segunda-feira, 23 de maio de 2011

Teatro e História romana

Roma Antiga

A história de Roma é dividida em três Períodos
Monarquia – 753 a.C. – 509 a.C.
República – 509 a.C. – 476 a.C.
Império – 27 a.C. – 476 d.C.



ORIGENS DE ROMA

Roma, que se localiza na península Itálica tem duas versões sobre sua origem. Uma histórica e outra lendária. A histórica defende a união de italiótas, latinos e sabinos que construíram a cidade contra as incursões etruscas.
A lenda se refere a Rômulo e Remo que foram amamentados por uma loba.

MONARQUIA ROMANA

É a primeira fase de Roma que durou aproximadamente 250 anos com 7 reis (3 Etruscos).

Estrutura Política
O poder executivo era exercido pelo rei, havia o Senado, cúrias e a assembléia curiata.
A sociedade era constituída pelos patrícios, cliente e plebeus
A monarquia acabou em 509 a.C. com a expulsão do rei Tarquínio, o Soberbo.

REPÚBLICA ROMANA
Nesta fase as instituições políticas se tornaram muito mais complexas e modernas.
O período republicano também foi marcado pela grande expansão dos romanos. Com as guerras púnicas, Roma teve seus domínios estendidos por quase todo o mediterrâneo.

Estrutura Política
Houve uma descentralização total do poder.
Criaram-se as Magistraturas, que era o domínio do poder exercido por mínimas duas pessoas, escolhidas por eleições.
Os cônsules lideravam a religiosidade pública e o exército, eles podiam nomear um ditador que recebia total poder em casos de calamidade pública.
Aos pretores cabia a administrar a justiça. Os questores eram responsáveis pelas finanças do Estado. Os publicanos eram responsáveis pela cobrança de impostos.
Os censores ajudavam no estabelecimento das classes sociais.
Os edis realizavam a manutenção pública.
O senado opinava em grandes questões públicas.
Os tribunos da plebe (surgida após o primeiro movimento de revolta de plebeus) impediam leis que fossem contra sua classe.
Havia também a assembléia centuriata, os membros dessa assembléia tinham origem do exercito.

Sociedade
Patrícios >> cliente >>> plebeus>> escravos

As revoltas da plebe
Entre V a.C. e III a.C. houve o que chamamos de revoltas da plebe.
A greve foi o meio pelo qual os plebeus encontraram para os patrícios atenderem suas reivindicações.
Entre as vitórias da plebe podemos citar a criação da sexta magistratura, a lei das doze tábuas (que evitava a manipulação do poder), a lei da canuleia (que permitia o casamento entre plebeus e patrícios), a lei da Licínia (evitar escravidão por dividas). O plebiscito tornou-se meio pelo qual a plebe se expressava politicamente.

Expansão Romana
Durante a República, Roma expandiu seus domínios por todo o mediterrâneo.
Roma era tido com muito interesse pelas cidades vizinhas, então desenvolveu o militarismo como forma de defesa, mas percebeu que a melhor defesa era dominar estas cidades, assim iniciou-se esse processo de expansão.
Por volta de III a.C. houve as guerras Púnicas entre Roma e Cártago, a primeira delas aconteceu num período de mais de vinte anos pelo poder da ilha da Sicilia, onde Roma venceu.
Vinte anos depois, Aníbal (cartaginense) invadiu Roma pelo norte com elefantes, destruída, mas não vencendo, vários lugares.
Outra vez, Roma invadiu e dominou Cartago, sendo assim Roma foi, com certeza, “A senhora do Mediterrâneo”

Crise da Republica Romana.
Com a grande expansão romana houve uma grande mudança na estrutura romana, principalmente econômico-socialmente.
A plebe passou a sofrer mais com o desemprego, mas alguns se beneficiaram criando uma nova classe social, os cavaleiros.
Os militares também tomaram força política, já que haviam sido essenciais nas conquistas.
As guerras civis continuaram e houve a época dos triunviratos, onde o poder era dividido em 3.
O 1º triunvirato foi exercido por Júlio César, Pompeu e Crasso, o último morreu em batalha e os outros dois começaram a disputar entre si, mas César invadiu Roma e passou a exercer um governo ditatorial.
César queria tornar-se rei e quase conseguiu, mas foi assassinado pelos senadores antes de isso acontecer,
O 2º Triunvirato foi feito por Marco Antônio, Caio Otávio e Láedio, o último foi afastado e os dois primeiros tornaram-se inimigos. Caio Otávio tornou-se o primeiro imperador de Roam em 27 a.C.

