sexta-feira, 2 de março de 2012

O mês termina e começa outra vez

Já é março.  Dia 02 em plena madrugada escrevo inicialmente no Word para depois passar para o blog o que produzi em fevereiro. Coloquei metas culturais que até maio ou junho já terei cumprido.  Assim sobrará mais tempo para dedicação de aquisição do bem mais precioso. Conhecimento? Não. Dessa vez será o dinheiro. Não quero amar o dinheiro primeiro, longe de mim isso, mas me será necessário para cobrir os gastos de meus cursos e preciso bem urgente de um celular que preste e um laptop, sem frescura, mas é que preciso mesmo.
Fevereiro apesar de um mês pequeno e alongado esse ano, mostrou-se de uma produção bem grande. Um ano após haver iniciado o curso profissional de teatro o primeiro módulo se encerra com uma apresentação formal ao público. Cenas de clássicos do teatro encenadas na noite do dia 14/02 no SENAC da Lapa de São Paulo. Um grupo com capacidade de média para alta se apresenta e cada um tem seus altos e baixos. Minha menção foi ótima, não que eu o tenha sido, mas meu trabalho me agradou assim como meu grupo. Fiquei feliz com o resultado, mesmo querendo trabalhar mais.
Continuei consumindo teatro e assisti à três peças no mês: Hell, com Bárbara Paz; Hécuba, com Walderez de Barros, e; Valsa nº 6, com Lígia Paula Machado. Tomei o que achei de melhor em cada peça para meu trabalho e tentei observar cada detalhe. Ao passo que assistia às peças, lia algumas como “O despertar a Primavera”, “Vestido de Noiva”, “O sonho” e “Pigmaleão”. As duas últimas tentando encontrar algo para sugerir na montagem do SENAC e sendo que a peça de Strindberg me agradou mais. Não pois era a melhor, mas a que mais se enquadra nas necessidades da turma, ou melhor se molda às estruturas físicas e psicológicas da turma na qual estudo. Mas ainda haverá muitas outras opções. Estou certo disso.
Peças à parte dois livros tomaram meu tempo de boa maneira. “Caixa-Preta” com destaque para três acidentes aéreos brasileiros que, com sua pesquisa, me ajudaram a me inserir mais no contexto da aviação, e; O alienista, enredo ao qual acho que tenho muito em comum. Trata da loucura.
No cinema assisti ao segundo filme de Sherlock Holmes, fez jus aos livros e continuo apaixonado pelos roteiros. Sou só elogios. Em casa foram cinco filmes, todos assistidos no feriado do carnaval: Burlesque, Morte e Vida de Charlie St. Cloud, Cartas para Julieta, G.I . Joe a Origem de Cobra e, Sweeney Todd. Sendo bem sincero, os filmes são bons, mas provavelmente pelo estado de espírito com o qual eu me encontrava não curti muito nenhum deles. Se bobear curti mais re-assistir às pressas a primeira temporada de Sobrenatural, totalmente em inglês dessa vez.
Minha irmã voltou de MS e logo embarcou para RO e uma semana depois voltou. Isso não exclui o fato de na ida ela ter perdido o vôo e junto comigo e minha prima ter um almoço magnífico no Outback de Moema. Isso prova que há vantagens nas desgraças também (risos). Infelizmente cada dia que passa me sinto mais distante de minha irmã. Não estou tão ou mais próximo aos meus amigos e colegas, mas fui ao bar durante o dia umas duas vezes com eles, mesmo sem eu beber cerveja. Só me dei ao luxo de beber vinho num bar perto do metrô Santa Cecília com um amigo ator em pleno carnaval. Parei de beber outro tipo de bebida, não me é mais necessário. Necessário para mim seria jantar às vezes fora de casa com a família, como foi com minha mãe um dia desses (milagres acontecem), mas isso é quase impossível. Nessa casa cada um tem um pensamento diferente e não construtivo, infelizmente.
Ganhei três semanas com as manhãs livres e aos sábados voltei a dar aulas no CNA com meus alunos queridos. Só posso agradecer por eles, do fundo do coração. Às noites na semana estou de terno e gravata meio sem paciência e sem ânimo indo ao curso de comissário. Adoro a área, mas me dá medo ter de largar tudo o que estudei em função de uma nova profissão.
Estou relativamente bem, mas ainda com muito chão pela frente e projetos para pensar e tentar por em prática. Ao menos agora terei algumas fotos profissionais como noivo já que junto com minha amiga Josiane, me voluntariei como modelo para os alunos de fotografia do SENAC. Foi bem divertido e o resultado muito bonito.
Essa é a vida tentando me dar sinais para onde ir e eu, ainda meio imaturo, tentando decifrar esses sinais. Mas ainda sou dos esperançosos que acha que no final tudo vai dar certo. Se Deus quiser, há de dar e que esse novo mês seja bem aproveitado, em todos os sentidos, menos no da carne, não quero viver em função disso até Maio ao menos. Esse sou eu, Jefferson Ribeiro Correa, mais conhecido fora de família como Jeff Venturi, sendo o mais sincero que eu posso. Bom mês de Março a todos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O sonho

