguém, mentiu, ou mais generalizando foi desonesto com alguém? Pense nisso e vi o quanta desonestidade já rolou contra pessoas ao meu redor e porque eu pensei, passei mal e vi que desonestidade é fod*.
Talvez, pior ainda seja aquela desonestidade contra si próprio. Sobre mim, Jeff Venturi (J.R.C), digo que já fui desonesto comigo mesmo e ando sendo algumas vezes e apesar d esofrer um pouquinho com isso não é algo que me mata, mas quando vejo injustiça com os outros eu fico mal. Se sou desonesto com outros? Não posso julgar a mim mesmo, mas diria que não, acho que isso só me prejudicaria. E você, é honesto?

sábado, 28 de agosto de 2010

Possibilidades

Estou assustado com esse mundo, estou assustado comigo. Informações chegam rapidamente e confundem minha mente. Erro e nem sei se é erro. Sou fraco e não consigo ter uma vida de pobre que pobe não quer ser e acorda as 5h e dorme só 0h pois estuda e trabalha o dia todo. Vou perder sorrisos, amigos, vida e saúde assim. Rico? se eu fosse amaria ser, não sou, mas não faço questão de ser, apenas ter o que me é suficiente e um pouquinho mais, isso mata? Só quero viver feliz e em paz? Possível ou não?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

L'amour, ça ne vaut rien! > O amor não vale nada

Calma, não estou querendo dizer nada com essa frase. É apenas uma das partes da música "Amour" da Carla Bruni. De fato, todo mundo quer dizer isso tem hora. Eu tive meus momentos e não vou mentir que foram meio chatos para mim, mas essa coisa de gostar de alguém é simples. É a lei do "quando um não quer dois não brigam", em suma, ou você gosta de alguém e é correspondido ou é rejeitado. Você gsota e fica ou não necessariamente nessa ordem e as coisas vão acontecendo.
Li num blog de um amigo em comum com outros amigos um post curto, mas bem jeitoso que tudo tem seu lado bom. (Blog de CaioScheleger). Não me recordo se já postei aqui a lei de Pollyanna, livro de Eleanor H. Porter publicado em 1913, a história de uma menina em cadeira de rodas que apenas enxergava o lado bom das coisas, por mais que fossem ruins.
O amor ou paixão ou qualquer coisa que você considere como tal tinha que ser obrigado a funcionar da mesma maneira. Mas o ser humano é tão passioanl que mata e morre por amor, vive e vegeta por ele.
Sinceramente, vou ver como Pollyanna viu as situações a ela colocadas. No meu caso e acho que no de muita gente, é bom pensar que se as coisas não deram certo é porque se dessem tal paixão/amor só poderia atrapalhar nossas vidas, se não deu certo é porque não somos bons suficiente um para o outro, justo como dois pedaçoes do quebra-cabeça que não tem encaixe ou um pé maior que o número do calçado. O lado ruim? Sonhos e pesadelos e pensamentos que ficam, mas também que vão. Afinal de contas, uma coisa todos sabem, na maioria dos casos o tempo é o único capaz de solucionar problemas.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Por que falar outros idiomas?

Estou quase optando para aprender italiano, mas estudou um pouco receoso e por isso decidi escrever aqui o porquê quero e é necessário aprender vários idiomas. Primeiro porque sou brasileiro! (rsrsrs) em todos os bons sentidos, o brasileiro é o povo mais hospitaleiro do mundo e está sempre tentando ajudar os estrangeiros a se comunicarem. nad amelhor então do que saber se comunicar no mesmo idioma que seu hóspede. Segundo que infelizmente o português não é um idioma visado no mundo.
Outros motivos nos levam a querer aprender idiomas. Inglês é primordial, e dos melhores possíveis, às vezes pode não ser requisito para entrar em um empresa, mas é para crescer lá dentro. Na hotelaria que é a área que estou trabalhando é o mínimo que temos que ter. O Espanhol é bem aceito, visto que somos a América Latina e 90% dos países aqui falam espanhol. Pode ser um idioma compreensível, mesmo assim o português não o substitui.
O francês, depois do inglês, é o idioma mais ensinado ao redor do mundo, a França é uma grande potencia mundial, além de referencia em diversos campos do conhecimento. Tradicional em seu estilo é um país que não questiona o uso do inglês em seu território, mas também não deixa de olhar feio para quem não sabe seu idioma. culpa de Napoleão, rsrsrs.
Alemão, a língua de Hittler, é um idioma considerado por muitos, feio ou difícil, mas sabendo ser sério e responsável no seu trabalho, oportunidades em empresas alemãs não vão faltar quando se fala o idioma.
Italiano entre as G-6 dos idiomas é a mais inibida, mas uma língua cativante, atraente, mesmo que por vezes pouco útil quando aprendida por ser aprendida, mas se a tem os horizontes aumentam, disso não a há dúvida.
Chinês é o idioma do futuro, mas sinceramente me irrita um pouco quando a escuto, prefiro essa coisa Latina e Saxônica.
Por que eu falo? O inglês porque é essencial, mas também é o único que posso usar se um dia for para a Turquia ou para a Grécia. É comunicável. Francês porque amo a cultura francesa e ele me abre portas. Espanhol ainda não falo quase nada, mas estou para aprender, mesmo que isso demore uns 2 anos. Digo o mesmo para o Alemão. Chinês não aprenderei, e italiano, vou dar um jeito e aprender