IMPÉRIO ROMANO

Alto Império (Formação, crescimento, apogeu)

Esta fase corresponde a 27 a.C. até 235 a.C. com quatro dinastias: A Júlio-Claudiana, a dos Flávios, a Dos Antoninos, e a dos Severos.
O principado de Augusto
Otávio Augusto (Caio Otávio) foi o mais expressivo imperador romano. Ele era um bom administrador público e reformou a Império no que diz respeito a muita coisa, coisa uma nova organização social, onde todos saiam ganhando, também parou com o domínio romano (paz romana).
Foi durante o seu reinado que surgiu Jesus Cristo e com Ele, uma religião que cresceria muito: O cristianismo.

As dinastias
Na dinastia Júlio-Claudiana destacaram-se, por sua excentricidade, Calígula e Nero.
Na dinastia dos Flávios, Tito se destacou por invadir e destruir Jerusalém.
Na dinastia dos Antoninos, Adriano Ficou famoso por construir uma muralha de mais de 100 km de extensão.
Nas dinastias dos Severos, já se via um declínio no governo de Severo Alexandre.

Crise no Império e sua Queda

A partir do ano de 235 d.C. o império romano iniciou sua decadência, tanto por fatores internos como externos.
Internos >>> A falta de escravos abalou a economia imperial e essa não crescia tanto como antes, assim sendo, não conseguia sustentar a demanda existente. Como conseqüência houve um aumento continuo de impostos.
Assim também houve o êxodo urbano, onde as pessoas migraram para o campo, trabalhando para o latifundiário que havia cedido a terra. Isso era o colonato.
Para amenizar a crise foi decretada a tetrarquia, onde o governo foi dividido em quatro imperadores, mas novamente começou a luta pelo poder, sendo assim, no ano d e313 d.C. reunificou-se o poder, foi ele legalizou o cristianismo em todo o império.
Em 395, Teodósio instituiu capitais para o império: Constantinopla (Oriente) e Milão (Ocidente).

Externos (invasões Bárbaras) >>> OS bárbaros (que habitavam as atuais terras alemãs) sofriam com o grande aumento populacional e a ameaça do povo huno. Então necessitavam expandir suas fronteiras, assim pouco a pouco foram adentrando o território romano e finalmente me 476 conquistaram Roma.
Cultura Romana
Como legado eles nos deixaram muito de sua administração pública. O português veio do latim e a organização da Igreja Católica, de Roma.

Império Bizantino

Em 395 houve a transferência da Capital de Roma para Constantinopla (Nova Roma, Bizâncio).
Bizâncio tornou-se uma grande e urbanizada cidade da Europa Medieval. Lá eram comercializados perfumes finos, tecidos de seda, porcelanas e peças de vidro.
A economia era baseada na atividade agrícola.
Durante o governo de Justiniano houve uma maior centralização do poder do poder, só que isso não impediu revoltas. A mais famosa foi a revolta de Nika.
Ela aconteceu no hipódromo onde aconteciam as corridas de cavalos, era aí que todas as classes se encontravam divididos em verdes e azuis. Um dia antes da revolta houve vários assassinatos o que deixou o povo insatisfeito. No dia da revolta os verdes deixaram o hipódromo em massa, o que era um grande insulto ao imperador. O que gerou em morte, uma delas dos azuis. Assim, com ameaças de ambas as classes, o governo agiu e matou mais de 35 mil
Pessoas, acabando com a revolta de Nika e permitindo que Justiniano prosseguisse.
Justiniano criou o código Justiniano (Corpus Juris civilis) que foi a base da justiça Ocidental.
Ele tentou reconstitui o Império Romano, mas usa conquistas (Norte africano, Itália e sul da península Ibérica) não duraram muito. Em 1453 a cidade foi dominada pelos turcos otomanos e assim aconteceu o fim do império bizantino.
Religião
Houve a tentativa de união entre a Igreja e a política, o que acabou na divisão da igreja em duas, a ortodoxa e a católica apostólica romana.
Sem contar as crises culturais que afetavam a Igreja, como as idéias heréticas de monofissismo (defendia que Cristo era apenas divino e não humano) e a iconoclastia (propagação de destruição de imagens de Santos nos templos).
Arte
Os mosaicos são a maior expressão bizantina. Vale lembrar na arquitetura a Igreja de Santa Sofia.

