sexta-feira, 28 de março de 2014

Amor é o

Parece-me que todo mundo precisa de uma foda fixa. Tomar no cú viu... amor amor... Da próxima vez vá chamar de amor a sua avó... Beginnnnnnnerrrrrsssss... Ciúmes.... 

Ah tá... eu gostei qdo pensei... ah não sei...

Que não me chamem de amor nessa semana que eu mando pros infernos... Aff Aff Aff

Devaneio de um feliz na madrugada

Vai dar mais do que certo e eu vou é sair por aí e cada dia me apaixonar por um lugar! Se há de dar certo não sei, mas sei que as energias que sinto estão numa vibe tãããão boa que é quase certo que tudo vai se encaixar de uma maneira que a época das vacas gordas vai chegar e há de chegar em boa hora! E que venha o mundo e o "te quero" abaixo que ao quinto dos infernos se encaminhe, não é mesmo?

Você está na cama com alguém

Te quero pra mim mais que você
Te quero e já não quero o querer
Te quero, mas não espero, pois espero
O que você nunca vai me devolver

Te quero em meu egoísmo, esbanjo
Meu jeito de menino e marmanjo
E querendo você pra ser ser sincero
Me imagino voraz a te proteger como um anjo

Te quero querendo que você faça loucura
Te quero esperando não ter muita frescura
De um amor que só você poderia tomar conta
Mas a rua que tomamos, é perigosa e escura

Te quero, mas você está na cama com alguém
E eu, fechando os olhos, de você viro refém
E enquanto beijos comprometidos você desconta
Eu beijo todos que pra mim é o mesmo que ninguém.

Quem liga?

Dizem as más línguas que acabamos nos adaptando ao que escutando de signos desde pequenos devido à cultura. Eu não duvido. Mas eu sou daqueles bem dramáticos mesmo, que apesar da indecisão não pensa duas vezes quando o assunto é amor, é paixão.
Sou daqueles que, com recursos, não pensaria duas vezes para atravessar o oceano toda semana para encontrar a pessoa amada... Que a encheria de ouro e diamantes... Trataria a pão de ló... Sabe esses exageros de alguém cego de amor?
Eu acabo esperando o mesmo mas num grau menor... Quem liga? Quem liga? Por isso hoje estou solteiro e as três pessoas que contaram algo na minha vida... namorando.
Uma delas é só pensamento de putaria porque essa é a palavra que a define, mas foi a que melhor deveria ser copiada...
Outra estou re-excluíndo da minha vida, já que é minha vida que eu perderia caso insiste em tal paixão infeliz...
Outra é somente platônica e fez-me perder o tesão uma vez que não estou vendo só o lado bom do que passamos.
Em comum entre as três? "Putas", ainda acho que é consolo dos meus amigos para me animar... é mas nesse caso o libriano romântico aqui tá solteiro e as "putas" namorando... Hmmm, quem liga, né?

terça-feira, 25 de março de 2014

Sábado

Eu relatório mensal. Eis o que eu sempre faço. Desde 2011 se não me engano. E tudo isso para eu poder perceber o quanto eu tenho ou não evoluído.
A necessidade interna de ter feito uma faculdade me consumiu de uma maneira e me confundiu de tantas que eu acabei esquecendo de correr atrás de um trabalho que poderia me fazer feliz. Com ou sem faculdade.
Paralelo a isso família e amor. Que são dois grandes problemas na minha vida. na real não são, é que eu os problematizei. E agora é mais complicado desproblematizá-los.
Apagar um passado que você sabe que você não é capaz de apagar faz você escrever e ouvir Bossa. Mas não estou aqui para colher migalhas e não posso tratar como prioridade quem me trata como prioridade.
Seria tão mais fácil se escolhesse os pares. Mas só me dão ímpares.
Com todas as forças já não menciono mais o nome. Com todas as forças já não menciono mais o outro nome.
Amor eu não creio por mais jovem que eu seja. Até que alguém com provas empíricas me prove o contrário, mas até eu tenho outras prioridades.
A principal é trabalhar, em qualquer lugar a busca de um caminho bom a se seguir. E sábado eu vou tentar a melhor chance e que algo me diz que vai dar certo e que é a melhor opção para agora.
Se na melhor das hipóteses der certo será uma nova jornada e tanto. E assim eu desejo. Será a melhor época da minha vida. 
Aquilo tudo de 2010 e Ensino Médio ficará pra trás como boas lembranças, mas farei do hoje o melhor dia. Todos meus esforços e espero que o universo conspire ao meu favor.

Batalha Romana

É hora. Já é hora de re-partir
Não o bolo ou a grana ou o que resta
Pensando que ninguém mais presta
Eu tomei a decisão de voltar a ir
embora, em boa hora, mas não sumir.
Em cada ápice, topo, cada nirvana
Eu penso como aquele beijo era bacana
E imagino o toque por dentro
Afundo nos olhos que vem de Trento
E quando acaba, pra mim é batalha Romana.