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O novo adulto

Estudar e investir enquanto novo. Isso é o que todos falam. Bom, estão certos. Mas é difícil entender isso quando novos somos. Cursos profissionalizantes, Faculdade, MBA, especialização, quem sabe experiência no exterior, conhecimento em informática, Excel avançado por favor, inglês já não é suficiente, há que saber mais do que isso, experiência de trabalho comprovada em carteira e além de tudo isso há que ser pró-ativo, boa fluência escrita e oral além de uma ótima relação inter-pessoal e atendimento ao cliente em excelência. Ufa, sobrevivemos a primeira etapa do que é ser um novo adulto. Esse da segunda década do século XXI. Para se alcançar isso levam-se no mínimo uns 6 anos ou mais após o término do Ensino Médio.
Após essa etapa vem a Etapa do trabalho sem cessar, é aquela que não é necessário ficar estudando e trabalhando ao mesmo tempo, porque você já é o competente perante seu contratante e tem capacidade de gerar recursos para sua respectiva empresa. Legal, mas aí vem a responsabilidade, A de trabalhar direto e sem parar. Seus recursos também aumentam se for sábio o suficiente para saber economizar, vai conseguir estabilizar a vida mais facilmente, mas sua responsabilidade aumenta e você ganha postos invejáveis e não pode parecer o cara legal que gostaria de ser, pois está a procura de gerar recursos. Ok, isso pode até mudar um pouco, mas mesmo assim suas responsabilidades são as maiores.
Daí paralelamente a essa vida profissional você oficializa seu namoro, noivado e vai casar. Comprou o apartamento ou casa e mandou dar um up nele, comprou os móveis e mandou uma decoradora ou decorador de inteirores dar um up também em sua residência. O carro você já tem. Está certo que você se apertou um pouco agora, mas já está estável vamos assim dizer.
Casou numa bela festa em um hotel ou sítio da região, fez uma lua de mel (Ah essa pode variar de Grécia ou França, Fernado de Noronha ou Buenos Aires até Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul). voltou.
Nasceu seu primeiro bebê. Se você é homem ainda está nas alturas, pois imagine uma mulher nesses mesmos sapatos? Considerando sua posição de pai responsável monta uma poupança para seus 1 ou 2 filhos (que é o considerável para o mundo caro de hoje). Uma vez na vida viaja, passeia quando dá, os filhos crescem e te enchem o saco, saem de casa e trilham esse mesmo caminho de um jeito diferente.
Todos sempre tentaram ao menos ter essa vidinha, mas é uma vidinha até rentável. O difícil é aceitar que isso é e será dessa maneira ao menos que ganhe a loteria ou morra antes do tempo.
Ser um adulto a partir de agora não é fácil, exige esforço, mas também não é impossível. Tornar-se um classe média para a próxima década também não é tão complicado, mas exige esforço.
Vai topar o desafio ou vai ficar pensando na vida como eu pareço estar? (rsrsrsrs).

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

1 mês trabalhando

Estou escrevendo do trabalho. Impressionante, não? Sim, um pouco, mas certamente tive meus motivos apra vir aqui. Estou amando trabalhar em um hotel. Mesmo assim a cabeça de um jovem de 17 anos é pequena demais para entender coisas que são necessárias entender, como por exemplo: Como entender que uns tem tanto e com minha idade já têm casa e carro próprio e só tem que se preocupar em terminar a faculdade paga pelos pais e trabalhar para pagar despesas muitas vezes desnecessárias?Pergunta meio revoltada, concordam?
Eu sou do tipo que tem que trabalhar uma vida toda para conseguir todos esses objetivos e suar frio para que eles dêem certo. É certo que a primeira opção é sonho de todos os jovens e a segunda a realidade da maioria. Não reclamo de trabalhar não. Está sendo uma maravilha, experiência única. Um hotel em desenvolvimento, experienciando um relacionamento com o cliente e crescendo em mente.
É certo que ainda dá aquele aperto no coração quando olho para trás e vejo que não sou mais criança, mas dá sede de trabalhar e correr atrás dos objetivos. Infelizmente 95% envolvem dinheiro, o que nos torna um pouco ambiciosos.
Ainda me perco pensando em inúmeras possibilidades de trabalho que tenho pelo caminho, num futuro próximo, mas isso não impede de me dedicar onde estou. Vale a pena sabe, cada minuto, e o tempo voa.
Tudo bem que se perde um pouco do que nós jovens chamamos de "vida social", mas nada que diminua o amor que tenho pela minha família, meus amigos, pela música, pelo teatro, pelo violão, pelo inglês e pelo francês. Acho tempo para tudo.
Tenho que analisar o que vai ser mais importante para mim nesse jornada que possuo pela frente e correr atrás de recursos para sanar as necessidades materiais de um homem, né? Casa, carro, amor... Enfim, volto a comentar mais sobre essa vida depois, incluindo minha volta aos estudos de inglês na Cultura Inglesa.
Boa Leitura do blog :)