O TEATRO EM ROMA

Ao contrário da Grécia, o teatro não foi um meio de educação e cultura para o povo romano. Os governantes tirânicos se preocupavam em proporcionar jogos e espetáculos sangrentos no Circo Romano, Imperava a política do “pão e circo”. Não era conveniente que o povo assistisse algo sério e conscientizador, Grande repressão exercia-se contra os autores que usavam a palavra para discutir a realidade em que vivia o povo oprimido. Por isso mesmo os espetáculos de “mimesis” (“imitação”: o “mimo” (espetáculos de mímica) e a “pantomima” (narração por meio da dança, exprimindo sentimentos e idéias através de gestos e expressão corporal) eram os mais aceitos pelo poder.
Mesmo assim, os mimos, (Os mímicos eram chamados de mimos) como o célebre Pilades, tiveram problemas por criticas altos funcionários, através de gestos.
Para os imperadores o mimo e pantomima, tinham a dupla vantagem de agradar a plebe de Roma e também todos os povos submetidos, fossem quais fossem a sua língua e as uma raça. Constituíam assim ritos de exportação capazes de contribuir para o domínio e para o prestigio de Roma. Os mimos (mímica) e a pantomima foram postos a serviço da unidade romana. Os mimos “Batilo”, no gênero cômico e “Pílades”, no gênero sério, formam os artistas mais célebres da época.
A decadência de costumes em Roma exprime-se com espetáculos cada vez mais violentos, nos jogos do circo e do anfiteatro. Os cristãos foram vitimas em muitos espetáculos e, muitas vezes escravos ou condenados substituíam os atores nas cenas de morte para o que o povo pudesse assistir uma morte verdadeira em cena.
A única contribuição essencial do teatro romano é representada pelas “atelanas” que eram pelas populares, que resistiram ao tempo, influindo nas posteriores “farsas” da idade media, e ate no início do teatro moderno inspiraram a comédia “Dell’arte”
A “atelana” era representada no fim do espetáculo assim como o “drama satírico” era representado na Grécia, e tinha personagens-tipo usando mascaras, que com o tempo foram se tornando tipos fixos. Inspiravam-se na vida dos camponeses e nos ridículos dos citadinos.
Em Roma, os “mimos” foram se tornando mais populares, tomando o lugar das “atelanas”, mas essa forma popular resistiu heroicamente nas províncias do Império, até a Idade Média. O mimodrama nasceu das antigas improvisações sob a forma de “SATURAS” (peças burlescas), assim denominadas porque misturavam a fala, a música e a dança. A ‘“SATURA” representou durante muito tempo a única arte dramática autenticamente romana.

Comédia em Roma: Plauto e Terêncio

A comédia romana antiga usou as fontes gregas, mas teve características originais. Era voltada ao presente, à personagem que possuía contradições e mostrava os ricos e pobres.
Plauto tinha uma grande veia poética aliada à sua cômica de grande farsista. Plauto imita, sem de isso fazer segredo, a comédia nova do teatro grego. Fundia várias peças gregas, exertava cenas de uma peça na outra.
Terêncio fazia representações para as classes mais abastadas e seu teatro era menos farsesco com um tom um pouco mais sério.
Plauto e Terêncio criaram muitos tipos populares que depois foram espalhados por todo o mundo através da Comédia Dell’arte. Seus tipos: o fanfarrão, o avarento, o criado astuto, do filho de família devasso, o parasita, etc.. Servem de inspiração até hoje a todos os que trabalham com a comédia, inclusive no cinema e na televisão. Por exemplo: “A comédia dos Erros” de Shakespeare foi inspirada em “Os menecmos” e Molière inspirou-se em “anfitrião”.

Plauto: O cabo, Caruncho, Os menecmos, Os prisioneiros, O soldado, Fanfarrão, Aululária, Anfitrifião, Trinumo.
Terêncio: O Punidor de si mesmo.

Tragédia em Roma: Sêneca

Com exceção das peças de Sêneca, sobreviveram poucos elementos da tragédia romana, apenas alguns fragmentos de alguns autores. Mas Sêneca, embora não tenha a poesia e a força trágica dos três trágicos gregos, influenciou dramaturgos de várias épocas com sua grande eloqüência. Escreveu “Octavia”, drama histórico sobre a vida romana, “Hércules” “tiestes” etc.

sábado, 21 de maio de 2011

Humanas

Talvez eu não esteja focando ainda um alvo concreto, mas ora vejam só, eu tenho 18 anos e nada mais e tenho uma biografia invejável. Pode não ser a história de um herói, mas é uma história.
Sempre digo que é necessário foco e disso eu conheço pouco, tão pouco como a vida prática, da qual eu tento provar sem queimar a língua.
Ao menos me dilui em apenas uma área até o momento: Humanas. Descartei tanto a área de Biologia ou de Exatas. São áreas que não desprezo, mas que faço uso apenas do necessário. Dentro de humanas ainda decido-me. O teatro é um fato e a docência parece-me que outro. Onde? ainda não sei, mas tenho que continuar a focar apesar de ter tudo ainda muito deslocado.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Incompleto

