Hoje tive uma nova recaída, não quero mais ficar assim, mas parece que só morrendo isso vai melhorar e vai ser melhor pra todo mundo. Não sei mais o que fazer, não sei, não sei.
quinta-feira, 20 de maio de 2021
segunda-feira, 10 de maio de 2021
After the edge
Depois do limite da dor, não há mais dor. Eis que eu me encontrei em algum lugar desconhecido pela primeira vez. O sentimento era novo e não continha dor, mas os sorrisos estavam longe de ser alcançados. Eu não me reconheci, era apenas uma alma triste vagando pelos dias.
Depois do meu limite, Bruno, meu namorado, segurou minha mão. Ainda um pouco sem me entender completamente, e até palavras mais pesadas usou, mas segurou minha mão. Deu um tapa na minha alma para que ela pudesse reviver como pudesse, mas que se mexera. Que pudera trabalhar.
Ainda estou meio zonzo, meio sem rumo e sem saber o que há depois do limite. Mas sei que não há mais dor. Há talvez um recomeço. E eis que o universo sussura em meu ouvido "recomeço", "ter fé", "acreditar novamente".
Eu não sei aonde vou ou como estarei, mas seguirei tentando curtir o caminho enquanto tenho força nas pernas. Ninguém nunca me falou que amadurecimento requer dor. Aqui estou. Depois do limite.
segunda-feira, 3 de maio de 2021
Limite
O céu já não parece o limite. Eu mesmo já desaprendi a gritar.
Mas parece tão fácil re-aprender. Eu estou farto, eu estou à beira de cisões irremediáveis.
Eu quero uma liberdade que não possuo e o pior é que vendo a situação, eu mesmo fui quem me colocou as algemas.
A esperanças se foram há um tempo. Vamos começar por namoro incoerente, rápido e vil que tive em 2018. Ridículo, presságio de um declinio. Talvez o declinio nem foi o namoro, foi a doença.
Eu deveria ter sido talvez mais sensitivo nessa época e usado ao meu favor. Nem que fosse nuam favela ou comunidade, que eu logo depois tivesse comprado meu lugar e diminuído meus custos, mas não.
Fui à Russia, à suiça, à puta que o pariu e decidi ser entregue ao momento.
Hoje eu me vejo reduzido às cinzas. Quase pedindo para arregar, para ir pra a rua, abanonar minha vida, meus amores. Eu não sou capaz de me fazer feliz, quem dirá fazer os outros felizzes Eu tento, eu juro que eu tento e que eu tentei. Tirar a minha vida eu não tenho coragem, mas quem sabe acabar com ela pouco a pouco assim como talvez metade da população mundial eu consiga.
O pior talvez é olhar profissionamente, é olhar a merda que eu fiz da minha vida sendo pobre e com a minima condição de sair daquela realidade. O estúpido que fui foi escolher história, teatro. O que adianta amar, quando a realidade só me apunhala? Quantos outros não estão na mesma situação?
Se eu pudesse escolher eu voltaria ao passado e teria feito muita coisa diferente. Outras dimensões estariam felizes comigo agora.
O que eu possa fazer hoje além de fingir que está tudo bem? Só Deus sabe. Acabar com minha vida eu não vou, mass acabar com o sofrimento é meu dever.
Quais os caminhos que eu devo percorrer? 2021 pode já ganhar de pior ano da minha vida até agora? Talvez, um talvez bem grande.
Meu amor, desculpa se você está lendo isso, nunca mo diga, já é sofrimento o suficiente. E se você quiser ir, quem sou eu pra impedir. O lixo que eu sou não merece amor igual ao seu. Eu to sobrevivendo dia a dia até as coisas melhorarem e eu sinceramente espero que melhore. Até lá, vou sorrir, vou viver, mandar currículos, receber meus 5 nãos por dia e fingir que tudo está bem, mas não está e não é culpa sua. Eu que sou um fraco.