Aí é que realmente percebo o quão perdido
Eu me deixei estar por uma paixão de verão
E um amor de inverno que não tem coração.
Percebo que a arma que me deixou ferido
Sou eu quem seguro, poderia ter morrido
Se não fosse a atuação incessantemente
Verdadeira de amigos e que se ele não sente
A culpa é de mim que fui obsessivo
Um tanto quanto permissivo
Com aqueles olhos que estavaa na minha frente.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Agatha Christie

Dez Soldadinhos saem para jantar, a fome os move;
Um deles se engasgou, e então sobraram nove.
Nove Soldadinhos acordados até tarde, mas nenhum está afoito;
Um deles dormiu de mais, e então sobraram oito.
Oito Soldadinhos vão a Devon passear e comprar chiclete;
Um não quis mais voltar, e então sobraram sete.
Sete Soldadinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles cortou-se oa meio, e então sobraram seis.
Seis Soldadinhos com a colmeia, brincando com afinco;
A abelha pica um, e então sobraram cinco.
Cinco Soldadinhos vão ao tribunal, ver julgar o fato;
Um fica em apuros, e então sobraram quatro.
Quatro Soldadinhos vão ao mar; um não teve vez,
Foi engolido pelo arenque defumado, e então sobraram três.
Três Soldadinhos passeando no zoo, vendo Leões e bois,
O urso abraçou um, e então sobraram dois.
Dois Soldadinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então sobrou só um.
Um Soldadinhos fica sozinho, só resta um;
Ele então se enforcou,
E não sobrou nenhum.
 
Troque Soldadinhos por "negrinhos" como no original... Odeio o fruto do preconceito que nós mesmo intitulamos uns nos outros. Isso tem outro nome. Hipocrisia.
 
 

Nem fui sexo

Na hora que soube o céu transborodou
Escutou junto comigo a notícia do dia
Que me fez morrer mais, quem diria
que a ilusão que meu pensamento sonhou
Virou pó da noite pro dia, se acabou.
Enterrou-se por si só, E do céu, tempestade
Que vai, tenta, mas não mata minha vontade
De transcorrer e transpassar paredes
Por você que me deixou preso em redes
E foi embora da minha vida sem maldade.

É fato, eu tenho o vício de me machucar
De correr atrás de quem não dá a mínima
que pisa publicamente ou de forma íntima
E como podia eu num dia comum esperar
E saber que você agora está a namorar?
Pois que ame pois você é merecedor
de fogo de voraz paixão, e eu de torpor
Pois como disse Rita Lee e certa ela estava
Só eu não quis acreditar na opção que restava
Que antes vem o sexo e depois, talvez, o amor.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Ciúmes até do perfume

Tenho ciúmes até do perfume. Adimitindo essa admirável fraqueza que é o amor. Não existe amor como antigamente, ao menos eu acho que com o tempo o que chamamos de amor se transformou e assim como apenas 2% da população entende de arte e vê algum significado nela, acho que outros 2% entendem um pouco do amor.
Não queria ser substituído e tô com dor nos cotovelos. Tremendo por dentro ao pensar em beijos segundos e terceiros entre segundos que nunca passam.
Minhas noites são em claro e adoro ver esses clipes que os artistas exageram. Eu queria exagerar se pudesse.
Eu estou ciumento. E como estou ciumento. Como queria abrir a boca para dizer algumas coisas que ficam presas aqui. Impossível dizer algumas coisas nessa altura do campeonato, nesses tempos onde as pessoas são depravadas e só querem um pouco mais de sexo e drogas.

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval no Rio

Eu vejo que parece que eu não pertenço a nenhum lugar. Mas a realidade é que eu pertenço a todos. Carnaval, pela primeira vez eu percebi o real significado da palavra que a igreja tanto pregava pra eu ficar longe. E sabe o pior,eu gostei até. Beijei muito na boca e fiz promessas tão vazias quantos as quais já recebi e tirei a culpa dos outros e coloquei em mim tanto quanto Strindberg.
Falando nele, queria que um louco tanto quanto ele viesse pro Rio de Janeiro nessa década. Se em Paris Strindberg quase enlouqueceu, no Rio ele se mataria. Mas que escrevesse antes.
Em suma, praia, Farme de Amoedo, um quase assalto ao meu amigo, muitos e muitos e muitos beijos sem nenhum significado e poemas jogados fora. A música da viagem... foram duas na real "Summertime Sadness" e "I can't remember to forget you".
Eu amo o Rio, mas antes de amar o Rio eu prefiro tentar viver minha vida. Que eu venha pra cá em outros Carnavais, mas é tal como ano novo na avenida Paulista: Ótimo, mas para uma vez apenas.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Fevereiro do Caos

Février! Então. Dado o fato que minha instabilidade é sempre grande, manter o racional funcionando quando o emocional clama por atenção dá em uma coisa chamada "CAOS". Muito mais do que o ambiente, muito além que qualquer histeria ou crise, o caos pra mim se dá no silêncio.
Então foi no silêncio que eu vi o quanto sério eu sempre levei muitas coisas que poderiam ser tratadas como indiferentes pra mim e não causariam "dor".
Eis aqui um pensamento de linha budista que tomo como verdade, a causa da dor é a ilusão que criamos, a espectativa. Mas me parece um tanto quanto frio ser feliz sem ter ilusões. Mais uma vez, caos, no silêncio.
"Não se fecha amigo" (Um amigo meu me falando sobre relacionamento) "Cada pessoa é diferente, dá uma chance" (outro)... E aí você para analisar boa parte das pessoas que pegou... das que amou e gostou ou foi muito atraído... Interessante ver que a posição inicial e final delas é a mesma. E com ironia eu digo "Muito diferentes mesmo". Aí você analisa sentimento como ilusão, que você mesmo cria e se ilude e parece um circulo, uma volta que não tem fim. Caos.