AAh Quem é o Jeff hein? Uns posts atrás disse que ao meu ver tinha encontrado a verdade da vida... Tipo, a minha verdade quero dizer. E devo mesmo tê-la achado, não é interessante comentar dela, mas é uma verdade maquilada e que, por Deus, seja mentira. Eu mesmo a maquio, na real, todos a fazemos. Cada um a sua.
Quem é que acorda para um dia cheio de estudos, trabalho, por vezes cheio de risadas, piadas, lágrimas, quem? Nós mesmos, mas, por mais vezes, acordamos com aquele olhar triste que por mais que haja sorrisos em nossa cara, esses sorrisos não se sobrepõe nossos olhares. Daí é que a gente tira a maquilagem pra maquiar o dia e dar mais vida alegre ao que consideramos ruim.
Sabe, eu não estou triste ao todo Ultimamente, mas estou me sentindo incompleto, com um ar de "falta algo". Não sei se como ator, como pessoa, como homem, como família. Mas me falta algo ainda, quando eu me senti completo não durou nem duas semanas, então, e aí?

"Caso o homem prove a perfeição uma vez, ele nunca será o mesmo."

terça-feira, 17 de maio de 2011

Primeira aula de expressão vocal

Fatores de risco para a voz
·         Fumo
·         Álcool
·         Drogas
·         Hábitos vocais inadequados
·         Posturas corporais inadequadas
·         Poluição
·         Alergias
·         Alimentação inadequada
·         Falta de repouso inadequado
·         Ar condicionado
·         Falta de hidratação
·         Mudanças de temperatura
·         Vestuário inadequado
·         Alterações hormonais
·         Medicamentos

Dicas básicas para uma boa emissão
·         Tomar 2l de água por dia
·         Não tomar álcool, fumar ou abusar da cafeína
·         Evitar alimentos pesados, excessivamente condimentados, principalmente à noite
·         Reduzir o uso da voz quando doente
·         Não falar alto
·         Não usar a voz fora do tom habitual
·         Evitar longas ligações telefônicas
·         Evitar conversas em ambientes ruidoso
·         Evitar falar rápido e por muito tempo
·         Não falar enquanto faz exercícios fiscos ou carrega peso
·         Aquecer a voz
·         Reconhecer as sensações de esforço vocal e evitá-las
·         Usar roupas confortáveis
·         Evitar poluição, mofo, não ventilação.
·         Evitar ar condicionado
·         Repousar a voz
·         Nunca se automedicar
·         Deixar o corpo movimentar-se enquanto falar

O que é voz

A voz é produzida pelo trato vocal, a partir de um som básico gerado na laringe, o chamado “buzz” laríngeo.
O ar é fundamental na produção da voz. Ele passa pela laringe e faz as pregas vocais vibrarem. Quanto mais agudo o som, mais rápido é processo vibratório.
Quando respiramos as pregas vocais ficam afastadas, quando produzimos voz elas de aproximam e vibram.
Ainda há, porém, o processo de ressonância. Para formar os sons de uma língua há duas fontes de som: A glótica e a friccional.
A fonte glótica usa da glote para produzir o som. Ela ativa a vibração das cordas vocais. A glote é o espaço entre as pregas vocais.
As consoantes sonoras do português: bê, dê, guê, vê, jê, nhê, nê, lê, lhe, rê e rrê e as vogais.
A fonte friccional usa da fricção do ar. Os sons surdos são: pê, tê, quê, fê, sê, e Xe;

Quadro 1.1 – Condições básicas para se produzir a voz e a fala
1.       Para emitirmos a voz e a fala, nosso cérebro dispara o comando central, que chega em nosso laringe e nos articuladores dos sonos da fala através dos nervos específicos.
2.       Inicialmente precisamos inspirar ar, ou seja, colocar o ar para dentro dos pulmões; Para tanto, as pregas vocais devem estar afastadas.
3.       Ao emitirmos a voz, as pregas vocais aproximam-se entre si, com tensão adequada, controlando e bloqueando a saída de ar dos pulmões.
4.       O ar coloca em vibração as pregas vocais, que realizam ciclos vibratórios que se repetem rapidamente; quanto mais agudo o som, mais rapidamente esses ciclos de repetem.
5.       As caixas de ressonância, principalmente a boca e a faringe, devem estar ajustadas para facilitar e amplificar a saída do som pela boca.
6.       Dependendo do som da fala a serem emitidos, os articuladores, ou seja, os lábios, a língua, a mandíbula e os dentes, devem se posicionar de modo adequado.

Os mecanismos de controle da voz

Nos sons agudos, as pregas vocais estão mais longas, mais tensas e fazem maior número de ciclos vibratórios por segundo. Nos graves acontece o contrário.
Sons fortes são produzidos com maior pressão de ar, maior tensão e fechamento mais firme das pregas vocais. Sons fracos, o contraio.
Para mudarmos a qualidade da voz modificamos todo o trato vocal.
Ouvimos nossa voz por via externa e interna. O que deixa a nossa percepção como um pouco mais grave do que as pessoas escutam.