Ah!!! aos "migos" que se diziam meus amigos e na hora que eu precisei não estavam lá. Já superei vocês, quero que vocês se fodam de vdd. Pelo menos me fizeram amadurecer para ver com os próprios olhos que ato é uma coisa e palavra é outra.
Família, perdoa por eu ser esse bosta, nem tenho o que falar, eu só juro que eu pensava que as coisas iriam ficar bem voltando a morar com mãe, mas eu errei. Enfim, cansei de escrever, cansei de viver
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Retorno de Saturno
Sem uso, desuso, desumano, corroi a alma
Doi a calma, jogando meu ego na lama.
Tirei sangue dos lábios sem sentir ardor.
O vermelho escorria nas pedras do arpoador,
e a dor se espalhava pelos cantos da minha cama.
As lágrimas são de querosene corroendo por dentro
A vontade é explodir e mandar a educação pro inferno,
Enquanto isso anoto comentários no meu caderno
Vivendo uma vida que odeio aqui no centro,
Fingindo amar cada segundo, cada momento.
Ao inferno com meus sorrisos, não quero viver
Aos sorrisos com mil infernos, não sei mais quem é você.
Os tapas, pode deixar que eu levo da vida,
Dentro de casa eu quero sarar a ferida
E não tirar casquinhas que sei que irão doer.
Meu ânimo agora é subzero, mel virou amargura
Que é tanta e me faz tentar evitar a loucura
Que no retorno de saturno veio me testar.
Pois que vão vocês à merda, antes que eu mesmo vá,
Antes que eu perpetue na terra essa minha alma insegura.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Onde está o elixir?
Talvez o sinal que eu esteja adulto é cada vez querer compartilhar menos, no mundo digital, minhas emoções, meus sentimentos. Ainda que eu escreva aqui, aqui ninguém lê.
Tanto as coisas boas, quanto as ruins eu tento manter cada vez mais pra um grupo seleto de pessoas. Problemas do dia-a-dia, coisas bobas que me afetam. O lema é tentar cada dia mais ser uma pessoa melhor. Mas a prioridade está em ser melhor comigo mesmo.
Entre alegrias e frustrações eu entendo o valor do dinheiro, do status, das promessas para poucos que o capitalismo proporciona. Pergunto-me inúmeras vezes inúmeros "se".
Considero-me um cara dedicado, seguro em muitas partes, mas muito frágil (não diria sensível). Há alguns meses eu venho tendo crises de pânico ou ansiedade com algus gatilhos. O primeiro sem dúvida foi a experiência traumática que tive ao sair do Facebook. A busca de emprego se tornou um gatilho perigoso no meu dia-a-dia. Para combater os sintomas e buscar uma melhor qualidade de vida eu investi naquilo que eu realmente sempre sonhei em estudar: Teatro, ensino como área profissional e viagens e idiomas no lado pessoal.
Ora, vamos lá... Antes da pandemia, apesar do baque que foi o Facebook eu fi uma lista de viagens de um gap semester viajando em vários estados da nação e ainda havia o planejamento de ir para alguns países na Ásia e na América do Sul. Nisso veio a pandemia e com ela, dores de cabeça com essas viagens. Enquanto o primeiro caso de covid-19 foi confirmado em São Paulo, eu estava no sertão do Piauí, voltando pra SP, comecei a namorar, e o confinamento foi anunciado. Todos mudamos nossos hábitos, começamos a usar máscara todos os dias. Sair, era só para levar o Tino para fazer suas necessidades na praça e 1x na semana acabamos indo ao mercado. Amigos ficamos um tempo sem nos ver, mas eventualmente nos encontrávamos na casa de alguém (era uma maneira de furar a quarentena sim, mas garanto que salvou a cabeça de muita gente ali. Não me orgulho e realmente no inicio isso aconteceu poucas vezes). Enfim, no começo do ano eu havia investido em um book profissional, cursos e cursos de teatro (Fátima, CAL, etc) e tentei várias e várias agencias 1 trabalhinho que fosse. Sem sucesso. A indiferença que tive também de amigos nos Satyros (eu era doido pra fazer uma peça com eles), o fechamento dos teatros, etc etc etc, me trouxeram a leve depressão do teatro, ou sua pesada realidade.