Fevereiro deu-se nesse sentido. Somando a parte financeira que parece nunca ter fim. Os cafés, que nunca terão fim \o/, e decisões.
Um bom café inclusive com boa companhia num desses dias. Uma boa conversa com minha irmã sobre trabalho e decisões que tenho que tomar e decisões que tomei, decidi por exemplo entrar em um cursinho, coisa que devia ter feito há tempos. Como é gostoso estudar, mas é cansativo. Morar longe, coisa que não posso reclamar. E lidar com a ansiedade, a paciência, a construção de um novo Jeff. Ou melhor, a reforma do antigo. E pra fechar o mês, mesmo me fudendo horrores: Eu decidi passar o carnaval no Rio de Janeiro. Mais pelos amigos do que pela famosa pegação da cidade nessa época.

PEÇAS LIDAS
Os Filhos de Kennedy - Robert Patrick

FILMES
Henrique IV
Capitães da Areia

VIAGEM
Rio de Janeiro dia 28 Até dia 4 de Março

ACONTECIMENTOS
Comecei o cursinho




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Random

O maior presente? É fazer alguém random sorrir.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ateu não. Agnóstico talvez.

Por que talvez eu não creia mais em Deus como cria antes? São diversos os motivos. Minha irmã apontou pra minha cara dizendo que eu não tinha mais Deus comigo, que tinha virado um ateu. Minha mãe falou que ateus não chegam em lugares nenhum. Lembrei de ateus como Chaplin, Dráuzio Varella, Angelina Jollie,  Alinne moraes, Bill Gates, Daniel Radcliff, Jodie Foster... Entre tantos outros e acho que invalidei a afirmação da minha mãe.
Eu creio em Deus até certo ponto, mas me desanimo com instituições. Nelas não creio nem dou meu voto de confiança. Nenhum pouco, não por Deus, mas pelos homens que as fazem.
Começa com essa onda de igrejas que pensam mais em dinheiro, que vendem indulgências modernas, e continua com o estudo da história vendo até onde as pessoas mataram em nome de Deus, derramando sangue de sabe quantos lá.
Para completar minha desilusão vejo pessoas dentro das próprias instituições pregando o amor do espirito santo e sendo chupados por meninos em um primeiro encontro, outras beijando três numa mesma festa, alguns traindo as companheiras e por aí vai.
Eu prefiro morrer e ir para o inferno caso ele exista caso seja pré-requisito ser frequentador de uma instituição a ter que ficar em um ambiente onde, além de não ser bem-vindo, me sentiria mais puro que metade dos hipócritas que frequentam aquele lugar.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Objetos

Só queria talvez que essa tsunami passasse
Que talvez eu fosse seu cobertor no inverno.
Queria estar contigo no céu, talvez inferno,
Mas mais que bons amigos, tudo virasse
ao avesso do início, que o tempo voltasse.
Queria apagar o passado e voltar pra Copacabana
Entrar na vibe do local naquele fim de semana.
Queria beijar o pescoço e morder a derme,
Mas me recordo que não era mais que um verme
Aquele outro que do conteúdo, só sexo emana.

Queria talvez voltar ao bar verde há três anos.
Ou mesmo às matinês de período inocente
Que não me preocupava nem a ser descente.
Queria voltar naqueles dias bem insanos
De beijo na rua e me iludir com planos.
Mas com a sorte e o acaso hoje eu me deparo
Cada dia tendo que fazer mais algum reparo
E seguir como se tudo nada em mim tivesse marcado
Como se fossem todos apenas objetos de mercado
Que foram baratos, mas que hoje eu pago caro.

Depois do carnaval

Só acho que não estou cumprindo como deveria o que coloquei de metas para mim nesse ano. Só acho isso. Logo, tenho que mudar algumas atitudes. Mas como todo brasileiro, deixa isso pra depois do carnaval...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Maldando

Sendo maldoso tal qual mamãe (tenho de quem puxar) acho... só acho, que tem gente que tenta fazer inveja pra mim... Ah, mas são raros os que conseguem. Raro. Meu ponto fraco nessa hora é conhecido por poucos. MUAHAHAHA

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Incessantemente.

Encontrar a felicidade no dia-a-dia. No sorriso dos amigos. Na estabilidade financeira da família. Nos passeios de final de semana. Nos estudos e trabalhos da semana... Eis algo que esqueci que era tão bom e algo pelo qual estou correndo atrás incessantemente.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Idealizando

Idealizar... Não é à toa que me identifico com a cultura budista nesse ponto. Sem idealizações não há sofrimento. Cada vez que criamos expectativa em alguma coisa e a mesma dá de certa maneira, errado, nós sofremos.
Como não idealizar? Eis o grande mistério do mundo. Ainda mais pra mim, que sempre fui um libriano completo nessa questão. Como não idealizar? É quase falar para eu deixar de querer viver o sonho mais profundo que tenho.  Ou você sofre ou você é realista.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os mais 'bonitos"