Qualidade vocal
Mecanismo Básico Empregado
Voz Projetada
Controle adequado dos mecanismos de freqüência e intensidade, com ressonância difusa e grande excitação do trato vocal.
Voz Rouca
Pregas vocais com vibrações irregulares.
Voz Nasal (fanhosa)
Ressonância do som predominantemente concentrada na cavidade do nariz.
Voz sussurrada (cochichada)
Pregas vocais aproximadas, mas o ar passar por entre elas sem vibração.
Voz em Falsete
Pregas vocais alongadas, mas com tensão reduzida e vibração limitada a sua região anterior.
Voz Comprimida
Vibração restrita das pregas vocais e tensão da estrutura do aparelho fonador, especialmente da laringe da faringe.
Voz Monótona
Falta de variação adequada do comprimento, da tensão e da vibração das pregas vocais, com ressonância pobre.
Voz Trêmula
Tremor da estrutura do aparelho fonador, que pode estar limitado às pregas vocais ou envolver até a língua e a mandíbulas.
Voz Soprosa (Voz com ar)
Pregas vocais não se tocam completamente, escapando ar não sonorizando entre elas.

A psicodinâmica Vocal

Nossa voz é única e através dela pode-se descobrir ou ter noções de fatores biológicos (sexo, idade e condições gerais de saúde), psicológicos (características básicas de personalidade e estado emocional no momento) e sócio-educacional (o grupo social/profissional ao qual se pertence)

“Um profissional tem que ser competente, atualiza e com mente crítica”

sábado, 14 de maio de 2011

Como eu estou

Cansado de tantas coisas, sendo sincero acho que sai da caverna sem enlouquecer, em resumo: acho que sei da verdade da vida, estou como Einstein, mas sorry, não posso falar qual é.

Férias para o corpo

Essa foi a nossa 11ª aula. Aula que teve tantas coisas e mesmo assim pareceu passar bem em dois segundos. A professora é uma ótima profissional e amiga da gente. As aulas são cativantes e geralmente exigem muito da gente. Já ouviram falar de pegar no rabo do outro? haha? Não? É uma brincadeira que serviu como aquecimento para meus amigo e eu ontem. Colocasse uma meia grande na calça como se fosse um rabo e em duplas, um tem que tentar pegar o rabo do outro. No fim das contas isso me gerou muitas dores, mas boas, são dores que mostram resultados. Acabei vencendo nosso mini-torneio e me senti feliz com isso, mas no fundo não gosto muito de vencer, pois acho que as pessoas ficam comentando e coisas assim eu não curto que comentem.
Minha sala de teatro é muito boa, o maior problema ali ainda e que vai ser dissipado com certeza é a falta de confiança que há e treinamos isso nos jogando nas mãos uns dos outros de olhos fechados. Depois do intervalo treinamos sensações na sala.
Haviam vários obstáculos ali, que envolviam todos os sentidos menos a visão. O mais legal foi colocar a mão no creme e fazer bagunça, foi engraçado. Acho só que temos que nos entregar mais em nossa busca pelo conhecimento, Às vezes o medo ou a falta de confiança nos deixa assim.
Fizemos uma coreografia louca para o professora antes das férias e ela nos deu seminários sobre os sentidos. Teremos de explicar na teoria e na prática os sentidos. Meu temos junto a mais quatro amigos é o Olfato.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

As nuvens - Aristófanes

Não nos foi pedido que lêssemos esse livro de Aristófanes, mas na edição de Lisístrita que eu peguei emprestado, havia também esse texto e como gostei de teatro clássico, aproveitei para lê-lo também. Em resumo, trata da história de Estrepsíades, um caloteiro que gastava seu dinheiro com cavalos e não queria pagar os credores. Ele tinha um filho preguiçoso e queria que este, Fidípides, aprendesse a arte da Retórica com Sócrates para enrolar os que o pai devia e assim ele não pagaria. O filho recusa e então Estrepsíades toma aulas com Sócrates, mas é mau aluno. Obriga o filho a tomar aulas. Estresíades nega aos seus credores o pagamento, mas como foi injusto seu filho, Fidípides o bate por que agora, garoto estudado e conhecedor do que é justo e da retórica, se acha no direito de fazê-lo com pai que é injusto e não pagou as contas.
A peça é satírica com o povo da época e mais voltada para a comédia nova, onde o cotidiano tem foco e não tanto mais a política.
Ainda essa semana postarei sobre nossa aula de História do Teatro hoje 11/05, que envolveu o teatro romano e seu contexto histórico.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Ontem