Não. Se você entende bem de teatro eu não me referi à peça de August Strindberg, que foi escrita em 1901 e encenada em 1907. Mas, assim como Inês que veio à Terra e a viveu como em um sonho, mas tudo tão real, EU sonhei o que não pareceu um sonho.
Vou confessar que muito raramente tenho sonhos estranhos e que não dizem nada para mim, mas, mais raramente ainda, tenho sonhos que parecem ser sinais, avisos. São fortes, mexem comigo. São muito raros. Lembro uma vez que sonhei que estava numa espécie de catedral, nem três metros de largura, mas a luz era grande e o teto quase não se podia ver de tão alto. Ali um anjo, a quem pouco eu pude ver, me dizia que ali era o meu coração. Era imenso, forte e tals, mas falta o acabamento. Esqueci de mencionar que a catedral estava ainda chapiscada a cimento nesse sonho e o chão era de terra cinza, devido ao mesmo.
Iniciei o mês de fevereiro com mais um sonho desse nível, queria muito contar em detalhes ele, ao menos a principal parte. Além de não esquecer, quem sabe eu me aliviaria, mas é um sonho que quero esquecer. O que posso dizer é que colocou "protagonistas" da minha vida juntos num mesmo cenário. Gente do passado, que dói, do presente que me é importante, mas sem reciprocidade e gente do futuro, que nem ao menos sabe meu nome.
Chega a ser cômica a situação, mas poucos vão saber a dor que desde o momento que eu acordei até o momento permeia, até fisicamente, em meu ser. Não é uma dor grande não, mas sabe aquele machucadinho que te irrita profundamente durante um dia todo, ou aquela tosse que você não consegue evitar? É desse tipo. Não consegui nem reclamar do transporte público de SP ou pensar seriamente sobre minhas responsabilidades hoje. "Briguei" com Deus ao falar-lhe que não quero coisas assim, mas ele é quem sabe o que fazer. Enfim, já não sei como meu primeiro de fevereiro se passará, a única certeza é que se eu sobreviver até o fim do dia, irei para o CEAB à noite e em minutos terei minha devolutiva das aulas de maquiagem do curso técnico.
Uma boa notícia é que ontem, o ensaio [Referente ao SENAC], apesar de curto e com mais de uma hora de atraso, deu resultados interessantes que podem valer a pena ter estudado. Além de ter tido um bom diálogo com minha diretora e professora de Interpretação.
Esse ano de mês bissexto tem de mostrar resultados, mesmo em seus ''meios''. Ah, e antes que eu me esqueça: Bons sonhos hoje à noite :)

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Uma média geral do primeiro mês

Hoje seria aniversário de meu pai caso ele estivesse vivo. Completaria 62 anos. Nem aposentado estaria ainda, coitado (Brasil, não é mesmo?). Enfim, Acho que todos que vão por mais que pouco tenhamos convivido deixam saudades. Por isso Posto aqui nessa data. Esse mÊs postei tão pouco.
Mas explico. Janeiro, de veras, me passou muito rápido psicologicamente. Ainda não percebi se um tempo por mim percebido como "Passou rápido", é bom ou ruim. Acho que se eu pensar que o mês demorou para acabar, é que eu aproveitei mais. Mas no geral não posso reclamar de janeiro.
Duas coisas vêm me irritando de tal maneira que meu estresse aumenta horrores: Transporte e dinheiro. Mas graças a deus, são males remediáveis que com o tempo se ajustam. Afinal ninguém merece passar cinco horas e meia por dia dentro de transporte público lotado sabendo que se está no vermelho financeiramente.
Mas tomo para mim os lados positivos de Janeiro. Assisti à uma peça portuguesa envolvendo o "Fado" (Música Portuguesa) e alguma literatura, chamada "sombras". Como meus olhos e minha alma se encheram com aquela encenação!
Como um fã de Strindberg assisti aos "credores" No viga Espaço Cênico, que hoje eu admiro muito mesmo. Essa peça é complicada, mas foi muito bem montada pelo grupo Tapa. E também assisti ao musical "Hair" que deixa sua vibrações lá em cima. No cinema assisti o filme de Almodóvar "A pele que habito", que tem uma ideia central genial.
Re'li uma três peças de teatro. Voltei com o curso de comissário que a cada dia me agrada mais e com o SENAC, tudo está em devida ordem. É fato que muita coisa que eu havia planejado não consegui cumprir, mas gosto assim, cumprindo nem a metade do que planejei já cumpri com mais que o dobro do que muitas pessoas não o fizeram. E o melhro é que faço isso por mim e não pelos outros.
Quase tive um relacionamente esse mês, mas felizmente não aconteceu. Explico o felizmente, não pelo merecimento de ninguém nessa historia. É que não estou num momento ideal para namorar. Caso for será por imensa paixão, mas hoje estou bem assim e meus focos (que não são tão focos assim por serem muitos) estão na minha lista de prioridade.
Soma-se isso ao fato de minha irmã estar bem, ter viajado para MS e minha mãe estar melhor comigo, sem contar que minha irmã esse ano graças a Deus e ao bem dela, termina a faculdade. Eu me considero pleno em Janeiro. Ainda temos 11 meses pela frente e, por mais que às vezes eu fale, não estou com um mínimo de pressa para que ele passe. O bom mesmo é ser feliz a cada momento, afinal é disso que a vida é feita. Momentos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Deixa eu?

Pedido: Mundo mágico do teatro, deixa eu participar também, deixa? Por Favor?


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Seria interessante

Forço-me a apaixonar-me, mas sentimento a gente não escolhe. Não obriga ele a surgir, infelizmente.
Tenho tantos pequenos problemas que chegam as vezes a ser fúteis, mas são pequenos problemas. Não sei quando e como vai surgir algo em mim que me complete, até lá sou metade de mim e nada mais.
Estudar, ir ao teatro, tentar conseguir algo melhor na minha vida financeira, profissional. Quem sabe até mesmo fazer uma faculdade. Seria interessante. Como gosto de história, talvez comece a faculdade e melhore meu salário com o tempo.
Tenho e deve e preciso concentrar meu amor para minha mãe e minha irmã. São elas que eu deve respeitar mais do que tudo. Espero conseguir, mas também espero que a recíproca seja a mesma, com elas respeitando minhas decisões.
Um outro alguém? Espero que venha com o tempo. Já me acostumei com o fato de não ter. Talvez seja melhor assim. Quando eu paro para pensar, eu fico triste e prefiro imaginar o mundo que escrevo para mim. Um mundo onde eu tenho escolhas sem depender de dinheiro. E que assim seja.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Chamar-me-ei Discrição?