Poxa, dormir é bom, mas quando você acorda com a garganta doendo e o corpo quente (por causa do calor insuportável), além de dores no corpo pois provavelmente dormiu de mal jeito e ainda depois de três sonhos dos quais pouco lembra, mas sabe que não foi dos melhores... E aí você acorda de cabeça vazia...
Nem escrever à mão sobre minha polêmica eu escrevi, logo vou escrever aqui em suma, já que o dia promete ser bem longo.
Você acordar e ir dormir em alguém. Alguém aqui já sentiu isso? Pois bem, aquela fase onde rolam os beijos (e até o sexo), onde rolam os olhares, as trocas, as conversas, as risadas, poxa! Nunca tinha me visto mais produtivo e determinado que aquelas poucas semanas há anos.
Depois você continua a pensar igual junto à raiva por não entender o porquê que acabou, isso perdura uns meses e você começa a dar valor para apenas os bons momentos. Você supervaloriza momentos bons e quase esquece da parte ruim: você idealiza, você sofre.
Depois de milhares de voltas nessa montanha russa, você descobre que depois de anos e anos, todo aquele sentimento que você idealizou e que lhe foi iludido não passava de nada, que nunca foi reciproco e que tudo se deve ao simples fato de você ser considerado por alguns como "muito bonito".
Pois é, o que acho mais engraçado na história é que todos sabemos que beleza passa, e que hoje, por mais que 90% dos "bonitos" não queiram nada sério, alguns querem. Os "bonitos" também queriam viver essa coisa de amor. Errado fui eu em idealizar desde o príncipio. E agora acabar em 1 mês o que durou anos parece até mais fácil que antes, uma vez que você escuta da própria boca de quem se ama que você não vale mais do que um beijo ou uma transa porque você é simplesmente "bonito".
Mas sabe, melhor assim. Entretanto não consigo negar que ser forte ou fingir sê-lo também é difícil, mais que isso só o fato de não ter alguém para se acordar pensando e ir dormir pensando. É, talvez seja fato que um amor antigo se cure com um novo, pois não estou disposto a viver mais de passado, por mais que isso custe uma parte da minha inoscência.
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Estranheza

Dormi meia hora, tive uma sensação estranha. Esqueci de mim. E senti falta de um beijo e raiva de outro.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Artiste

Foi bom fantasiar até os 21 anos de idade. Caso contrário não seria, em maior ou menor grau, artista.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quando irmãos deixam de ser irmãos

Um irmão respondão e um tanto quanto sanguessuga e egoista. Eis-me aqui.
Uma irmã um tanto quanto estressada, preconceituosa e dramática. Ei-la no outro quarto.
Uma mãe um tanto quanto mãe. No meio da guerra. Ei-la na varanda a fumar.

As mesmas palavras, os mesmos conselhos e o pior do tom de voz, que naturalmente alta, afastam a todos e toda a calma. O irmão, acho é o mais frio, o mais distante, talvez pelo seu egoísmo. Quieto dá respostas usuais em brigas de irmãos, aqueles palavrões clichês, mas quando ardiloso é tal como atirador de elite que sabe onde acertar.
A irmão no discurso exaustivo de sempre, só sabe terminar em prantos qualquer discussão que inicia e põe a culpa no mais novo. No mesmo discurso, nas mesmas palavras, na mesma... Que dá até preguiça de escrever.
A mãe só sabe tentar apartar e começar a megalomania para apaziguar o coração de ambos, mas não deixa o drama de lado.
O irmão decide por calar a boca e contato, a irmã insiste em algo que nem existe. E nenhum nem outro querem mais saber do outro nem do mesmo eu que era antes na época infantil de escola do mais novo. Sentem falta, mas o que mais falta (e a única solução) é o dinheiro que em sonho irmão e mãe apostam na loteria e a irmã no trabalho.
Ele ainda vai se fuder, mas vai conseguir status e da irmã distância. Ela ainda vai conseguir pagar as contas e fazer mais e se fuder um pouco mais. A mãe vai ver o filho formar-se na faculdade e depois que longe mais uma vez de casa e com toda a burocracia resolvida, vai deixar-se morrer, pois pra ela a única relação, o único valor, que ainda teve alguma importância, era a relação familiar, que hoje fez os persoangens mudarem de irmão, irmã e mãe em homem, mulher e velha.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O que fazer para sair da fossa?

Chore rios
Chore as lágrimas que aguentar, não as poupe, seja dramático, use e abuse do ombro dos amigos ou de quem confiar, escute as músicas de fossa que te fazem piorar, não coma nem levante da casa até cair no sono mais profundo que puder. Depois que acordar você:

Trace metas e as execute
Enquanto você fica na fossa, o que te faz mal continua a viver sua vida em paz. Então vá ao espelho e se xingue porque você merece e acorda pra vida. Pense no trabalho que quer, no curso que ainda não fez e faça seus contatos. Procure um emprego para ter problemas de verdade para serem resolvidos e aprofunde-se mais e mais nos estudos que leva ou matrícule-se no curso que quer.


Antes da balada, cuide de você
De que ia adiantar ir pra festa se você parece um frango empalhado na parede da casa de sua avó? Corra para uma academia, de preferência faça uma arte marcial ou outra luta, além de resistência física, toda vez que você lembrar do passado (e lembrará) você vai saber soltar golpes de verdade e transformar sua raiva em força. Planeje um ou dois treinos semanais de luta e três de academia. E se o dinheiro não der? Não é motivo para ficar parado. Parques, esportes, praças... muitas opções para mexer o corpo.

Dê-se um dia de Príncipe/Princesa
Aí você vai precisar de um pouco de grana, mas mesmo se não tiver, chame os amigos ou amigas e faça tudo em casa que saí mais em conta. Cortar e hidratar o cabelo, fazer a barba, cuidar do corpo, comprar uma roupa nova e cuidar das unhas já um bom começo.