Comentamos muito sobre a concentração da atenção em palco, e com um objetivo é claro. E apesar de todo o comentário eu ri em palco. Que ódio que mim nessa hora, que ódio de mim. Ao menos a Mariza me ajudou e disse que era difícil mesmo. Vou conseguir se Deus quiser, vou conseguir.
Apresentamos nossas cenas e depois de dicas partimos para casa. Na real, eu com mais uns amigos fiquei horas na Lapa pondo o papo em dia. Fui pro trabalho e acordei tarde hoje. Daqui a pouco estou no trabalho mais uma vez.

domingo, 8 de maio de 2011

Faculdade

Estou fazendo as coisas andarem, agora quem não pode parar sou eu. Estou voltando a estudar para ver se passo na USP, não sei em qual curso ainda, mas tendo muito para a FFLCH. Tal faculdade oferece cursos de Letras, Filosofia, História, Geografia e Ciências Sociais. Desses cinco excluo Geografia e Filosofia. Letras é algo que fica em cima do muro ao lado de Ciências Sociais e História. O que acontece é que pretendo unir o útil ao agradável. Quero continuar no teatro e fazer dele um alicerce para meu estudo universitário. Letras é interessante pelo fato de poder pegar uma habilitação em Francês por exemplo, mas ao mesmo tempo me sentirei bem se eu conseguir uns diplomas internacionais no idioma.
Fico mais entre História e Ciências Socias, e ultimamente penso muito na Segunda Opção que me permite estudar Sociologia, Antropologia e Ciência Política, sendo que as duas últimas opções me atraem muito, e antropologia tem tudo a ver com teatro. Ciência Política pode não ter tanto a ver, mas é algo que quem sabe aliando-se a um técnico em gestão Pública possa me trazer ótimos benefícios em grana e intelectuais?
A nota de Corte da primeira fase em ambos os cortes está em volta de 37 acertos de 80. As vezes que prestei acertei 48 e 40, então talvez passe para a segunda fase.
Estou caminhando e tentando ficar. Francês e Inglês até os tais diplomas. DRT e curso de teatro em diversas montagens se Deus Quiser. Faculdade e depois só Deus sabe.
Um intercâmbio quem sabe durante a facul, aprender espanhol, alemão, italiano e russo. Tocar violão e gaita e quem sabe cantar bem? Tantas opções, mas que de pouco a pouco podem ser conquistadas.

Eu ♥ São Paulo

Estava ouvindo umas músicas e uma delas "For you From me" de Jon McLaughlin era uma homenagem a cidade de Indianopolis. Eu achei o clipe lindo e o amor que ele mostra pela cidade também. Eu sei que eu às vezes reclamo de SP, mas eu amo essa cidade cinza e de todas as cores, de ódios e amores. Eu amo São Paulo e pesquisei algumas músicas que proferiram amor à essa cidade que sabe ser caótica e encantadora ao mesmo tempo.



São, São Paulo
Tom Zé

São, São Paulo meu amor
São, São Paulo quanta dor
São oito milhões de habitantes
De todo canto em ação
Que se agridem cortesmente
Morrendo a todo vapor
E amando com todo ódio
Se odeiam com todo amor
São oito milhões de habitantes
Aglomerada solidão
Por mil chaminés e carros
Caseados à prestação
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Meu amor
São, São Paulo
Quanta dor
Salvai-nos por caridade
Pecadoras invadiram
Todo centro da cidade
Armadas de rouge e batom
Dando vivas ao bom humor
Num atentado contra o pudor
A família protegida
Um palavrão reprimido
Um pregador que condena
Uma bomba por quinzena
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Meu amor
São, São Paulo
Quanta dor
Santo Antonio foi demitido
Dos Ministros de cupido
Armados da eletrônica
Casam pela TV
Crescem flores de concreto
Céu aberto ninguém vê
Em Brasília é veraneio
No Rio é banho de mar
O país todo de férias
E aqui é só trabalhar
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito
São, São Paulo
Meu amor
São, São Paulo



São Paulo
Premê


É sempre lindo andar na cidade de São Paulo,de São Paulo
O clima engana, a vida é grana em São Paulo
A japonesa loura, a nordestina moura de São Paulo
Gatinhas punks, um jeito yankee de São Paulo, de São Paulo
Ah!
Na grande cidade me realizar
Morando num BNH.
Na periferia a fábrica escurece o dia.
Não vá se incomodar com a fauna urbana de São Paulo, de São Paulo
Pardais, baratas, ratos na Rota de São Paulo
E pra você criança muita diversão em São Paulo
São Paulo lição
Tomar um banho no Tietê ou ver TV.
Ah!
Na grande cidade me realizar
Morando num BNH
Na periferia a fábrica escurece o dia.
Chora Menino, Freguesia do Ó, Carandiru, Mandaqui, ali
Vila Sônia, Vila Ema, Vila Alpina, Vila Carrão, Morumbi
Pari,
Butantã, Utinga, M'BOI MIRIM, Brás, Brás, Belém
Bom Retiro, Barra Funda, Ermelino Matarazzo
Mooca, Penha, Lapa, Sé, Jabaquara, Pirituba, Tucuruvi, Tatuapé
Pra quebrar a rotina num fim de semana em São Paulo
Lavar um carro comendo um churro é bom pra burro
Um ponto de partida pra subir na vida em São Paulo, em São Paulo
Terraço Itália, Jaraguá, Viaduto do Chá.
Ah!
Na grande cidade me realizar morando num BNH
Na periferia a fábrica escurece o dia
Na periferia a fábrica escurece o dia
Sampa
Caetano Veloso
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João