O porquê do título. Primeiro já aviso que caso tenham lido e mal interpretado a pergunta acima, já podem parar. O que acontece na realidade é que venho lendo muito, um pouco da Bíblia e de "Os analectos" também. Para quem não conhece (assim como eu não conhecia), "Os Analectos" são ensinamentos históricos e filosóficos baseados no Oriental Confúcio. Um dos livros base do confucionismo, que foi e é tido como uma religião, apesar de ser mais estruturada e mais propícia a caracterização como uma filosofia, o que é diferente (embora no caso, "aproximado").
Tenho tentado aprender, mesmo que o suficiente e tento, mesmo que por vezes esqueça, tirar proveito dos ensinamentos de ambos os livros para por em prática na minha vida e decisões. O que é muito difícil. A discrição talvez seja uma grande característica daquele que lê ambos os livros. Eu mesmo exitei um pouco ao expor que estou estou lendo esses livros. Já que, talvez, não é necessário ficar expondo tudo da minha vida pros outros. É meio que contraditório pra quem tem um Blog, mas ainda estou aprendendo a lidar com isso. Até onde vão esses limites e até onde posso chegar e aproveitar de outras doutrinas e religiões.

sábado, 31 de dezembro de 2011

New Year's Eve - Predictions

I do not know about the future. That's for sure. This has been an amazing year for me, you noticed. My cultural Life had its edge and I got all the best from me to learn and grow. I think we've been all busy and almost did not see what happened on Christmas day this year, people are feeling alone around, Even so everybody's together tonight to welcome a new year. Some think it'll be the last one, Some think it's the beggining of everything. I'm the one in the second option.
I think I've been living and studying enough to start a life without terrible fears and I think I'll be able to walk on my own by the end of this year.
Things tend to get harder and I'll complete two decades of a life of discoveries. I've got my resolutions for 2012, as everybody does, even when they say they don't. Starting with finnishing classes. The Drama Class at SENAC-SP will have its end, thank God! No because it's boring, because it's not. I love what I study, I'm too fast, and I like changes, that's my way. I'll have the chance to get a job as a flight Attendant if I want so, and I do want, it's a good life, good money, good, travels, new contacts and so on... This will happen by June, But Even like that I'll only start trying after september, when I get the chacne to take my licence as an actor.
I want to study, it's hard with the facebook right in front of me (lol), but if possible and I know it'll be, I intend to take international diploms in the Field of languages, At least DALF C1 and CAE (French and English).
I love singing and I won't stop my singing classes, it's hard (Due I'm run out of money). I'll take care of my bahavior and heath, Don't know how yet but I will. If I could save money to go abroad within two years, I'd be glad as well.
Yet I'm just a boy without money, ugly and boring, I wish I could have just two more things in 2012. First, Try to start doing what I preach, and It has to do with studying a kind of a philosophy whick helps me to get in the right way. I know I'm not in the wong one, But I'd better avoid bad things, always.
The second one... Hm... I'm a little cold about love, about finding someone who could fulfill my expectations. So I'llonly let THIS go on and see what happens. I won't look for it everywhere or every moment, I just would like God to let a person like that English/German Girl find me and love me, trust me and respect me like she did, actually both of us. It's like that song "Haven't met you yet (Michael Bublé)". I trust God for handling this for me.
Well, Thank you 2011, you were beautiful. 2012, welcome And I'm here to live you as you were the last year of my life, but we both know it's only the beginning :)

Happy New Year

sábado, 24 de dezembro de 2011

Talvez

Talvez eu tenha sido um tanto rápido, um tanto intensivo. Talvez tenha me apaixonado demais, talvez tenha gostado demais, talvez tenha preferido buscar um olhar pra mergulhar e me afogar, mas talvez ainda não tenha encontrado ou se encontrei talvez esse olhar esteja na Europa, fora de cogitações.
Talvez eu tenha sido rápido sim, mas talvez não seja de todo ruim. Vivi, cada momento, cada beijo, carinho, olhar, palavra, bebida, suspiro, respiro, sorriso, gargalhada, piada, toque, talvez eu tenha vivido como poucos viveram até hoje. Gostei, me apaixonei, amei, rezei por, chorei por, ri com, e mais de uma pessoa, digamos que quatro até hoje :P Amor só uma, ilusão só uma, sacanagem só uma, esperança só outra. Coisas que ficam na cabeça, que talvez eu tenha vivido como ninguém, a única certeza é que vivi cada momento, cada sentimento isso eu posso falar e afirmar, afinal pessoa de caráter é aquela que harmoniza as suas palavras com seus atos, e dessa vez eu posso dizer que nesses três anos houve coerência nessa parte da minha vida. Hoje? Sozinho, um pouquinho mais maduro, mas sorrindo para vida :)
Mas sabe, talvez eu não queira construir uma vida sozinho, queira alguém do meu lado.

Thank you God, and Thank you 2011 for letting me see these thing in my life 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

E...