Vá dançar
De preferência no dia de príncipe ou princesa, né? Arrume-se, passe perfume, fique lindo ou linda e com seus amigos vá para alguma festa dançar e se você beber, beba o suficiente para soltar o corpo. Dê risada de si mesmo

E se o passado aparecer?
Simples, faça o que sempre deve ser feito em festa quando alguém lhe cumprimenta e você não sabe quem é. Sorria e dê tchauzinho, pegue o celular e volte a dançar com seus amigos.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

15 Coisas para fazer antes dos 25

 
Fazer faculdade
 
Passar em um Concurso Público

 
Sentir-me confortável falando Italiano
 
Voltar a estudar Alemão e Russo
 
Terminar de escrever mais um livro, mesmo que não publique
 
 Adotar um cachorro de raça e grande

Estreiar em alguma peça em São Paulo

Passar o ano novo em Copacabana, no Rio

Abrir uma poupança
 
 Viajar com os melhores amigos e tomar porre na viagem
 
Mergulhar com a Maryana
 
Cuidar do corpo e da alma
 
Voltar ao Kung Fu
 
Dar uma festa surpresa para alguém 
 
Não sentir medo de amar de verdade

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Janeiro, o mês incondicional

Janeiro constuma ser um mês feliz, quente e interessante e em 2014 não foi diferente. Claro que ainda quebrado de grana, mas um mês super feliz. E como passou rápido! A sensação que o tempo voou foi tão presente que parece que foi ontem que eu estava comemorando sozinho a chegada do ano na Avenida Paulista. Foram milhões de pessoas que vi por ali, adorei a sensação e a experiência, mas ano que vem é o Rio se Deus me ouvir, se não ouvir qualquer lugar está bom.
Falando em Rio foi a coisa mais significativa que se passou nesse mês, além de firmar amizades que muito respeito, firmei o respeito que a cidade já tinha comigo. Grande e cheia de problemas me lembra minha cidade natal e há pessoas para minha apreciação.
E inclua nessa lista um dos melhores momentos que tive nos últimos anos. Eu sou um cara de amor de minuto uma vez a cada dois anos. E não é todo dia que se beija alguém na Orla de Copacabana de madrugada. S2
Recebi visitas ilustres em São Paulo esse mês, Da Beatriz e sua Filha Ana, lá do MS e da Domi e do Felipe de Londrina. Juntos nos fizemos turistas na cidade e eu de Guia. O que foi ótimo :)
Andei de avião, despedi-me de Londrina. Percorri três estados no país. Conheci gente e tomei todo o gás para o ano!
Li, escrevi, tomei café, re-vi amigos e sonhei. Aceitei que minha irmã não muda e amo cada dia mais a nega e minha mãe! Parei de sonhar e decidi acordar para a vida!
Some a janeiro festas incríveis, passeios maravilhosos, retorno do amor do passado pra fuder com a vida (ou não, saberemos em fevereiro).
Revelações entre família. Um primo de meu pai faleceu. Voltei a não conversar com minha irmã. Intensas emoções entre amigos. Inscrição em concurso público, raiva por nao fazer faculdade... Mas enfim. Muitas coisas por vir! Muitas! E quer saber como eu estou?
FELIZ

Livros Lidos
As armas da persuasão
As mais

Filmes
Contágio
Questão de Tempo

Cinema
São Paulo em Hi-fi

Séries
Sherlock 1ª e 2ª temporadas
American Horror Story 3ª temporada

Viagens
Rio de Janeiro - Entre 09 e 13 de Janeiro
Londrina - 20 e 21 de Janeiro
Volta definitiva para São Paulo - 21 de Janeiro de 2014

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Décimo Segundo de Janeiro

E já desce o sol à vista do Arpoador
Ao passo que é visto às antenas da Paulista.
No Rio, um desses metido a turista
Sem tanta alegria, um tanto quanto amador
Abre os olhos depois de tanta dor.
A dor vai-se com o piscar da tela
no computador, é ela que revela
Que a noite não terminará sozinha
Que com ela uma nova paixão vinha
Que é o próprio destino que a sela.

E o Rio novamente não deu mancada
Cidade incondicionalmente incrível
Fazendo a história do paulistano plausível
Mostrando-lhe no coração uma nova entrada
E fazendo-lhes o casal mais bonito da balada.
E política de café com leite virou vodka e cana
Em atos marcados em uma noite insana
naquele décimo segundo de janeiro
Que marcou um paulista e um mineiro
Em um doce beijo na orla de Copacabana.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Momento

Eu devia ter entrado naquele metrô e não ter deixado ele partir. Um dia, quem sabe a sensação voltaria? Atores desgraçados que precisam de drama para viver e ar para respirar...
Cada dia que passa eu me surpreendo comigo mesmo e só posso agradecer mesmo porque eu tenho vida e porque eu ator, louco respiro e tenho amigos que amo, família que me quer bem, sonhos que só Deus sabe e amor que me faz viver.
É eu não sei o porquê, não sei, só sei que é. Sempre soube e nunca, por um segundo sequer, pensei que seria diferente. Uma hora dá certo... pessoas certas que se encontraram em momentos errados, daí vem o momento certo com pessoas erradas e então momento errado com pessoas erradas e aí você pensa que pela lógica há de vir o momento certo com a pessoa certa. Que sempre esteve lá.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Pedreira