É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os novos baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

sábado, 7 de maio de 2011

Bate que eu gosto

Aula de expressão corporal. Como bater e apanhar teatralmente?
Só sei que foi complicado, e que temos que estudar muito. Dar tapas, reagir, mostrar espasmo muscular. Enfim, foi ótimo mas teremos mais

Drama no Drama

Por diversas vezes no meu marcador "Teatro" eu postei comentários rápidos sobre o Drama Class da Cultura Inglesa onde estudo inglês e também teatro em inglês.
O objetivo maior é trabalhar alguns aspectos cênicos e fazer uma montagem em inglês, livre. O grupo começou grande e animado, quase 30 pessoas ao total. Com apenas duas horas na semana, tentamos achar uma solução viável e rápida para a montagem escolhendo um Talent Show. Eu seria o apresentador junto à uma amiga apresentadora. Três jurados, um grupo de música, outro de dança e outro de teatro, dois comerciais de patrocinadores engraçados e uma música no final para dançarmos. O texto nem ficou pronto e algumas pessoas foram desistindo ou mesmo chegando atrasadas demais ao ponto de não conseguirmos entrar em sintonia. Consequebcia, No talent show, e no show para gente. Foi horrível a sensação.
Poxa, eu vou em dar como exemplo sabendo também que há outras pessoas com o mesmo pensamento que o meu. Poxa, eu moro em Embu e estudo em pinheiros, mas de uma hora para chegar lá, quando não mais, e também vou geralmente em pé. Dias de sexta acordo seis da manhã estudo aulas fudidas de teatro, almoço, vou pra quatro horas de estudos em sala de aula em inglês e mais duas de teatro e nem janto até chegar mais de dez horas em casa, no sábado pela manhã dou seis horas de aula. Me dedico, não chego atrasado, não falto, escrevo textos e faço pesquisas e acontece isso?
Fiquei muito triste, agora estamos procurando texto. Espero que decidamos isso nessa sexta, que nem sei se poderei ir por causa do trabalho, pela primeira vez. Caso não tivermos o texto e as personagens até duas semanas acho que saio dolorosamente do grupo. Meu tempo é precioso e quero passar na USP, se não estamos produzindo lá não quero atrapalhar ninguém e nem ser atrapalhado. Adoro todos lá, sério. Mas isso não implica que tenho que dedicar esse tempo a uma causa que pode não dar certo. Enfim, quero muito, muito que de certo e vai dar. só estou falando o que farei caso não dê. Caso dê, eu vou é dar uma festa, afinal, atuar em inglês é um dos meus grandes objetivos como ator.

Três Capítulos

Foi nos pedido na aula da Mariza que lêssemos mais três capítulos do Livro "A preparação do Ator" Os capítulos 5, 6 e 7. Sendo que o primeiro e o terceiro serão também explicados através de dois seminários. Um na segunda e outro no dia 27/05. O segundo não será tão focado pois puxa mais para a parte do corpo, mesmo assim deveríamos ler.
Como sempre eu aprendo melhor quando explico e como minha irmã ama teatro (ironia) e ela é a única que costumava me ouvir eu escreverei aqui em suma do que os capítulos tratam.