2011 - O Ano da descoberta

Tenho pensando muito sobre esse post e começo a escrevê-lo na noite do dia 19, não sei se o termino hoje ainda. Espero que sim.
Todo fim de ano eu espero sentar e refletir sobre o que fiz no ano que passou, nesses doze últimos meses e também em suas conseqüências. É claro que também separo um tempo para refletir sobre o que pretendo fazer no ano seguinte e o quais as possíveis conseqüências que também acontecerão.
Em 2011, eu lembro bem de saber que seria um dos anos, senão o ano mais arriscado de minha vida. Onde tomaria decisões importantes e difíceis e onde eu teria de amadurecer em alguns pontos da minha vida. Acho que a cada ano que passamos nós amadurecemos mais, o que não significa frieza na hora de tomar decisões, mas mais cautela.
2010, foi um ano que se eu colocasse numa balança, provavelmente o lado ruim pesaria mais. Foi bom ter entrado numa faculdade, mas ruim de desistir dela. Foi bom começar o trabalho, mas ruim ver o seu fim. Foi bom amar, mas ruim ser deixado de lado e por aí vai. Já 2011 eu posso dizer o contrário. Na real, está muito equilibrado.
Por um lado eu comecei a tomar decisões por mim mesmo que afetarão minha vida até o final dela, se elas são sábias eu não sei, mas sei que foram decisões que eu fiz por mim próprio.
Comecei a estudar teatro profissional e até onde consto, eu não acho que eu não tenha futuro na área, posso não ter experiência, mas isso é algo que vem com o tempo. Apesar dos pesares, eu amo o que eu estudo, é gratificante. Pode ser algo difícil no Brasil e no mundo, é realmente difícil conseguir um espaço interessante e legal e até mesmo viver disso, mas não é impossível. Eu estou persistindo, esse é o meu lado Scratch da vida. O mesmo segue na dança e no canto, mas com a diferença que não almejo ser cantor ou dançarino.
Estudo comissariado de bordo, que não faz parte de um sonho, mas me encaixo perfeitamente nas características necessárias, tal como admiro a profissão, que exerceria com vigor e vontade.
Trabalho como professor de inglês e gosto muito do que faço, é algo impressionante passar conhecimento. É lindo, é satisfatório e gratificante. O reconhecimento que vem dos alunos, a troca de confiança que tenho com a maioria deles é algo que não tem valor. Eu gosto do que faço. Pretendo continuar na área, ao menos em 2012, depois não sei pra onde a vida pretende me levar.
Sobre relacionamentos, eu sinto falta da Laura até hoje, mas as coisas mudaram, ela e eu também mudamos, tudo não passará apenas de amizade e respeito no presente e no futuro. Mas é melhor assim. Mas em 2011 eu não posso dizer que eu “amei”. No máximo, que eu gostei ou me esforcei para gostar de alguém que (1) não merecia ou (2) merecia muito, mas sentimento a gente não escolhe.
Algumas marcas foram tão fundas que eu não sei como vou me portar daqui para frente em relação a um relacionamento, ao amor. Hoje enfrento o meu maior medo, a solidão. Mas a vida segue e não pretendo chorar todos os dias por esse motivo né? Quando for a hora certa, Deus enviará alguém legal que posso me agüentar por muito tempo, assim como eu pretendo ser o bom carma da vida de alguém J.
Minha avó faleceu esse ano, foi duro para mim. Apesar de pouco contato, sinto muita falta dela mesmo. Minha irmã se afastou de mim e minha mãe só sofre com isso sem querer ser ajudada ou se ajudar. Não agüento essa situação, mas já estou desarmado e não sei aonde vou chegar. Mas eu as amo muito.  Não quero desistir.
Mas como disse é um ano bem equivalente, eu ousaria ainda dizer que é um ano bom até o momento. Na real, pra mim ele já acabou. Foi um ano bom. Culturalmente falando então é indescritível. A produção de estudo foi muito boa. Em 2007 eu li mais de 50 livros, esse ano foram apenas 3 lidos completamente, mas olhe minha produção de leitura de peças, de peças assistidas, de filmes e cinema. Foi uma ótima produção, lembrando que estudei sem férias no SENAC, trabalhei com mais de 10 turmas ao longo do ano... Foi uma ótima produção.
Foi um dinheiro bem gasto. Bom, acho que esse post eu publicarei perto da virada, mas desde já, agradeço a Deus por esse ano e que em 2012 as coisas se ajeitem. Se 2009 foi o ano da dúvida e da despedida da vida adolescente, 2010 o ano de quebrar a cara, 2011 foi o ano da descoberta. Que venha 2012 e que esse seja o primeiro ano da conquista.




FILMES
o   Sexo Com amor?
o   A tribo
o   O quarto do inferno
o   Se beber não case
o   O lobisomem
o   Eclipse
o   O curioso caso de Benjamin Button
o   Alexandre
o   Minotauro
o   An Ideal Husband
o   Um crime de paixão
o   Como você sabe
o   Chicago
o   Amor sem fronteiras
o   Anjo de Vidro
o   E o vento levou
o   Sexo sem compromisso
o   Se ela dança eu danço 3
o   Karatê Kid
o   Orações para Bob
o   Nine
o   O corcunda de Notre Dame
o   De pernas pro ar
o   O retrato de Dorian Gray
o   A liberdade é azul
o   La Bohème
o   The Nightmare before Christmas
o   Enrolados
o   Santuário
CINEMA
o   O turista
o   Cisne Negro
o   Bruna Surfistinha
o   Minhas tardes com Margueritte
o   Meia-noite em Paris
o   Potiche
o   Harry Potter 7.2
o   Assalto ao banco central
o   Os Smurffs
o   Amanhecer – Parte 1
o   Os Muppets
SÉRIE
o   Supernatural, 1ª a 4ª temporada
LIVROS
o   Viagem ao centro da Terra
o   A preparação do ator
o   Noite na Taverna
OPÉRA
o   Prometheus (Maria)
o   Tutto nel Mondo è burla (Maria)
PEÇAS LIDAS
o   Édipo Rei (várias vezes)
o   Lisístrata
o   O marido Ideal
o   A profissão de Senhora Warren
o   Auto da Barca do inferno
o   As nuvens
o   Warnings (várias vezes)
o   A dança da Morte
o   Creditors
o   Farsa de Inês Pereira
o   Hamlet
o   Um sonho de uma noite de verão
o   Noite de reis
o   Wanted (várias vezes)
o   Antígona
o   Édipo em Colono
o   Fausto
o   O despertar da primavera (várias vezes)
o   A tempestade
o   Casa de bonecas
o   Macário
PEÇAS ASSISTIDAS
o   Marcha para Zenturo
o   Corações under rocks
o   (SENAC) Querô
o   (SENAC) Salve-se quem puder
o   Auto da paixão de Cristo
o   Evita
o   That’s Absurd
o   A noviça Rebelde
o   Ivan e os cachorros
o   Cala a boca já morreu
o   Cruel
o   O anjo de pedra
o   Espectros (2 vezes)
o   (SENAC)Minha Nossa
o   A tempestade
o   45 minutos
o   Marulho – O caminho do rio
o   Édipo
o   Ópera dos Vivos
o   (SENAC) Cenas de “Bonitinha, mas Ordinária”
o   (SENAC) O Balcão
o   Estilhaços (thaty)
o   Moulin Rouge: Amor em Vermelho (Vivi Mori)
o   Preferiria não
o   Édipo e a gota D’água (Janjão)
o   Canções da minha Terra (Thaty)
o   A ilusão Cómica
o   As bruxas de Eastwick
o   (SENAC) Montagem de cenas turma 8
o   A peça de didática de Baden-Baden sobre o acordo (Igor)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A hora certa de parar