Mas por que desanimar não é mesmo? Ingressei em uma pós em História da Arte e logo depois em uma sobre ensino bilíngue. Estudei muito, tentei me preparar para quem sabe logo menos ingressar em uma sala de aula de alguma escola particular. Esperei final do ano de 2020, começo de 2021 e nada. Mandei meu currículo para mais de 100 escolas e nenhuma sequer entrou em contato para uma entrevista. Meu coração quebrou. Desolou-se.
Dizem que com 28 anos há o retorno de saturno na astrologia, um momento de reflexão e de acontecimentos que nos obrigam a tentar responder questões sobre nossa realidade. Eis que esse momento tem me magoado muito. Com minha família geral já falo com poucos, com minha família próxima há problemas de convivência e rotina, com o namorado tenho algumas questões a resolver, com os amigos já nem sei mais quem é quem, profissionalmente eu estou praticamente abdicando daquilo que eu sonhei que seria interessante, religiosamente me sinto cada dia mais afastado de qualquer coisa divina, fisicamente me sinto feio e cheio de problemas de saúde para minha idade.
Enfim, eu sei que reclamar não deve ser o foco, mas eu estou fraco e não estou achando o elixir que pode me dar o gás que necessito para superar esse momento, transpassá-lo e voltar com mais força que antes.
É como se, buscando a felicidade, eu a perdesse de vista por um segundo e na próxima esquina haver muitas opções de caminhos e eu não sei aonde ela foi. Algumas poucas coisas me trazer felicidade ultimamente, é nelas que preciso buscar refúgio? Ou será que gastando meu tempo nelas, eu também perco um precioso tempo que eu poderia estar me aventurando em busca de uma vida mais feliz?
domingo, 13 de setembro de 2020
Amor gelado
Maçã do conhecimento
Mordi a maçã do conhecimento
Sem saber exatamente o que esperava,
Foi como subir vulcão em lava,
Foi como meter a mão no cimento,
Foi quebrar a onda do tempo e do momento
ou mesmo a noção de espaço e matéria.
Nessa viagem, me distanciei de gente séria
E entendi o outro sem da linguagem usar,
Tive ideia do que é morrer e se integrar
ao todo, ser pó de estrela, ser uma bactéria.
Não há explicação, pois nem conseguiria.
Não é sobre uma questão de capacidade
Não é sobre ser maior ou menor de idade,
Acho que nem tema de maturidade seria.
Quando olho no espelho escuto "quem diria?"
E me permito ver que já não sou mais eu,
que me arrisquei e o químico me surpreendeu
E que minha sensibilidade ao próximo está a mil
Quebrando fronteiras minhas e do Brasil
matando deuses, e criando um deus que também sou eu.
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Devaneio
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Não tá fácil
terça-feira, 23 de junho de 2020
3 momentos para uma História
Pergunta
sábado, 6 de junho de 2020
Tentativa e erro
O mundo está um caos. Ligar a TV ou mesmo entrar em redes sociais é deprimente. Um governo omisso em pedaços, crimes por todos os lados e uma epidemia mundial. Dentro de mim, fico reflexivo, mas sem buscar respostas.
O dia hoje representa bem esse momento. Eu olho pro céu e apenas nuvens e nuvens, um dia que poderia talvez ser visto em sépia e, apesar do movimento na praça ali fora, parece sem vida. Eu brigo comigo mesmo para mudar essa realidade e é difícil.