Não estou com paciência de escrever à mão. Tampouco abrir-me com um amigo ou amiga, acho que eles já estão fartos e não quero ser eu a dar-lhes mais uma cruz pra dividir. Sinto falta de alguém comigo, dividindo de fato os caminhos, os objetivos, as vontades... Eu não nasci para ficar ficando. Mas é simples, três pedras foram jogadas nesses 21 anos, talvez alguns cascalhos também. Uma pedra foi na neve e virou uma avalanche, destruiu tudo no caminho e ainda parece não ter parado, mas parece estar em seu final. Até eu me considero obsessivo com essa avalanche, parece mais questão de honra do que de amor. Se essa avalanche simplesmente tomasse uma atitude de gente e pedisse perdão e falasse que não quer destruir mais nada, colocasse um ponto final...
A segunda pedra caiu em um lago, foi delicada até o fundo mas antes que chegasse ao fundo eu mesmo a peguei e a joguei pra longe. Foi sensato. Mas a pedra pesou, fez ondas, chamou atenção, e quando jogada já estava surrada, machucando outros mil. Hoje no máximo posso vê-la para brincar com ela e não guardá-la com cuidado, distante das outras.
Uma pedrinha eu só vi, eu estava de passagem, mas a pedra era preciosa, era a única que se destacou diante de outras milhares. Brilhou tal como olhos verdes. Mas até hoje não sei se a pedra era preciosa mesmo ou foi a avalanche e o lago que mexeram com meu cérebro e criaram miragem, o que é bem possível.
Agora o que mais me parece é que estou em uma pedreira, onde o sol evita avalanches, faz os lagos secarem e diamantes se esconderem.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Uma paródia divina

Amar quem não te ama.
Adorar quem não te adora.
E esperar quem não espera em ti.
Fudeu, olha eu de novo aqui!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Capital SP

Sao Paulo cidade do grito arredio da Paulista no cio, De cantos mil em cantos dotados de trabalho, de força, do sucesso e do crescer, onde até a pobreza faz sucesso e desencanta encantando qualquer um que a vê. Cidades que muitos visitam, poucos entendem, metade adora e a outra metade adora e odeia. Sabe? Pensando bem não te deixo não, te traío às vezes com o Rio, pode ser? Não vivo sem sua poluíção nem sem as noticias do Datena, e ainda que acho que talvez se mais campos tivesse, menos cinza fosses, menos estressante fosse não seria São Paulo, já pensei em te deixar, hoje prefiro assim, com você entre tapas e beijos viver, com você nasci, com você quero morrer...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O que um beijo e uma música podem fazer com um libriano

Because of you - Conjunto Nacional, Avenida Paulista 2010
A thousand years - Cinema Center 3, Amanhecer 2ª parte 2012
Unconditionally - Orla de Copacabana 2014

Acho que agora só 2016...


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Unconditionally

Ai o Rio! O Rio de Janeiro continua lindo e cada vez mais lindo. Cada viagem que eu faço pra lá me reserva algo especial. Como amo aquela cidade!
Começa mesmo pelos meus amigos. Nem todos, é claro, cumprem promessas, mas não deixam de ser meus amigos que pretendo sempre ver felizes.
Amáveis sempre, Afonso e Bruno fizeram minha viagem ótima! Que dedicação para que eu me sentisse bem! Ótimos! Infelizmente não vi nem o Vini nem o Rodrigo, pessoas que queria ver também. Mas conheci gente nova e inclusive gente que fez eu sorrir alguns momentos como há muito eu não havia. Assim como despontar também, afinal nem tudo é perfeito.
Que eu viva nessa ponte aérea entre Rio-SP, cidades que a história pra mim acontece. Eu tenho escrito à mão também. Acho que nem tudo é tão exposto assim, mesmo ninguém lendo essa parte do blog uhasuhas Não sei, só escrevo aqui porque gosto de escrever, não posso viver sem!
Só tenho certeza que a batalha vai ser dura, que voltar pra casa é tenso em algumas partes, sinto falta Às vezes até da solidão de ouvir minha música e produzir meus textos e reflexões.
Esse final de semana com certeza já marcou muito. E como será o ano de 2014? Bom, eu já decidi que ele será ótimo!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Meus 17 anos

E quantas e quantas vida já não criei pra mim? Na esperança de apegar-me àlguma delas com todo o amor e paixão que jamais quisera ter dado.
Um vez tinha carreira em banco no interior o MS com mulher, dois filhos e dois cachorros. Em outra era um ator solteirão com Oscars e mais Oscars. Já fui biólogo, veterinário e engenheiro. Fui bibliotecário, jornalista, professor, rico, pobre, batalhador e todo o mais. Só nunca fui médico nem advogado. Não sei porquê, acho que pelas influências da sociedade ou ser do contra mesmo.
Meus 17 anos de volta e a cabeça desses meus 21... Fariam toda a diferença agora. Ah como fariam!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Os maiores desafios do ano

Percebi que os maiores desafios do ano além de deixar as contas em ordem são não reativar a conta do Facebook e não beber.
Deixar claro para mim ao menos por 365 dias que não preciso dessa afirmação social e mais que isso, de respostas babacas de um passado que nem respostas tem. e 365 dias sem a embriaguez que já me fez tanto bem e tanto mal. Foi bêbado que dei muitas histórias para esse blog e para minhas anotações pessoais, mas farei questão de tentar, ao menos até 2015, ficar longe disso.
Digamos que eu consiga. Sem Facebook e bebidas alcoolicas por um ano... Daí vai de mim aceitar ficar mais ou menos tempo com esses objetivos em mente.
Acho que 365 ajudarão a dar um rumo, nem que temporário, para minha vida. Curso, faculdade, trabalho... Tudo isso. Posso estar errado, o que não é difícil, posso não passar no Sisu (O que é o mais provável) assim como tudo pode vira de ponta cabeça, como é o mais normal, mas não indica que seja impossível alcançar esses dois objetivos, por meio dos quais inclusive, não duvido que consiga alcançar outros tantos só nesse período.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Hurting Night. Just other one.