Por que esse nome no meu post? Não sei ainda, estou descobrindo mesmo. Sabe, cansei de correr atrás das pessoas que não dão atenção pra mim e dar tanto pouco valor àquelas que merecem todo o meu respeito. Digo isso em relação a qualquer pessoa em todas as esferas. Desde o trabalho, escolas, cursos, amigos mais chegados, os de internet, casos de "de vez em quando".
Não sei como será 2012 e digo que ainda estou preparando o Post do dia 31 com as conquistas e falhas de 2011 e os planos para o ano que virá, mas de uma coisa estou certo, quero um pouco de mais paz na vida. Isso será necessário, é nessa paz que quero encontrar palavras adequadas para cada momento, isso caso seja necessário. Usar do meu jeito sério para encontrar meu bom humor, e tentar ser exemplo de muitos. Erros sei que vou cometer, mas aprender com eles mais do que me arrepender é outro objetivo.
Bom, Esse post eu comecei para por um ponto final em uma coisa que aconteceu mês passado. Sempre fui do tipo que se apega fácil, cansei de contar quantas vezes quebrei a cara por causa disso e digamos que foram 2 vezes e meia agora. As outras duas eu já contei. Uma na Inglaterra outra em São Paulo. Depois pensei que algo ia dar certo e toda a situação se transfere para o interior de São Paulo, agora acontece o mesmo, mas essa se transfere para outro estado. Sabe, o legal é com todas essas situações eu me tornei mais forte, talvez um pouquinho mais frio. ultimamente percebi que posso chorar no meio de uma cena como ator, num filme, mas não tenho chorado mais por mim, há mais de 2 meses... Não sei o que isso significa, só que a vida tem me feito crescer e que as coisas se ajeitam com o tempo. Estou deixando tudo acontecer e não vou mais correr atrás de quem não quer minha atenção. Eu posso gostar de alguém um dia, fato. Mas eu gosto de  mim em primeiro lugar.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Pois é...

Hoje eu acordei bem inspirado. O suficiente para que meu dia seja bom caso Deus queira assim...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ilusão de um mundo lindo e perfeito.

Desilusão... sinônimo de desengano. No dicionário se diz substantivo feminino "Perda da ilusão; decepção, desapontamento".
É um sentimento que já senti algumas vezes, em forte ou fraca intensidade, mas senti.
Senti por esses dias esse sentimento, mas antes de falar dele em si, quero falar do contrário: ILUDIR.
Verbinho que tem a mentira por trás dele, mas sabe... Estive pensando e vi como esse sentimento de ilusão é um dos melhores que existem. Alimentar uma ilusão é uma delicia, dá forças para nós.
Não quero chegar a lugar nenhum falando que me iludi com amigos, amores ou carreiras, jamais, quero deixar claro que tenho aprendido que tenho que alimentar as minhas ilusões. Às vezes enxergo a desilusão por aí, ela existe, mas eu prefiro me iludir com algumas coisas na vida.
Talvez esse seja o melhor sentimento no mundo de hoje. Talvez nem mesmo o amor tenha o efeito que uma ilusão pode causa na gente. A ilusão.
O pior? Bom, acho que a rejeição ou ser tratado como um qualquer por pessoas que você respeita, admira e ama são os piores sentimentos que alguém pode sentir. Dói na alma sabe. Na real eu acho que até devem existir sentimentos melhores ou piores do que estes, mas como eu ainda não provei nada além desses extremos, ainda não sei quais seriam esses sentimentos.
Estou com saudades de uns familiares, amigos e amigas e até de alguns curtos relacionamentos que tive (já que nunca tive nada realmente sério). Cansei de ter tempo só para mim, mesmo assim prefiro me iludir que o mundo é lindo e tudo é perfeito.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

C'est mon tour

Eu juro que eu queria escrever um texto gigante aqui, mas sendo muito sincero, esse sentimento que eu estou por dentro mata mesmo. Sei que eu tenho minha vida e ela se ajeita pelos caminhos que tem ou é obrigada a ter, mas o stress de fim de ano está tomando seus reflexos, as decisões precipitadas também e tudo isso somado ao sentimento de "I'm not speacial for the one I'd like to" fode meu dezembro. O que fazer? Só deus sabe. Só sei que uma palavra, uma sms resolveria tudo. Sim, eu dependo disso às vezes.


Where is your heart?