2020 na atual circunstância pessoal de não estar trabalhando, me deu tanto tempo como eu jamais tive antes. Beber, perdeu um pouco da graça, só passo mal quando bebo. Meu corpo não me satisfaz, minha intelectualidade parece medíocre, meu desejo é recomeçar. Mas aí, eu me lembro que não tenho 18 anos, nem milhares de reais na conta que me permitam repensar, ou talvez mesmo, não tenho 18 anos com a experiência dos 27 anos depois de tanta tentativa e erro. Desejo por um momento que a vida fosse tal qual a série Dark e eu mesmo pudesse me aconselhar quando era mais novo e abrir minha cabeça para entender.
Não é assim. O café me desperta e me lembra que não é assim que as coisas funcionam e tudo bem. A primeira pergunta pode ser "O que é necessário para que você fique feliz e por que você não está faendo isso?" outra "por que você gasta tanto tempo refletindo e planejando, mas a execução é pobre e descontínua?". O momento de tristeza não deve e nem pode ser uma constante. Pelo contrário, deve ser algo específico e dar vazão às ações que mudem minha realidade.
"Qual seu desejo e o que você está disposto a abrir mão por enquanto para alcançar esse desejo?" e enfim "O que te faz feliz?"
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Sei lá que dia da quarentena e da vida
Como nunca antes só os arrependimentos gritam dentro. O de não ter estudar e passadona USP, ou mesmo de não ter implorado para ir pra Pelotas estudar meteorologia. De não ter tomado a primeira bala antes. De não ter dado certo com quase 30. Será que eu dei certo?
Eu peço por dentro socorro, mas mesmo os que podem ouvir, não podem fazer muita coisa. Eu me frusto de não ser um ator, de não ter coragem de sair por aí, de não ter sido rebelde o suficiente nem corajoso o suficiente para poder ter arriscado mais. De não ter ido para a Argentina ao invés de Londrina em 2013. De ser sempre o certinho da escola ao invés de ser o visionário.
Sem emprego, agora em 2020, pois queria tanto ter o mínimo do tal ano sabático, corona me pegou de jeito e quebrou as minhas pernas. Eu grito e me vejo traumatizado pelo ambiente corporativo por injustiças depois de tanto acreditar e trabalhar por um objetivo de mudar o mundo. Eu me vejo acanhado no canto, querendo me excluir de redes sociais, de querer viajar o mundo e não postar fotos. De deletar meus perfis e estudar algo que não exija tão facilmente o contato com outros humanos, ou pelo menos não em empresas que se dizem diversas, mas contratam corjas no comando.
Eu me vejo triste por ser ais um dos milhares de atores que nem criativos mais se acham.
Eu paro na esquina de casa, me olho com responsabilidades que eu outrora nem queria, e olho pra mim dizendo que basta de sofrer, e o caminho para a felicidade eu já devo ter. Mas olho novamente e me vejo perdido. A única mão que me acolhe, tenho medo de a cansar, de a perder. Me vejo só novamente e perdido, apenas estudando e estudando e ficando com mais medo. Porra, cadê o Jeff? É isso depressão? É isso pandemia? O que é? Não,não, não. Nem quero saber. Quero acordar e me ver em 2009 com esse sonho longo sonho. E fazer minhas frustações mudarem. Paro, penso e quero 2020, por que porra menosprezo a experiência? Os amigos e amores desses 11 anos? Eu me entristeço, só queria um abraço.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
1 mês de meditação ativa
Meus três primeiros meses sabáticos
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Na Varanda
a poucos passos de uma da manhã
Faz pouco, na velocidade da luz de uma vela
Que pedi pra na sua vida entrar numa por uma brecha
Que decidi passar contigo o meu amanhã
Sentados esperando o mundo acabar a cada momento
Sinto por dentro uma lágrima de amor,
Sim, você apenas está no meu pensamento
Cantando samba na varanda ao vento
Que faz de cada segundo um doce sabor.
Onde estiver não me esqueço de ti,
A diferença entre você e o passado
É que para lembrar de qualquer amado
Eu tinha que fechar os olhos, e se
De ti me afasto, eu sonho contigo acordado.