It hurts like hell to get over what you called love.
Sometimes the pain is just too much. But you know you're stronger even when all you wanted was to be weak and give in. Sometimes it hurts to love so bad.

Amantes em Mantas



Trinta graus, Garrafas de vodka de preço acessível
A nós, pobres de alma, e de alma sensíveis, em frenesi
Bêbados a tocar a pele em garoa, em romance irresistível
De tanto lembrar de você foi de mim que me esqueci

Entoações com a lua e pulos premeditados, um desastre
Evitando dizer palavras que soam cheias de noção
Que são mais pesadas que o mais pesado guindaste
Ao passo que não amei, amaste, mas foi minha a emoção.

Do drama, do Rio, de São Paulo e de ruas no Paraná
De beijos, de camas, de amantes entre mantas
Que são ementas das quais tirei o que sei, não resistirá

E me permito misturar o você e o tu ao sereno
Às mentiras e procrastinações que tomo santas
E postergar mais uma vez nosso futuro ameno.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Waking it up

A marca do tédio se baseia em recusa da produção autônoma ou social do conhecimento. Dito isso eu concordo que o tédio pode ser transformado em produção.
Meu tédio ultimamente tem se relacionado com falta de emprego, falta de estudo dirigido, falta de treino e falta de dinheiro.
Segunda-feira começa meu plano de ação. Espero dar o bote novamente para entrar no mercado de trabalho, deixar algumas coisas mais organizadas e sair do papel.
Estou feliz nesse ponto. Muito mesmo. Estou com ganas de continuar, mas é claro sei de minhas limitações e outras pessoas vão ter que entender isso também. Sim, meus amigos.
Não é questão de me afastar deles, pelo contrário. São os esforços que pretendo fazer para poder ficar ainda mais perto.
Sonhar é bom, mas melhor que isso é mover-se em direção das realizações!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Planejando menos para ter mais

Todo ano eu faço minha listinha de objtivos. Nesse ano inclusive, abri ela aqui no blog de maneira que não tenho muito o que esconder.
Para tal eu tenho que ter a consciência de que muitas das metas que eu planejo para mim tem o dinheiro como partida. Inclusive gastos e contas que eu ainda devo pagar. Dessa maneira lendo umas anotações de um livro sobre finanças pessoais lembrei-me de umas dicas importantes nesse processo de decisões financeiras.
Pagar as coisas à vista ou a prazo? À vista é sempre melhor, claro, mas para isso tem-se que economizar o mesmo montante da parcela nos meses anteriores ao consumo. Ter paciência, controle e disciplina, investir corretamente esse dinheiro e postergar um consumo para depois. Coisas extremamentes dificeis nessa época.
Ou seja, apesar dos muitos planos tenho que postergar e ter paciência com muitos. Aprender a dizer não para algumas coisas e priorizar o que tem que ser priorizado.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Suicídio Social Chegando 2014

Não sei se estou certo ou errado ao excuir meu Facebook novamente. Sinto uma falta daquela afirmação social, de postar coisas, ver opiniões de todos, eventos, convites, pessoas com as quais eu pouco falo, mas fizeram parte da minha vida. Parentes distantes e pessoas que gosto mas não tenho contato.
Sinto que foco mais, escrevo mais, produzo mais, penso mais, o que me deixa um pouco mais feliz e mais triste. Sinto-me mais sozinho e hoje conto os amigos nos dedos. São muitos e poucos. Sou o tipo de amigo que tem orgulho dos amigos, que faz de tudo para ter bons momentos com os mesmos. Mas além de não ter tido grana, estou me sentindo egocêntrico e só.
Quero meus amigos bem. E outra, quero meu coração bem, quero aprender a ser mais feliz e menos reclamão sozinho, sem um par. Amar quem não está nem aí pra você e você cria toda uma nova realidade para poder se convencer que essa pessoa ainda lhe ama de alguma maneira... Bom, isso é algo que sei que vou carregar ainda comigo por uns meses. Librianos, não?
Esse suicídio social tem um lado muito, mas muito ruim. Mas é um preço que se paga para parar, olhar e agir de outra maneira no mundo real, do qual eu ainda faço muitas fantasias de adolescentes.
Agora consigo enxergar um pouco mais claramente as pessoas que amo de alguma maneira. Antes eu queria ter a capacidade de ser mais como a "Miranda" do diabo veste prada, no sentido de desapego das pessoas e, nesse tempo no Paraná, não posso negar que aprendi um pouco disso. Aprendi um pouco a viver com a solidão.
Eu tenho que ser forte a cada dia. Não tem sido nada fácil e é claro que um dia voltarei com o Facebook, mas quando? Bom, espero que demore o suficiente para eu me estabilizar um pouco mais. Tanto financeira como emocionamente.
O ano novo na Paulista eu passei sozinho no meio de 2 milhões de pessoas. Um amigo deu pra trás, outros dois não conseguiram entrar na área que eu estava pois chegaram tarde. depois da queima de fogos encontrei-os e na hora de ir embora, fiz colegas na porta do metrô. Quanto ao amigo que deu pra trás é o simples provérbio árabe: Quando se quer algo, dá-se um jeito, Quando não, dá-se uma desculpa.
Quanto ao fato de passar sozinho eu só posso agradecer. Não foi por acaso. Deu-me uma boa lição! E isso não deixa meus amigos menos amigos, acho que isso os deixa (e me deixa) mais humano.
Vamos entrar 2014 com o pé esquerdo e dar a volta por cima, e acima de tudo, ser exemplo para mim mesmo e ninguém mais.