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

If I were

The simple fact of receving something from you, no matter what makes me feel good. A kiss or even a goodnight, a hug or just a smile... Ah I wish I were an angel only to see you dreaming of you and I. Oh If I were!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cara de bobo, observando cada passo

Pessoas me confundem. todos querem dar opiniões na vida de todos. É cada situação que eu passo. Uma hora minha irmã explode e diz coisas horríveis para mim enquanto eu tento manter a calma, outra hora ela vem e pede para eu ficar com ela um pouco e fazer companhia. Pessoas me confundem.
Eu gosto de me sentir importante e lembrado, como eu gosto disso. Quando estou com alguém eu gosto de receber elogios e coisas do tipo, mas às vezes eu esqueço que eu não estou com ninguém. Uma simples "ficada" pode não significar nada, é verdade. Mas quando se mantem um contato legal com alguém que você ficou uma vez, é inevitável querer ser importante para essa pessoa. Mas o que fazer nesse caso? Sinceramente nada. Acho que tenho ficado cada vez mais blindado nessa área de relacionamentos. O que é bom por um lado e ruim por outro. Enfim, pessoas me confundem. Queria que houvesse um manual para entender um pouquinho mais da cabeça dos outros.
O que tenho percebido olhando os relacionamentos instáveis ao meu redor é que sempre tem um que gosta mais, que é mais sentimental, ao passo que a outra às vezes pensa bem diferente. Isso deixa as coisas tão instáveis. 
Odeio distância. Sinto tanta falta de, sei lá, ficar numa cama com aquela cara de idiota sem pensar em nada e ficar observando cada passo dela, tudo isso enquanto o mundo se acaba lá fora. E a distância, as casas, tudo impede.
O mundo é demasiado cruel com algumas pessoas que só querem sonhar em paz.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

História

Daqui a pouco o ano acaba. Sinceramente eu não queria entrar o ano pensando que tenho contas a pagar e nada a receber, mas é o jeito. Ao fim de 2012 não terei inúmeros cursos, mas ao menos terei alguns. Queira Deus que esse curso de Comissário venha me ajudar de alguma maneira, mesmo assim torço para que o teatro ande e que eu consiga fazer uma faculdade de história. É o que sempre gostei junto ao teatro.

sábado, 19 de novembro de 2011

The disgrace of seeing someone

If I could, I just would love. You know? I'm not afraid of anything, Sometimes I'm too intense, I do know it, but even so, I like loving someone. It's hard to happen. It happened only twice and now I get the chance to the third. But you know? I can't help my feelings. I know this love is impossible, first because it's not even love yet, second because of the distance. So, What do I do?
Ah. I've got another reason to worry about. I do not know if this person wants and feels the same, It drives me confuse. And I'm sure I won't know it. I know what I want to hear, nothing about obsession, of course, but things that I won't post here. For instance, A situation passed between us where I got really jealous, and nothing is mentioned by this person, but things to make me more jealous :(
I am confused in this field of loving or even liking. Ok, It happens, I don't want to fall in love and be the one who always cry in the end, alone. 
Conclusion: If it is to be, it will!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Só falta o foco

Minha vida tem sido bem over ultimamente. É uma questão de fase, é algo que posso aproveitar, mas não vejo a hora de acalmar um pouco os ânimos.
Faço muitas aulas, estudo demais, trabalho bastante, penso bastante, saio demais, economizo de menos. Acho que depois de julho do ano que vem as coisas se ajeitarão melhor, mas mesmo assim será algo bem complicado.
Eu preciso muito ocupar meu tempo, vou roubar as palavras de uma amiga minha, "Acho que utilizei e utilizo do meu tempo como válvula de escape. Estou sempre ocupado fugindo dos meus medos". Acho que essa ideia completa tudo.
Após meu cursos eu espero relaxar um ou dois dias longe de tudo e de todos, como se eu estivesse começando uma vida nova. Sendo muito sincero, seria como limpar o pó do quadro. Não quero nunca voltar do ponto de partida, da página em branco, pois sei que tem coisas muito boas nesse quadro. Digamos que sejam os contornos. Espero mesmo que ano que vem eu me estabeleça de alguma maneira. Não que irei ficar numa vida estável, ainda tenho que fazer faculdade, trabalhar muito, arriscar e me ferrar muito, eu sei disso. Mas colocando um foco interessante na vida. Estudando o suficiente para conseguir conviver com a felicidade.
Quero namorar, mas não procuro mais, deixe que o namoro me procure. Quero ver minha irmã e minha mãe bem, quero que meus amigos me procurem e eu os procure sempre. Trabalhar com o que gosto, falar francês e inglês ao menos e quem sabe ainda tocar gaita. Cuidar da saúde e etc. Mas com um objetivo. Se isso der certo eu agradecerei sempre, caso não dê eu ao menos tentei. estou orgulhoso de mim em um sentido: Estou aprendendo a andar com minhas próprias pernas. Só falta o foco agora.

5 passos para a construção da personagem

Em uma aula de retomada em interpretação nos foi proposta uma redação sobre cinco passos essenciais na construção da personagem. Gostei do que escrevi e tomo para mim esses cinco passos hoje na hora de pensar sobre criar um papel. Vou postar aqui com intuito de fixar o que escrevi no papel e consultar sempre que eu precisar. Quem o ler que aça bom proveito e lembre-se que o que escrevi não é regra, nem para mim, mas sim um mapa que pode me ajudar ainda muito na arte dos palcos. Bom proveito

A preparação do ator como ator e pessoa
Podemos perceber o quanto um ator almeja estar nos palcos e facilmente se deslumbra com sua própria atuação, deixa-se levar pelo público ou mesmo o extremo oposto. Em uma das primeiras discussões que tive no curso de teatro a questão sobre "o que é ser ator" foi posta em debate e nenhuma resposta fechada ou verdade absoluta foi acatada. Antes mesmo de uma construção de personagem, o ator como pessoa deve preparar-se para o inicio do estudo da arte dramática. Tomemos como exemplo uma plantação. É raro um terreno não cuidado ou sem preparo algum dar uma boa colheita. O mesmo serve para o ator sem preparo que confia plenamente na sua inspiração e seu subconsciente. Ao seu treino cotidiano de observação, treino físico, estudo em relação ao que o teatro representa e o seu peso em meio à sociedade, é que devemos colocar uma primeira atenção. Assim, com o terreno preparado é que um ator consegue dar inicio à pesquisa e criação de uma personagem.