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Minha São Paulo Querida
Passear de helicóptero num tour panorâmico +-500
Ir ao festival de sopas do Ceagesp no inverno +-100
Entrar de fato na biblioteca Mario de Andrade 0
Assistir um concerto na Sala SP +-100
Ir ao Parque da Cantareira/Pedra Grande +-50
Aproveitar de verdade o MAC +-30
Ver uma exposição no MIS +-30
Fazer a trillha do Pico do Jaraguá +-50
Comer a Coxinha do Veloso +-30
Pedalar no Minhocão 0
Assistir algo no Teatro Municipal +-50
Subir o Jardim da Prefeitura 0
Assistir o Coral na igreja São Bento 0
Fazer uma visita guiada SanFran 0
Ver uma corrida no autódromo +-200 (Stock Car)
Ver uma corrida de cavalos no jóckei clube ???
Ir a Casa de Vidro +-50
Visitar o Catavento cultural +-50
Ir ao Instuto Butantã +-50
Assistir algo no Auditório do Ibirapuera +-50
Visitar no Ibira o Pavilhão Japonês +-30
Ir ao Museu Judaico 0
Ir ao Solo Sagrado +-50
Punheta Acadêmica
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Legião
Quero olhar pra praça e ver
Que a chuva ainda está forte e vai
Ser foda sair na rua, sei
Que faço isso para viver
Eu vejo o vírus por aí matar
E o vento vai espalhando tudo agora.
Uma pandemia global
terça-feira, 16 de abril de 2019
A preparação do ator
Não queremos colocar o sistema que estudamos como regra, o próprio Constantin dita isso, mas para refrescarmos a memória é sempre bom ter algo em mãos. Bom proveito.
“Não atuem de um modo geral, pela ação simplesmente, atuem sempre um objetivo”.
“Todo aquele que deveras é um artista, deseja criar em seu íntimo outra vida, mais profunda, mais interessante do que aquela que realmente o cerca”.
“No início esqueçam seus sentimentos. Quando as condições interiores estiverem preparadas e certas, os sentimentos virão à tona espontaneamente”.
O “se” que cria a possibilidade do mágico, impulsiona a imaginação e estimula o subconsciente.
Nós como atores devemos aprender saber os momentos ideais para dar risada e do que. Termos foco no trabalho é essencial e saber separar o que é o profissional do pessoal é essencial.
A minha imaginação tem iniciativa? Será questionável? Desenvolver-se-á espontaneamente? A imaginação tem que ser ativa além de passiva.
O Subtexto: Entender e acreditar no histórico da personagem, imaginando-a.
É necessário fazer-se perguntas a todo instante, criando imagens com a criatividade.
“Até mesmo um tema passivo pode produzir um estímulo interior e incitar-nos à ação”.
“Nossa arte requer que a natureza inteira do ator esteja envolvida, que ele se entregue ao papel, tanto de corpo como de espírito”.
“Se pronunciarem alguma fala ou fizerem alguma coisa mecanicamente, sem compreender plenamente quem são, de onde vieram, por quê, o que querem, para onde vão e que farão quando chegarem lá, estarão representando sem a imaginação”.
“Nada de perguntas desnecessárias, o ator deve ser bom de cálculo”.
“Nunca, por um segundo sequer, fiquem sem fazer nada”.
“O talento sem o trabalho nada mais é do que matéria-prima sem acabamento, no estado bruto”.
“O ator deve ser observador não só em cena, mas também na vida real”.
“Sou um artista, preciso de material capaz de tocas minhas emoções”.
Temas como “Solidão em público”, “Círculos de atenção”, “Atenção exterior e interior” e o “Recordar” (que é um trabalho prolongado e sistemático) são levados em conta nesse capítulo.
Esse hábito de relaxamento e descontração muscular deve ser feito dia-a-dia. Estudar ossos e partes do corpo seria interessante para a preparação do ator.