Quinto Capítulo
Concentração da atenção

Atores no início se importam muito com a plateia, e qualquer coisa que acontece ali pode tirar a atenção dele em um segundo. Tiremos por exemplo os atores rindo no meio de uma cena. Para fugir do auditório, o ator tem te de estar interessado em alguma coisa no palco, deve ter um ponto de atenção e que este ponto de atenção não esteja no auditório, mas para isso é necessário esforço.
Quando crescemos e estamos expostos a diversas situações em cima do palco como atores, por exemplo, mesmo que inconscientes às vezes nos perguntamos "Por que é que o público me olha?". Mantendo nosso foco no palco essa sensação tende a melhorar.
Stanislavski cita atenção sobre algum objeto, esse estando longe ou perto, mas algo que prenda a atenção do próprio ator. Depois fala sobre pequenos e grandes círculos de atenção, que estão a volta do ator ou mesmo fora dele quando ele é um observador, mas sempre há ação nessa concentração. Essa atenção e concentração levam o ator ao que se chama de solidão em público, é como se ele estivesse ali só, mas na realidade há uma plateia observando. Esse circulo pode nos acompanhar no palco, para exemplificar o diretor pediu que o aluno andasse no palco, um spotlight o acompanhava onde quer que ele fosse.
Essa atenção é exterior, mas há aquela interior também, a que envolve os sentidos, seja sentindo, degustando, enfim... O treino de ambas as atenções envolve também a imaginação, visto que é necessário quase sempre dar uma finalidade para sua concentração e também circunstâncias para a mesma.
O ator nunca deixa de treinar, é um ótimo exercício, por exemplo, deitar à noite e pensar em cada coisa e detalhe que se passou no dia ou no passado. É um treino para diversas coisas já estudadas até então.

Sexto Capítulo
Descontração dos músculos

Kóstia sofre um acidente ao forçar os músculos numa cena tensa dada pelo diretor. Em suma esse capítulo mostra que mesmo uma cena sendo tensa e forte não há necessidade de contrair ao máximo os músculo, mas sim relaxá-los fazendo o que tem que ser feito sem deixar de dar realidade à cena.
Às vezes tensão em um só músculo pode atrapalhar todo o resto da criação e a espontaneidade. Como disse é complicado manter o relaxamento se a cena é tensa em si, mas caso venha a tensão deixemos que ela venha, mas com ela também que venha o controle sobre ela, levando-nos ao relaxamento mais uma vez.
Temos pontos de equilibro e apoio. Se algum músculo tem de estar rígido, talvez não seja necessário que todos os outros também estejam, não é verdade?
Quando temos um objetivo para nos movermos em cena, para mexer os músculos (não importa a cena), tudo fica mais tranquilo. Um objetivo vivo e uma ação real (pode ser real ou imaginária, desde que esteja adequadamente fundada em circunstâncias dadas em que o ator possa deveras crer) fazem, natural e inconscientemente  funcionar a natureza. E só a natureza pode controlar plenamente os nossos músculos, distendê-los adequadamente e relaxá-los.

Sétimo Capítulo
Unidades e objetivos

Adorei a analogia usada pelo autor na primeira parte do capítulo. Imaginemos que um peru assado na mesa seja uma peça. Não podemos enguli-lo de vez e sim dividir em partes assim como uma peça pode ser divisa em atos, por exemplo. Mesmo assim esses atos são grandes e podem ser divididos em unidades menores, assim de pouco a pouco podemos engulir a tal da peça.
É só na preparação do papel que usamos unidades pequenas, durante a criação, propriamente, elas se fundem em unidades maiores.
Sendo sincero eu mesmo não compreendi muito o que isso quer dizer, mas a preparação deve envolver o ator estudando conscientemente a personagem ao passo que a a criação é sobre a personagem e também a sua relação com as outras personagens. Mesmo assim para que dividir a peça em mil unidades?
Não é preciso decompor uma peça mais do que o necessário, não se usa detalhes como guia. Temos que criar um canal, delineados por divisões amplas, que tenha sido minuciosamente elaboradas e preenchidas até o último detalhe.
Mesmo assim o erro cometido pela maioria dos atores é o de pensar no resultado em que apenas na ação que o deve preparar. Cada unidade tem um objetivo, seja ele qual for. Uma maneira interessante de achar um objetivo de uma cena é dar-lhe um nome, mas usando de um verbo não estático (um verbo de ação) para isso. assim, foca-se na ação sem esquecer o objetivo, gerando resultados e não focando nos resultados em si. Parece complicado, não é verdade? e é. Mas não é impossível. E que esse objetivo tenha o poder de emocionar e atrair o ator, fazendo isso ele emocionará e atrairá a qualquer um.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

E dá-lhe interpretação

Nesta segunda e quarta-feiras tive duas aula de interpretação cênica. A primeira destas aulas foi baseada em improvisações de cenas do texto "Cala a boca já morreu", tivemos dicas de melhorias e também de montagem de personagem. Já na quarta-feira uma adaptação do texto foi levada pela professora e fizemos uma leitura dramática, que levou tempo e paciência da parte de todos. Lido o texto foram divididos grupos e cenas para cada um. Acabei ficando no grupo com a cena do suicídio, e serei um radialista ''louco'' pela notícia, meio caricato, mas com fé cênica da mesma maneira. Lemos os textos nos respectivos grupos e mostraremos nossa pesquisa de cena na segunda-feira que vem. Nesse dia também levaremos alguma pesquisa do dramaturgo "Luis Alberto de Abreu". Amanhã aula de expressão corporal.