O estudo consciente
Quem diz que ator não estuda, mente. Estudar um papel e tudo que envolva  tanto a personagem, peça e criação é de extrema importância. Esse período envolve muitas partes de um estudo consciente que só tem a ajudar e acrescentar ao desenvolvimento de uma atuação que tem uso do subconsciente também. Por isso é necessário um estudo profundo do texto (caso haja) e do sub-texto, do dramaturgo, do personagem, das circunstancias dadas, de cada unidade que o texto nos proporciona, assim como dos objetivos que cada cena ou cada ato pode ter levando sempre à algo maior, um super objetivo: O que eu quero dizer coim toda essa encenação? O que o autor quis dizer com essa peça? Aonde quero chegar? Esse processo de estudo é exigente, visto que quanto mais nos apropriamos do conhecimento geral e especifico de uma personagem, mais temos a liberdade de criar em cima dela sem cair em tantas armadilhas.

A crença no que pode ser real
A experimentação é fundamental e é claro que o ensaio (que aqui não chamo de repetição, já que o objetivo é que cada vez que re-feita uma experimentação, esta deve ser acrescentada) contribui plenamente para a construção. Buscamos sempre o sentimento da crença naquilo que atuamos, procuramos viver como o personagem, nos colocar no lugar dele e usamos de "ses" tidos como mágicos que tentam a todo momento deixar nossas ações e sentimentos análogos aos da personagem que atuamos. Por vezes acabamos racionalizando em demasia, mas esquecemos da lei da ação e reação que é muito presente na vida real e deveria ser no palco. A encenação é uma busca constante pela essência e pela alma, pelo que verossímil (consciente) e sincero (inconsciente). Buscamos a fé no interior, que é real.

A interação existe
Percebemos que esse processo de preparação e criação parece um tanto individual. Parece que o ator por si só pode buscar todas as ferramentas necessárias para uma criação completa, mas no teatro também há ferramentas necessárias para uma criação completa, mas no teatro também há interações. Mesmo em um monologo há uma plateia e mesmo havendo um espectador apenas, há torcas, tanto diretas quanto indiretas. Elas [as interações] são constantes. Já dizem por aí que os olhos são a janela da alma e atores quando em comunhão direta entre si e indireta com o público deixam isso transparecer a todo momento. Fazem adaptação sem necessidade de distanciarem-se do papel, tem uma comunicação efetiva e ainda permitem-se viver de fato o papel em cada ato e palavra e mesmo em silêncio. Essa comunhão também é individual e é perceptível tanto para quem atua como para quem vê.

Coerência
Tomo a liberdade de dizer agora uma opinião muito pessoal sobre o processo de construção da personagem. Eu sempre tomo a coerência como um parâmetro essencial a ser seguido em qualquer área da vida, mesmo no processo de criação e construção da personagem. Temos que buscar uma linha ininterrupta em relação à preparação e a criação. Como já mencionei é a lie da "ação e reação". Em uma personagem por exemplo, há uma passado e desejos de um futuro além do momento em que se vive e neles todos há uma coerência de fatos que se sucedem. Sem essa coerência há sempre quebras que atrapalham o ator e o processo,. A coerência só vem ajudar nossa criação, sempre.

Ser ator, criar, participar de um processo e viver em meio à arte é uma construção que não termina, é um caminho sem fim, temos que estar cientes disso e procurar através de nossos meios e pesquisar achando a melhor trilha a percorrer. Esse processo, esse sistema não é uma regra absoluta, isso já nos é deixado claro, a busca do perfeito é constante e eterna. Novas opções surgem, mas quando bem preparado e o ator sabendo seus objetivos opta pelo caminho mais seguro, dentro de suas pesquisas, estudos, vivencias e experimentações.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

I already miss it, is this it? is it a problem?

 

Foto incoerente

Sinceramente eu já tinha escrito mil coisas aqui sobre meus últimos dias. O que posso e devo dizer é que foram bons, mesmo com acidentes de percurso. Aprendi muito, coisas como: que realmente sou de Libra com ascendente Escorpião, tanto nas qualidades como nos defeitos. Descobri também que sou mais forte do que imaginava, mesmo intelectualmente e também que não se pode valorizar algo que não é certo.
Experiências incríveis que só eu vou guardar para mim aconteceram, alcancei sentimentos bem legais em relação a tudo o que vivi e a maioria foram sentimentos bons. Agora eu deixo o tempo responder as questões que ficaram no ar, enquanto isso eu vivo a minha vida tentando não incomodar os outros e sendo o mais coerente possível com meus atos.
Melhor que isso só um pacote a dois para Paris e Londres.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Coisas que acontecem

Never love a boy. It hurts. We think it is easy, but deep inside it is more complicated than you imagine.


Ass:
Alguém que o Jeff nunca vai saber quem é

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A partir de hoje

a partir de hoje eu quero ver quem vai me olhar e me ver como o 0 da esquerda, quem ousa dizer meu nom eme vão. Eu posso eu quero eu sou. Eu posso não querer usar virgulas e o problema já não é mais meu para entender o que digo.
Eu sou eu e ninguém mais, em resumo eu estou pouco me fudendo para o que os outros pensam ou deixam de pensar, AMIGO DE MIM SOU EU, e só, e ninguém mais.
O que é tentar, o que? Cansei disso, se alguém ousar me caçoar, que caçoa, merda que caçoa num passa de uma merda, ninguém tem o direito, eu também não. Que eu viva a minha vida e nada mais, zoar outros never again. RAIVa, ódio, inveja, ou qualquer outra coisa eu transformarei em trabalho e nada mais. PONTO.

domingo, 23 de outubro de 2011

O que eu quero é perfeito demais

Eu queria talvez
Que você fosse flor
E eu fosse colibri
Eu queria talvez
Ser o seu cobertor,
Seu lençol de cetim
Pra que quando chegasse o teu cio
Te beijasse como um beija-flor
Pra que quando chegasse o teu frio
Te agasalhasse com o meu calor.
Eu queria ser a poesia
E você o papel
E deitar em suas linhas
As rimas de um amor fiel
Na verdade o que eu quero é impossível
O que eu quero é perfeito demais
Não existe um amor tão sublime
Por entre os mortais.
Mas não se prenda amor, pode ir
E não se renda a meu jeito de amar
Te quero tanto
Que até tenho medo de te escravizar
O mesmo barco que o vento levou
Se um dia a praia quiser retornar
Terá meu corpo,
Minh'alma, um porto pra se abrigar..