“O ator como a criancinha, tem de aprender tudo desde o começo, a olhar, a andar, a falar, etc. Nós todos sabemos fazer essas coisas na vida comum. Mas infelizmente em nossa grande maioria, fazemo-las mal. Um motivo é que qualquer defeito surge muito mais perceptível sob a plana luz da ribalta e outro é que o palco exerce uma influência no estado geral do ator”.
“Lembrem-se que a divisão é provisória, nem o papel e nem peça podem ficar em pedaços”.
“Não decomponham uma peça mais do que o necessário, não usem detalhes como guia. Criem um canal delineado com divisões amplas, que tenham sido minuciosamente elaboradas e preenchidas até o último detalhe.”
Só na preparação do papel que usamos essas tais divisões de unidades.
Sempre repassar os pontos principais e se perguntar o que é essencial na peça?
“O erro cometido pela maioria dos atores é o fato de pensar nos resultados, em vez de apenas na ação que deve preparar”.
O processo de buscar começar pelo interior é chamado: “justificativa do papel”.
"Precisamos de verdade no teatro, até o ponto que podemos acreditar nela”.
“Procurem a falsidade ‘apenas até o ponto em que isto os ajude a encontrar a verdade’”.
“Os jovens, tão impacientes, procuram agarrar de uma vez toda a verdade interior de uma peça ou de um papel e acreditar nela”.
“A linha lógica de ações físicas não deve ser interrompida nem em cena, nem nos bastidores.”
“Cheguem à parte trágica do papel sem estremeções dos nervos, sem sufocações, nem violências e, sobretudo, não o façam de repente. Encaminhem-se para o que é gradual e lógico”,
“Dirija seus esforços no sentido de criar uma inspiração nova e fresca para o dia de hoje.”
Temos a semente de todos os sentimentos em nós.
O ambiente exerce grande influencia em nossos sentimentos.
O cenário tem a função de atrair a atenção do ator para o palco, fazê-lo mais concentrado e evocar e facilitar o despertar dos sentimentos do ator em cena.
A energia do ator se expande e é compartilhada em forma de raios e irradiação.
Capítulo 12 – Forças Motivas interiores
Capítulo 13 – A linha contínua
“A atenção do ator está constantemente passando de um objetivo para outro. È essa constante mudança de focos que constitui a linha contínua, se um ator se apegasse a um objeto só, durante todo um ator ou uma peça, ele seria espiritualmente desequilibrado, vitima de uma ideia fixa”.
Antes de subir em cena vale a pena perguntar-se sobre a segurança em determinados trechos, se sente ou não sentimento em determinadas ações, se é necessária alguma adaptação de algum detalhe imaginativo.
Em palco o ator vê-se alternando momentos de verossimilhança com de sinceridade, probabilidades com fé.
Os medos e dúvidas em relação à peça e ao autor atrapalham o trabalho do ator.
“O ator deve achar por si próprio o tema principal da peça [...], deve se colocar numa vida análoga à da personagem, caso precise, que faça suposições”.
“O que precisamos é de um superobjetivo que se harmonize com as intenções do autor e ao mesmo tempo desperte repercussão na alma dos atores. Isso significa que temos que procurá-lo não só na peça, mas, também, nos próprios atores”.
Algumas pessoas tem um Objetivo Supremo na Vida. Mas ninguém pode infringir as leis da Natureza.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Viagens 2019
Jan: RIO
Fev: FLORIPA
Mar: DOURADOS
Abr: MIAMI - SFO
Mai: PORTO VELHO
Jun: MS, MT, GO E BELEM
Jul: MARANHAO
Ago: VIX
Set: SFO-MONTREAL-NOVA YORK
Out: ASUNCIÓN
Nov: LISBOA, BUDAPESTE, VIENA, BRATISLAVA, BERLIM, MUNIQUE
Dez: JOAO PESSOA, FORTALEZA
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Lobos
domingo, 23 de dezembro de 2018
Jaggerbomb
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
2019 - Planos
Pará