O primeiro livro lido do ano

"As armas da persuasão" (De Robert B. Cialdini) foi o primeiro livro que terminei de ler. Comecei a lê-lo ano passado e terminei no primeiro dia desse ano. Ele fala um pouco sobre os atalhos que nos damos para tomar decisões. Achei interessante a abordagem e tomo um livro como um compilado de exeplificações e explicações didáticas.
Nós queremos retribuir favores e quando fazemos uma escolha é difícil voltar atrás. Buscamos nos outros indícios do melhor comportamento para seguir e preferimos dar atenção aos pedidos de quem conhecemos ou nos identificamos. Damos maior valor à opinião de quem entende do assunto ou maior valor para coisas escassas.
Coisas que todos sabemos, mas precisamos deixar mais conscientes. Na atual conjectura essa leitura me ajuda a tentar deixar mais consciente os próximos gastos. E evitá-los até ter alguma consistencia maior financeira e emocional.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

O ano do cavalo. 2014


Em 2014 não sei como será. Sei apenas que a vida tem coisas guardadas a serem reveladas no tempo certo. Tenho que me dedicar aos estudos, assim como me dedicar mais ao trabalho. Se é teatro que eu quero que eu corra atrás, que eu ganhe com isso, que eu apareça, que eu seja mais eu. Caminhos alternativos como aviação e outros? Sendo muito sincero só o tempo dirá. Sou feliz e-ou tenho que ser feliz com o que tenho, o ideal é colocar o objetivo master e correr atrás do mesmo, por mais que o budismo pregue que o desapego é o que alivia a dor, mas isso não significa desistencia na vida. Acho que é a partir da concretização no sonho que podemos nos explicar mais nossa existência no mundo. Em 2013 perdi um amigo, irmão e não sei 2014 vai repetir essa dose. Mas sei que respeitarei a todos e darei mais valor, antes de xingar pensarei nesse mesmo respeito que quero. Ao amor, aquele passional, é simples, vou mais uma vez me afastar, e ver no que dá. Sei apenas que quero muito, muito mesmo, colocar minhas contas em ordem, arrumar um caminho para seguir, mesmo que não seja tão seguro assim. Ter boas ideias e menos lágrimas, não reclamar tanto, afinal, nem tenho do que reclamar, tudo tem seu lado bom. Estudar meus idiomas, juntar uma grana, tentar continuar no kung fu aqui em SP, ligar-me mais espiritualmente, passear bons passeios. Em suma, SER UMA PESSOA MELHOR. Acho que esse é o único objetivo que transpassa qualquer objetivo material que eu tenha. Ser o melhor que eu possa ser! E caso eu morra em 2014, quero deixar claro que meu amor é infinito, e mesmo nos momentos ruins ele estava lá, escondido.
O que me move, o que me faz errar, o que me faz impulsivo é o amor. Mesmo que seja uma rebeldia contra o amor, é ele quem me faz marchar. Mas em 2014 não, não quero namorar, e caso venha acontecer que seja para minha (egoisticamente) felicidade e crescimento.
Melhorar a relação entre mãe e irmã é quase impossível. É viver na base do possível e do respeito mínimo, já desisti delas há muito tempo quando eu saí de casa. Amo-as mais que muita coisa, mas não vivo de palavras, quero ver atos, tanto da minha parte quanto da delas.
Mudar de Sampa? Apenas por uma boa oportunidade no Rio. O Brasil pra mim é aqui ou lá. E que 2014 seja um ano muito bom, cheio de coisas novas e boas que me façam crescer e que seja um ano MEU, pois todos os outros eu vivi em função de outros. Que seja um ano de MEU crescimento e MEUS retornos. Que venha o ano do cavalo, cheio de ação e, por favor, de resultados positivos.

FAIXA VERMELHA NO KUNG FU
CONTINUAR COM O PROJETO DE MIL FILMES FRANCESES
TRABALHAR
PASSAR ANO NOVO 2015 NO RIO DE JANEIRO
FRANCÊS. DALF C1
ITALIANO. TERMINAR OS LIVROS QUE TENHO EM CASA
RUSSO. TERMINAR OS LIVROS QUE TENHO EM CASA
JUNTAR DOIS MIL REAIS
OBJETIVOS CULTURAIS. AO MENOS UM NO ANO POR PARTE.
LER SOBRE CINEMA.

LIGAR-ME MAIS AO DIVINO.
RESPEITAR MAIS AS DECISÕES DE MINHA MÃE E IRMÃ.
SER O MELHOR AMIGO QUE EU POSSA SER.
SORRIR MAIS SEM MOTIVO.
RECLAMAR MENOS.
NÃO NAMORAR.