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A liberdade aperta

Impressionante que em relação a faculdade sempre caio nos mesmo cursos depois de tanto vagar. Sempre em História, Arte, Teatro e Letras. Tenho que me formar em alguma dessas, isso é fato. Mas quando eu não tenho a minima ideia. O que mais desejo mesmo é conseguir um trabalho (de preferencia no teatro) que me dê a possibilidade de sair de casa. Não está dando mais aqui. Tenho mil vantagens, como comida na mesa, roupa lavada, não faço muita coisa, mas trocaria essas mordomia por um pouco mais de paz, mais silêncio e concentração, além é claro de um metrô perto na zona sul de SP. Posso estar sonhando muito, mas não é impossível. Por isso me inscrevi num curso de comissariado de bordo e logo depois desse caso seja possível estudarei o de agente de aeroporto. Se bobear antes mesmo do curso do Senac acabar eu já estou em congonhas ganhando o suficiente para me manter por ali perto do Jabaquara e região e sozinho. Dividir AP com amigos ou república é algo a se pensar, mas somente caso eu sozinho também consiga me manter. Bom, essa é  minha vida hoje. Sobre a faculdade só poderia estudar caso trabalhasse no chão e não no ar em alguma companhia aérea, e podendo escolher ficaria muito em duvida do que cursar, mas nada é impossível e até lá tem chão ainda.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Nãos por sins

Tenho tentado encontrar tudo que por aí perdi
Já tentei e vi que não mais dá, só regredi.
Em verdade minto, pois sei que cresci
Lá no fundo somente amadureci.

Já vi que nem sempre a vida é feita de escolhas
Que ela gosta de fazer com que soframos
Cada lugar cria em mim bolhas
Bolhas que estouram quando mais amamos

Vejo na minha pele, enormes feridas
Vejo na minha alma uma cicatriz
Todas por causa de algumas pobres almas perdidas

Mas estou certo que alcancei o que queria
Não fossem os nãos ditos ao invés dos sins
E lá nos fins, O amor que para ti teria, só restou para mim.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tradução

Estou descobrindo que não são em palavras que sentimentos podem ser traduzidos. Estou há um tempo aqui hesitando, com os dedos no teclado, cabeça baixa e música aos ouvidos, mas nenhuma palavra com sentido quer sair. Tem pessoas que precisam de trabalho para viver, tem pessoas que precisam da arte para viver, há outras que se contentam em ajudar quem necessita, mas tem aqueles que precisam do sentimento que o homem insiste em nomear para viver. Poucas palavras ditas e sem sentido para outros já me fazem sentido, afinal não são em palavras que traduzo o que sinto.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Coração dói

Me sentindo sozinho. Coração dói.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Só mais uma opção

Depois de tanto pensar e procurar e decidir e tomar decisões que pareciam tão importantes apenas pelo fato de serem decisões eu tive que tomar mais uma. Não insensata, mas necessária. Que talvez me ajude ou me atrapalhe. Afinal a vida é matemática e imprevisível, isso porque a matemática é uma ciência exata.
No teatro continuo agora e sempre. Desanimei em relação a algumas coisas do curso, não por ele, mas por mim que falo demais, mais do que o necessário quase sempre. Mas continuarei no curso até o fim por diversos motivos. Um que ele já está pago, outra que me dá o DRT no seu término e que um dia talvez possa valer muito no meu caso. Como opção paralela dou aulas de inglês, gosto muito, mas não é algo que quero fazer por muito tempo. Estou pesquisando cursos que não durem tanto, que me agradem e me deem a possibilidade de fazer uma grana legal o suficiente para que eu possa me manter em São Paulo, comprar meu carro, viajar de vez em quando e divertir-me. O que vem por aí? Por enquanto só posso responder que a vida e minhas escolhas são matemáticas, porém imprevisíveis.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Na Igreja

No Sino da Igrejinha já se marcava três horas da tarde. Alguns costumam dizer que é a hora sagrada do dia. A igreja construída há 100 anos era bem destacada em meio aos prédios e a bagunça que a cidade ao seu redor inspirava. Era de tijolinhos de barro, um bem unido ao outro.
Foi nessa hora exata que um jovem, a passos curtos com cabeça baixa e olhos vidrados no chão entrou no salão e sentou-se no último banco. Uniu as mãos e continuou com a cabeça baixa.
Um grupo de senhoras estava em um grupo de oração. Acharam estranho nem o sinal da cruz o rapaz fazer ao entrar em uma igreja católica. Mas continuaram o que tinham para fazer apesar de algumas estarem mais prestando atenção ao menino do que na palestrante.
Uma mão do garoto cobriu os olhos enquanto a outra segurava seu casaco. Não era um rapaz pobre pelas vestes não, lembrava até alguns desses rapazes que você encontra no Shopping depois de uma sessão de cinema. De sua mão que cobria o rosto veio água que embebedou o casaco que estava na outra mão, o que se podia observar era o movimento continuo de seus lábios e um respiração curta.
O que ninguém sabe é o que ele estava pensando ou dizendo, mas era sincero em cada momento ali. Depois de um tempo que eu não sei responder qual era, o garoto levantou o rosto e limpou os olhos. Com o casaco nas mãos deixou o local e por ali nunca mais passou. O grupo de oração continuou ali.